[0001 - 22/07/2018] Pirâmides suspeitas 1 - Bóia

Cada sessão de jogo terá 1 tópico.

Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.

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longo
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[0001 - 22/07/2018] Pirâmides suspeitas 1 - Bóia

Post by longo »

JOGADORES:
Davi, Gabriel T., Grimm, Guilherme M., Leonardi e Michele
aventura1.PNG
aventura1.PNG (1.81 MiB) Viewed 1837 times
600XP total / 100XP para cada
50Gp por encontrar a entrada da pirâmide
25GP por explorar o mapa do primeiro andar
25GP por explorar as redondezas
25GP por milha explorada
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Total: 20gp,8sp,3cp.
Os mapas ficam na pasta do google drive
https://drive.google.com/drive/folders/ ... sp=sharing
-----

Aliás: fiquem a vontade para dar nomes para as coisas que vocês encontrarem! Vocês são exploradores, é direito de vocês dar nomes as coisas. Se encontrarem uma criatura diferente, deem um nome para ela. Se encontrarem uma floresta, um pântano, uma montanha, deem um nome para as coisas. Coloquem esses nomes nos seus relatórios! Sejam criativos (mas não pejorativos :mrgreen: )
Se vocês tiverem habilidades artísticas, façam um desenho do grupo, das coisas, etc. Contribuam para a fama do seu personagem.
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bichet
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Re: [0001 - 22/07/2018] Pirâmides suspeitas 1 - Bóia

Post by bichet »

Sessão 0001 - 22/07/2018

Saímos da cidade cedo, as 8 da manhã (tá bom, nem tão cedo), e seguimos ao norte da cidade até encontrar uma passagem pelo rio onde é mais raso. Depois de atravessar o rio seguimos o Oeste e subindo em direção depois a nordeste, seguindo com o rio a nossa direita.

Andamos em torno de 22 milhas de caminho até nosso primeiro acampamento, resolvemos parar na beira do rio, mas tinha alguns rastros por perto no ponto que paramos. Fomos para um outro lugar perto do rio com melhor cobertura e afastado das pegadas.

Nos dividimos em 3 turnos, assim como dividimos nossas camas (pois algumas pessoas vão viajar despreparados ¯\_(ツ)_/¯).
Eu estava no terceiro e último turno quando fomos atacados por duas Cockatrices, que são basicamente galinhas gigantes com asas de dragão.

Elas nos atacaram pelo lado do rio e obviamente saíram perdendo, o combate foi curto e deixamos elas por lá. Seguimos um pouco para os lados da trilha das pegadas e fomos ver para onde elas seguiam, achamos uma vila de Kolbots não muito longe, não conseguimos analisar exatamente o tamanho da vila e quantidades de kobolts, mas algo como mais que 10 e menos de 100.

Seguimos em direção da pirâmide fomos até lá e não encontramos uma entrada, rodamos a base toda e fizemos várias procuras, mas não achamos nada. Mas conseguimos detectar que do topo vinha emanava com magia, o Argok subiu a pirâmide, depois o Alp e conseguiram achar uma porta do topo da pirâmide.

Escalamos e entramos todos na pirâmide seguindo por um corredor, fomos andando e um cheiro de podre estava no ar, conforme progredíamos no corredor o cheiro piorava. Chegamos numa sala e encontramos mortos vivos. Matamos todos eles, a luta foi difícil, ficamos com vários feridos no nosso grupo. Revistamos a sala, mas nada encontramos.

Voltamos pelo corredor e seguimos para o outro lado, encontramos um buraco numa entrada na parede, colocamos uma espada no buraco e algo de metal desceu e deixou uma marca dentada na mesma. Outros tentaram a mesma coisa e obtiveram o mesmo resultado, nenhuma surpresa aqui.

