[0026 - 05/01/2019] Um retorno à cova dos bandidos - Bóia

Cada sessão de jogo terá 1 tópico.

Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.

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Grimm
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[0026 - 05/01/2019] Um retorno à cova dos bandidos - Bóia

Post by Grimm »

Mestre: Boia
Aventura: Aralan quer encontrar novamente a cova embaixo de uma caichoeira que encontrou uma vez, quando estava indo para às pirâmides com Alp, Argok, Emmeline e Sir Tyler. Nessa, encontraram as raízes de uma planta que serve para tratar uma doença que está atacando algumas pessoas, bem como a raíz é feita para uma droga que estão vendendo às pessoas da cidade. Será importante rever relatos anteriores dessa incurssão.
Como temos aventureiros que já estiveram lá, a ideia é entrar, pilhar, matar e se vingar (matar os bandidos, lembrando eles de quem somos). É possível também analisarmos se os equipamentos pra preparo das drogas podem ser usados de outra forma, como que para preparar um antídoto pra doença que tem atingido alguns, interrogar os bandidos pra saber se tem outros covis e laboratórios da droga, enfim, eliminar o mal pela raíz.
Depois, estimando que essa missão será "fácil", vamos mapear parte do trajeto da cova dos bandidos até o forte dos paladinos, como mostrado no mapa.
Dia/Hora: 05/Janeiro/2019 (sábado) 12:00 BR

Nível: Qualquer (sugere-se no mínimo level 3)
Tempo: A aventura pode levar no máximo 5 horas, ou até às 17h.
Procurando por: Aventureiros furtivos, um tank, um mago (se possível), o Alp e outros aventureiros que já tenham ido até este local antes.

Formulário de feedback: https://goo.gl/forms/5hG2dTQYmV1rKhTD2

Grupo:
Nome Classe Nivel
Aralan Nailo Paladino 4
Alp Druida 6
Capiroto Warlock 6
Sir Tyler Goldenstar Cavaleiro 6
Kulgan de waterdeep Wizard 3
sugestao de alp.png
sugestao de alp.png (655.38 KiB) Viewed 1005 times
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
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Mauarus
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Re: [0026 - 05/01/2019] Um retorno à cova dos bandidos - Bóia

Post by Mauarus »

Para essa jornada, de rota conhecida, avançamos facilmente. Conversando com Alp, ele disse que a raíz poderia ser alguma coisa boa, já que trata uma doença, mas argumentei que deveria ser melhor utilizada, por nós. Conversamos de tentar sermos furtivos então, assim Alp utilizou da sua magia para nos envolver. No passo normal chegamos próximos à montanha, depois prosseguimos com passo lento.

Nos organizamos para rastrear passos e nos mantermos furtivos, pra tentar achar uma entrada alternativa, mas fomos surpreendidos por ataques de balestras, escondidas atrás das árvores. Eu caí, pois estava me equilibrando e não estava bem posicionado, mas Capiroto e Alp utilizaram fogo e aves (suas magias), para atacar metade dos agressores e outra metade fugiu por um buraco no arbusto.

Conversamos que deveríamos ir todos pela cachoeira, então Sir Tyler tentou atravessar novamente o rio, mas caiu para o lado de dentro da represa. Enquanto isso, Kulgan chegou atrasado, para nos auxiliar. Enquanto eu fui ajudar Tyler com Kulgan, Capiroto e Alp desceram pela cachoeira. Confesso que retirar o Sir Tyler da água foi mais difícil do que eu esperava, com a força da correnteza fiquei inconsciente, mas com a ajuda de Kulgan, conseguimos sair.

Ao acordar, vi movimento novamente atrás do arbusto… como não fomos atrás deles, imagino que voltaram, só não sabia, no momento, onde estavam Alp e Capiroto. Derrotamos três bandidos que voltaram para utilizar as balestras, um derrubou Kulgan, mas no fim, derrotamos os mesmos. Aguardo ansioso para ler o relatório de Alp e Capiroto e entender porque eles se dividiram… e deixaram eu, Sir Tyler e Kulgan com problemas na água, quando eu, responsável pela missão, havia dito para nos reunirmos todos antes de entrar no covil pela queda d’água.

No fim, um dos sucessos da missão foi trazermos três balestras, uma para o barco e outras duas para o forte dos Paladinos. Queimamos as árvores falsas que estavam servindo de cobertura para as balestras, mas não verificamos a armadilha que encontramos na ponte (que não estava lá antes). Um dos fracassos, não recuperamos raízes para tentar trabalhar um antídoto para nosso aliado que está precisando.

E antes que eu me esqueça, o nome do nosso barco será Dragão Tartaruga. Que Zeboim proteja suas navegações.
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