Relato de Moxt Aussir, O Branco.
Dias depois do termino da exploração Moxt Aussir pode ser encontrado na taverna Ponei Saltitante escrevendo em um grande livro com capa de escamas e respondendo a perguntas dos clientes, seja sobre ele ou sobre a missão.
Shagal, o humano de sangue quente e pele negra, que não ser chamado de humano de sangue quente e pele negra, convidou seres para auxiliar em uma exploração na Floresta Branca ou Floresta das Aranhas. Devido a ausência de uma nomenclatura clara e definitiva dos seres de sangue quete, darei nomes aos locais que visitar em idioma Draconico, criando assim um material de estudo para todos os reptilianos e dragões. Sendo assim o nome da mata que visitei passa a ser chamado por mim como Raviwra Caesin.
Responderam ao chamado de Shagal, Lúthien, Thôrni e Tortua. Um grupo formado por um humano, uma elfa, um anão e uma humanoide de tartaruga. Um grupo exótico até para os padrões destas terras, com base nas reações que presenciei. Shagal demonstrou uma grande capacidade de observação. Tortua era calmo e sua orientação mistica foi de muita ajuda. Thôrni era um grande combatente, fazendo juz aos anõe. Lúthien é uma utilizadora de magia diferente de tudo que vi até o momento.
Logo no inicio optamos por mudar o planejamento de viagem e ao invés de ir direto para a floresta, iriamos explorar os territórios, de forma mais ampla, de Fogo Vivo até Raviwra Caesin.
Na primeira noite de descanso, Raviwra Caesin, demonstrou seu poder. Todos os membros da comitiva sofreram sintomas parecidos com alucinações ou presenciaram a utilização de poderes jamais vistos. Ficou fácil compreender porque os lenhadores da Madeireira não pernoitam dentro dos limites da mata.
Em nossa travessia dentro da mata, presenciamos mais eventos supostamente não naturais, bem como criaturas desconhecidas, muito provavelmente corrompidas. Lutamos com algo como aranhas e um gigante esquilo-aranha. Essas aranhas criavam sombras, são furtivas e possui um veneno de potência fraca, mas com um forte efeito paralisante.
Depois da vitorias sobre as aranhas nossa jornada nos levou a uma clareira, com animais e plantas exóticas. Nesse local haviam os seguintes animais e plantas:
- Um sapo venenoso, com capacidade de desaparecer e aparecer, podendo se movimentar entre uma coisa e outra.
- Uma arvore que ao invés de folhas tinha penas, no lugar de frutos haviam ovos e suas raízes tinham bicos que buscavam alimento na terra.
- Plantas pegando fogo, mas sem serem consumidas pelo calor.
- Flores coloridas do tamanho de casas.
Depois de tais encontros optamos por retornar a cidade, mas antes enchemos o cantil entregue pelo Capiroto de um pequeno corpo d'agua. Fomos pagos e dividimos o valor.