Fomos para o outro lado do corredor e tinha um baita buraco no chão, jogamos uma pedra com luz e parece que tem uns 50 feets de altura. Amarramos uma corda na minha cintura e eu desço, o buraco vai diminuindo e sai em um corredor, para a direita tem um corredor com um buraco no final que parece uma fonte de vento, que sopra e puxa ar, no mesmo corredor tem uma pedra grande que vai para o lado oposto da rajada de vento do buraco, a pedra vai percorrendo a extensão do corredor, indo e voltando.
Fico tentando lembrar de alguma história de pedra indo e voltando, alguma coisa relativa a respiração. Obviamente é mágico, porque a pedra faz um movimento contrário da entrada de ar. Não consegui pensar em nenhum evento, deve ter sido feito por algum usuário de magia poderoso.

Para o outro lado tem um corredor, depois um a esquerda, e seguindo mais um corredor a direita, nesse canto tem uma alavanca com um texto "Não aperte, eu sou uma armadilha" e seguindo até o fim do corredor tem uma escada que vai para cima. Falo para a galera e decidimos amarar a corda na alavanca e eu vou para a escada, eles puxam a alavanca com a corda. Era mesmo uma armadilha, e todo o caminho dos corredores pegou fogo e uma das cordas pegou fogo também. A escrita mudou para "Falei que era uma trap, não acione de novo". Quem fez essa armadilha é muito sacana :evil: . Avisei o pessoal e obviamente eles queriam que eu acionasse a alavanca novamente, mas já tinha me machucado um pouco. Trocamos de lugar, eu e o Capiroto, que primeiramente resolveu dar dano na pedra vai-e-vem, ele ficou por um tempo lá até que explodiu a pedra em pedacinhos, mas nada aconteceu (pelo menos que nós tenhamos notado) e o vendo do buraco continuava.

Ele foi para o outro lado e puxou a alavanca, depois correu para se jogar pela escada, obviamente aconteceu a mesma coisa (nenhuma outra surpresa aqui), mas dessa vez pelo menos fomos mais prevenidos puxando a corda restante para não pegar fogo. Agora a mensagem dizia: “Você não é muito esperto né?” :lol:

Como estávamos com alguns feridos e já tínhamos conseguido cobrir tudo o que a Guilda tinha solicitado, resolvemos voltar e fazer o relato dos fatos e das descobertas. Por todo o caminho fui fazendo as medições e acrescentando no mapa os locais que fomos passando.

Itens:
-1 Ração
+1 Espada curta
-1 Corda

25 gold - Chegar na pirâmide
50 gold - Entrar na pirâmide
25 gold - Mapa do primeiro nível
25 gold - Pelas milhas percorridas
125 gold - Total

20 gold / 8 silver / 3 copers para cada
100 xp para cada
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longo
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Re: [0001 - 22/07/2018] Pirâmides suspeitas 1 - Bóia

Post by longo »

O druida proveu rações para vocês com magia de druida marotas.

+25 gold do seu relatório de ação.
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davidossantos
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Re: [0001 - 22/07/2018] Pirâmides suspeitas 1 - Bóia

Post by davidossantos »

Sessão 0001 - 22/07/2018

Visão do Bárbaro:

Destino Pirâmide.

Andamos.

Rio.

Fomos atacados por galinhas voadoras.

Vimos uma vila Kobold.

Tocamos pra Pirâmide.

Subi com uma corda no pico, amarrei, subimos.

Achamos a entrada.

Achamos salas com algumas criaturas, as eliminamos.

Vimos um buraco... não desci, mas ouvi muito barulho e grito daquele lado.

Fomos embora.

/hugzes
Testador de WISDOM amador!

