Capiroto nunca foi de escrever relatórios, não quer mostrar para ou outros que em 90% dos casos, ele não faz ideia do que está fazendo, desta vez resolveu abrir uma exceção.
Relatório começa oficialmente aqui

:
Eu estava me acostumando com a volta da rotina dos dias com sol, mas notava os efeitos que a noite longa causava na cidade continuavam fortes, por isso, resolvi procurar aventureiros para tentar acabar com esses problemas, os 2 principais eram a comida e a segurança, principalmente em volta de fogo vivo.
Sendo uma cidade tão próxima do mar, uma das maiores fontes de alimento é a pesca, e as criaturas atacando os barcos, estava afetando fortemente os suprimentos da cidade. aproveitando que no caminho das docas, existe o cemitério, que até a pouco, estava tomado de mortos vivos, seria bom garantir, que um local tão próximo da cidade, esta seguro.
Argok e Azibu se juntaram a capiroto, seguimos rumo ao cemitério e não encontramos nenhum morto vivo na região, o que é um bom sinal, mas notamos uma cripta, que os aventureiros que vieram aqui da ultima vez, não notaram, abri a porta com meus raios de força, e notamos que o único túmulo dentro da cripta tinha sido aberto e fechado novamente, Argok abriu o t'mulo, e vimos uma escada para uma região subterrânea.
Descemos e vimos 3 túmulos e 2 corpos caídos no chão, uma criança e um adulto. Azibu usando seus poderes divinos, notou a presença de mortos vivos na sala, nos preparamos para o combate, quando 5 sombras nos cercaram. seus ataques estavam tirando a força de azibu, por isso, resolvi erguer uma barreira para nos proteger, e com uma parede de fogo, separei as sombras de nós. a combinação do dano causado pela minha parede de fogo, e um poder mágico de azibu, pareceu ter acabado com 4 das sombras, sobrando apenas 1, que parecia ser mais forte que as outras (pode ser que ela não fosse uma sombra, mas meus conhecimentos não são tão profundos contra criaturas mortas), o final da batalha foi bastante simples, 3 contra 1 foi uma luta muito desproporcional, e facilmente derrotamos a ultima criatura.
depois do combate, abrimos os 3 túmulos, onde encontramos um mapa e uma pedra, o túmulo tinha a inscrição:
Cassius, o Justo, e nos outros 2, 2 adagas em um, e uma aljava de flechas no outro (uma das adagas e as flechas eram mágicas), devolvemos tudo, depois de azibu fazer uma cópia do mapa, uma oração, e fizemos um curto descanso antes de seguir viagem.
Chegamos nas docas e a tripulação do barco ja estava pronta nos esperando, seguimos viagem a oeste, e passamos pelo Farol Esquecido (também conhecido pelo nome oficial de farol da ponta) e estávamos prontos para seguir ao sul, qunado Argok viu um algo estranho, quando chegamos perto, era uma baleia que não conseguia descer para o fundo, Argok tentou conversar com ela, mas ela não respondia coisa com coisa, quando ela atacou o barco, decidimos atacar de volta, matamos a baleia, e decidimos leva-la de volta para a cidade, carne de baleira também é carne.
Logo no começo da viagem de volta, percebemos a baleia se mexendo, voei até perto, e notei tubarões comendo a baleia, e para proteger nossa caça, ataquei os mesmos com meus raios mágicos, 3 tubarões conseguiram me puxar pra dentro da agua e me atacar. Argok pulou na agua pra me ajudar, e gritou para mim que a gua estava infestada de tubarões, e não só os 3 que estavam ali perto, Azibu me curou e eu me transformei em um tubarão gigante, com 2 mordidas, consegui matar 2 tubarões que me atacavam, e estava pronto pra ir atrás do terceiro que fugia, quando um cheiro de sangue invadiu minhas narinas, não lembro o que aconteceu comigo, só lembro de vários minutos depois, perceber que eu tinha comido metade da baleia, e estar de barriga cheia. ao final do dia chegamos as docas, separamos um bom pedaço de carne de baleia e fizemos uma festa para os pescadores e trabalhadores das docas. a festa varou a noite (o resto da carne de baleia e a gordura dela, foram entregues para a cidade, que nos pagou muito bem).
A Guilda dos Marinheiros nos deu o título de
Guardiões dos Mares, no outro dia, voltamos ao mar, não encontramos nenhuma criatura misteriosa, mas encontramos uma ancora que estava boiando, com runas mágicas, que ninguém entendia, e também uma garrafa gigante, com um poema escrito em gigante também. ao sul do farol esquecido, vimos uma névoa se formando, o que surpreendeu a tripulação, que nunca tinha visto antes, névoa se formando no meio do dia (geralmente acontece no inicio ou final do dia, segundo o capitão). Completamos nossa viagem, e voltamos para a cidade, com o problema de mantimentos resolvido, mas ainda sem saber o que estava atacando os barcos.