TESTA WISDOM!!TESTA WISDOM!!TESTA WISDOM!!TESTA WISDOM!!TESTA WISDOM!!TESTA WISDOM!!
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Re: [0001 - 22/07/2018] Pirâmides suspeitas 1 - Bóia

Post by GuilhermeZK »

davidossantos wrote: Fri Jul 27, 2018 12:42 pm Sessão 0001 - 22/07/2018
Visão do Bárbaro:
Destino Pirâmide.
Andamos.
Rio.
Fomos atacados por galinhas voadoras.
Vimos uma vila Kobold.
Tocamos pra Pirâmide.
Subi com uma corda no pico, amarrei, subimos.
Achamos a entrada.
Achamos salas com algumas criaturas, as eliminamos.
Vimos um buraco... não desci, mas ouvi muito barulho e grito daquele lado.
Fomos embora.
/hugzes
Tu vê que o cara é macaco véio quando ele comba dumpar Int pra minmaxing E não ter que gastar tempo escrevendo relatório..
Last edited by GuilhermeZK on Fri Jul 27, 2018 11:36 pm, edited 1 time in total.
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Re: [0001 - 22/07/2018] Pirâmides suspeitas 1 - Bóia

Post by Grimm »

Me encontrei com as criaturas que iriam até as pirâmides comigo na taverna chamada Forquilha da Perdição. Eram 5 seres, cada um interessante à sua próprio maneira. Entre eles, dois me intrigaram de início. O pequeno músico, astuto e conhecedor das artes de colocar no papel aquilo que via como se fosse um pássaro. Ele carregava seu instrumento e parecia sempre estar prestes a entoar algum canto popular, mas nunca começava. Outro era um guerreiro alto (para sua espécie ao menos) de cabelos lisos e dourados como feno colhido. Seu nome era Sir. Ele ficava sempre de pé, reto, altivo e não parecia cansado de carregar toda aquela parafernália. Seu queixo parecia sempre olhar para frente enquanto seus olhos se voltavam para baixo, afim de acompanhá-lo. Sua pose pareceria mais natural se estivesse sentado num alto galho, ou talvez sobre um animal de carga. Mas não estava.
Havia ainda um terceiro, que , não fosse pelo tamanho, não o haveria percebido. Era grande como eu, mas muito mais forte e com uma testa sempre franzida. Ele não falava muito. Ao contrário do guerreiro com sua bandeira e armadura, esse usava apenas peles e seu olhar parecia sempre fixo, como se passasse todo seu tempo observando o horizonte.
Os outros dois, um mateiro com seu arco e cabelos descoloridos de água marinha, e outro um homem chifrudo como uma vaca, pareciam mais interessados em seguir viagem.

O bardo identificou no papel o nosso objetivo e sugeriu encontrarmos um modo de cruzar o Rio Ruidoso. Como fazem todos os bichos terrestres (ou pelo menos aqueles da superfície), sugeri que cruzássemos pela parte mais rasa e depois acompanhássemos o rio andando sem preocupação até a parte branca do mapa. Ninguém pareceu se opor, então assim o fizemos.
Chegando no ponto onde marcamos, passamos a andar com mais cautela. Não sabíamos o que havia por lá e numa floresta entre as Montanhas Salgadas e um rio, muita coisa pode acontecer. Chegamos ao local de onde se via a pirâmide, antes de escurecer. O grupo queria seguir e aproveitar a luz do dia, mas sugeri que parássemos ali, perto do rio, e usássemos a luz do dia para entender exatamente onde estávamos parando para dormir. Afinal de contas, descansar na trilha de caça de um predador ou dentro do ninho de uma ave feroz é um erro que só se comete uma vez. Após algumas voltas, o batedor, com seu afinado faro e olhos atentos, encontrou pegadas que levavam para o rio e de volta. Perguntei ao amiguinho voador que ali descansava e ele disse ter visto um bando de criaturas pequenas durante a noite anterior, disse que suas peles brilhavam na luz da lua. Poderiam ser lagartos, ou talvez essa terra tivesse peixes que andavam em terra. O pássaro disse que eles vieram para o rio e depois voltaram na direção das montanhas. Resolvemos, por bem, montar acampamento mais adiante, onde não seriamos incomodados por tais criaturas nem interromperíamos seus afazeres. Dormimos na clareira, sem fogueira para não chamar a atenção, mas fez um pouco de frio. Os cinco que andavam comigo tiveram alguns problemas em planejar quem ficaria com cada turno de vigia, mas ao final, pude ficar acordado só no começo e depois tive um bom sono contínuo. Como era inverno, fez muito frio, mas compartilhamos nossos cobertores e tendas de modo que ninguém tivesse maiores problemas. Conjurei algumas amoras e todos se sentiram muito saciados antes de dormir.

Quando o horizonte começava a clarear, fui acordado pelas vozes altas dos companheiros humanos e o ruído de metal das suas armas. Do outro lado do rio, se aproximavam duas aves muito grandes. Quando me levantei e concentrei minha mente na figura daquelas criaturas, os ventos que carregavam suas asas me revelaram que elas não possuíam nenhum ponto fraco em especial nem qualquer resistência à elementos da natureza. Eram Galinhas Atrozes. Todos se moveram para melhor se defender de suas garradas e bicadas ao mesmo tempo que contra atacavam. Sem muito esforço, as duas aves morreram. A razão de nos atacar nunca foi clara, talvez estivéssemos perto de seu ninho, ou talvez elas haviam sido atacadas pelas criaturas reluzentes na noite anterior. Nesse momento, não faria mais diferença. Juntamos nossas coisas e seguimos viagem em direção primeiro das Montanhas Salgadas, a fim de descobrir que criaturas eram as que deixaram as pegadas, para depois seguirmos à pirâmide.

Com o clarear do dia, alguém se virou pra mim e disse "Ei, quem é você?". Fiquei um pouco surpreso, mas logo percebi que nessa manhã, não havia escondido minha forma original. Já que são poucos os que já viram os da minha espécie, tive de explicar que eu era eu, mas só não parecia eu naquele momento. Eles pareciam um pouco preocupados, mas logo se contentaram. Menos o gigante coberto de peles, que não pareceu se importar muito com aquilo tudo. Caminhamos sorrateiramente até uma colina de onde avistamos uma pequena vila de construções que, para mim, pareciam as de kobolds. Era uma tribo deles! Talvez vinte ou trinta e provavelmente com seu próprio xamã, dado que havia uma construção característica no meio da área. Que interessante seria descobrir mais sobre essa comunidade! Mas por mais que eu insistisse, a maioria queria mesmo era saber sobre a pirâmide primeiro. Então assim seguimos, até que chegamos nela. Era grande! quase 400 ft. de altura e o mesmo de cada lado. Assim que avistei, percebi sua aura mágica. Era uma multidão de escolas de magia se misturando dentro dela (abjuração, ilusão e transmutação). Necromancia ã sua volta não permitia que nenhuma vida prosperasse. Mas o foco de magia mais evidente vinha de seu topo, principalmente da face que era voltada para nós. Circundamos a construção várias vezes procurando uma entrada ou porta secreta, mas nada. Se a magia mais forte vinha do topo, lá deveria ser a parte mais fina das paredes, e assim, sua entrada. Pedi ao gigante que subisse ao topo e amarrasse uma corda para que eu pudesse subir e averiguar. Enquanto o músico enfim cantava uma canção sobre a escalada do gigante, ele um pouco desastradamente, subia ao topo. Corda amarrada e emendando todas as cordas disponíveis, ainda sobraram 100 ft. até a base, que teria de ser escalado sem corda. Sem muito esforço, subi o declive de tijolos até o topo. Foi mais fácil do que pensei, mas nem todos concordaram. No topo, identifiquei um botão e me movendo para evitar qualquer armadilha, pedi que o gigante o apertasse. A face se abriu, liberando do interior da pirâmide um ar antigo e pútrido, como se estivesse fechada há muito, muito tempo. Com a entrada aberta, todos subiram e depois descemos a abertura usando a mesma corda, agora jogada para dentro.

O interior era muito escuro e mais fedido do que antes. Andei na frente dos outros pois podia ver melhor do que eles. a entrada seguia em uma bifurcação. Exploramos os corredores da direita, com cuidado para evitar qualquer armadilha. Enquanto o ar ficava mais podre, vimos algum movimento na escuridão ao fundo. Sir seguiu em frente até perceber que estava no meio de uma sala cercado por quatro esqueletos armados com espada curta e mais dois cadáveres ambulantes. Todos muito raivosos, como alguém que não gostou de ser acordado num amanhacer claramente nascido para dormir. Iluminei três dos esqueletos para que fosse mais fácil vê-los, ao invés do guerreiro ter que lutar segurando sua tocha, além de sua espada, seu escudo, sua bandeira e seu orgulho. Foi um combate feroz. O chifrudo lançando raios que necrosavam a carne dos esqueletos, que infelizmente, não tinham carne pois... eram esqueletos. Eu também me envolvi no combate e ao final tínhamos vários ferimentos, ossos quebrados e corpos dilacerados. Felizmente, os nossos eram apenas os ferimentos. Usei das forças da natureza para fechar os cortes dos outros e comi amoras restantes para que eu também ficasse bem.

Seguimos para o corredor inexplorado, que também não continha armadilhas. Ele levava para um corredor que tinha um buraco na parede em uma extremidade, que ao colocar uma espada dentro, Sir teve seu metal um pouco quebrado devido à algo que desceu e prensou a arma. Parecia um buraco de chave, mas não havia chave alguma ali. Na outra extremidade do corredor, um buraco grande abaixo de nós que afunilava à uns 50 ft. Amarrando uma corda no pequeno bardo, resolvemos fazer uma pescaria com o instrumentista, que foi baixado pelo buraco. Lá embaixo, ele disse ter visto coisas interessantes que desafiavam a lógica. Um buraco na parede que parecia inspirar e expirar, além de uma pedra flutuante que voava no sentido contrário do ar respirado, de um lado para o outro. Havia também uma escadaria com uma alavanca ao final com a seguinte inscrição: Não aperte. Isso é um armadilha!
O bardo, cético, amarrou a corda na alavanca e pediu que puxássemos. Vimos apenas o clarão e sentimos o calor de fogo que de lá subiu junto com o cheiro de pele tostada. A inscrição mudou para: Eu falei que era uma armadilha. Logo, o chifrudo também decidiu descer e averiguar.
Existem aqueles que passam sua vida aprendendo com os erros dos outros. Outros que aprendem rapidamente com seus próprios erros. Há ainda, aqueles que, por não errarem, perdem a oportunidade de aprender. O bardo e o chifrudo, não sendo nenhum destes, resolveram puxar a alavanca novamente. Ácido jorrou das paredes, queimando o infeliz diabrete. A inscrição agora dizia: Você não é muito esperto, não é?
Sem nenhuma solução aparente, o de chifres começou a jogar magias contra a pedra... que após muito tempo, se estilhaçou em pedacinhos causando alguns ferimentos, mas não resolvendo problema algum. Acredito que tenhamos feito o equivalente de quebrar a chave na fechadura. Não desci, pois com meu peso, seria difícil me puxarem para cima novamente, o que me incomodou a viagem inteira de volta.

O grupo resolveu que era hora de voltar, citando um suposto prazo que a missão tinha. Eu, particularmente, não me lembrava de prazo algum, mas saí junto com eles. Havíamos explorado os arredores da pirâmide, encontrado uma forma de entrar e explorado seu primeiro nível. Saímos e nem pudemos investigar a aldeia kobold ali próxima. Tem tanta coisa pra ser vista nessas terras que preciso voltar assim que possível, mas daí, com mais cordas e talvez algo para facilitar as escaladas.
Saindo da pirâmide, tivemos ainda que descer (agora com 50 ft. de corda a menos) e para alguns, isso não foi a mais agradável experiência. Todos tiveram certo sucesso para chegar à base, a não ser por aquele que teve a descida como a de uma maçã que nasce de uma macieira na beira do penhasco. Após todos curados, retornamos para Porta do Diabo pelo caminho que viemos.
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
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