Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.
Mestre: Trevisan Aventura: O antigo forte dos Paladinos vai virar um recurso para a cidade de FogoVivo, mas os trabalhadores que começaram o projeto reclamaram que escutaram barulhos estranhos vindo da Floresta ao nordeste do forte. E para piorar, dois trabalhadores estão sumidos. Alguém deve investigar o que está acontecendo! Dia/Hora: 24/11/2018 Timezone: https://notime.zone/LRt1McSTfk20x Nível: 1 a 6 Tempo: A aventura pode levar no máximo 8 horas. Procurando por: aventureiros sem medo do perigo. Recompensa: 100GP, que serão destinados a comprar armas de prata que ajudarão ao combate dos homens ratos. Possíveis itens encontrados serão repartidos entre o grupo conforme necessidade.
Grupo atual:
Nome
Classe
Nivel
Capiroto
Warlock
5
Argok Ironfur Thorak
Barbarian
4
Emmeline
Barda MC
4 (ou 5, não lembro se vc subiu na ultima aventura ou não)
Voltamos para o forte e na noite fomos atacados por ratos, o Prospero foi pego e abusado pelos ratos. Acordamos e conseguimos bater nos 3 ratos, depois jogamos os ratos para queimar na forja, mas antes eu desenhei o rosto das pessoas para ver se alguém reconhece essas pessoas. Conseguimos dormir até o outro dia e partimos para a floresta maldita. Seguimos meu mapa e fomos até o local que paramos da última vez, chegando lá uma força invisível começou a bater na galera, primeiro no Argok e depois em mim, quase me derrubou a filha da putagem.
O Capitoto resolveu soltar um darkness, ninguém enxerga nessa bosta mais. O pessoa tenta bater no Argok e ele tenta segurar na volta, mas as mãos atravessam a criatura, quando ela anda o Capitoro consegue ver uma movimentação ele avisa que foi para perto da árvore, o problema é que tem várias árvores. Eu calculo para pegar de onde ele pegou no Argok e duas árvores e o filha da mãe começa a brilhar um pouco, parece uma assombração purpura agora, ainda sem muita forma definida. Argok e Próspero vão para cima, eu e Capitoro ficamo de longe. As espadas passam pela criatura, mas parece que pega a criatura. Fomos dando danos, de pouco a pouco a criatura foi desfalecendo. A criatura era um Invisible stalker, alguém deve ter conjurado ele para nos atacar, é um ritual e fica no comando do seu mestre para atacar uma pessoa ou um grupo, deve ser coisa da bruxa.
Pegamos um rastro e fomos seguindo, mas a noite vai caindo e paramos para fazer o acampamento e descansar. No segundo turno a coruja do Capitoro avisa que tem perigo chegando. Avistamos uma cobra gigante chegando da direita, mas fomos pegos de surpresa por uma outra cobra vindo do lado direita, essa era toda estranha, tinha umas coisas no corpo. Consegui deixar a primeira cobra paralisada e focamos na segunda. Mas mesmo assim ela derrubou o Capiroto e o Próspero. No fim conseguimos bater nela e focamos na segunda cobra, essa foi mais fácil. Essas cobras foram influenciadas pela essa aura de magia estranha, o mesmo que acontece por estar chovendo o tempo todo, é uma magia distorcida.
Conseguimos terminar de descansar e partimos, mas o rastro estava mais difícil de ser localizado, precisamos deduzir para onde ir. Fomos andando e a coruja avistou uma entrada, era um covil, uma caverna. Entramos e encontramos a bruxa, dois ratos e um dos trabalhadores em uma gaiola em cima de um caldeirão. Eu consegui congelar a bruxo e um rato, tudo parecia bem, mas veio um sapão FDP das sombras e me bateu, me linguou e engoliu, acabando com a magia que eu tinha feito e fudendo a minha vida. Ficou me dando dano e eu lá dentro, não sei o que rolou, mas conseguiram matar o sapo e fui cuspida. Nisso o Argok conseguiu derrubar um rato. Agora temos um rato e a bruxa maligna feiosa, boba e mamicuda.
Conseguimos derrubar o outro rato e a velha depois de tomar uns danos correu para o caldeirão, arrancou e jogou o braço dela dentro, fez um redemoinho e pulou dele, a fujona se teletransportou. Todo mundo saiu correndo e pulou dentro, mas eu e o Capiroto fomos cuspidos para fora. Ficamos ali, investigamos algumas coisas, encontramos uma outra entrada na caverna e soltamos o carinha. Ao sair da caverna já dá para perceber que a chuva parou e que a quantidade de animais rastejantes diminuíram.
Como o mapa conseguimos achar nosso caminho de volta para o forte, depois de um tempo os outros dois chegaram. Retornamos e investigamos a entrada dentro da caverna, era o covil dela propriamente dito, cheio de bugiganga, e teste mostrou umas coisas mágicas ali dentro:
- Moeda. Parece algo histórico, a habilidade é achar que ela é muito importante.
- pote de vidro com olho boiando - Olho de clérigo, se uma criatura morto vivo chegar até 30 metros a pupila dilata e mostra a direção.
- garrafa com algo pequeno e vermelho tipo melaço. Poção de cura retardada, você toma ela e por uma hora quando chegar na metade do pontos de vida você cura 1d6.
- frasco com umas nuvens redondas que deixa enojado. Poção do gosto ruim, dura 24 horas, se alguém te engolir você é cuspido para fora.
- frasco com coisas coloridas flutuando dentro do líquido. Poção de adaptação de dano, você toma ela e fica resistente desse dano por uma hora, é o primeiro tipo de dano que você tomar.
XP - 2200
Gold - 118
Prata - 7
Cobre - 5
Equipamentos:
25 gp - 5 espadas curtas
350 pg - entre jóias e moedas dentro do covil
Escrever relatórios como se fosse livro é muito cansativo.... Também, escrever na 3a pessoa é mais difícil ainda.
Capítulo 4 - A maldição dos homens-rato
Prospero ficou sabendo que Capiroto estava planejando uma expedição para finalizar com a bruxa e os homens-rato. A ideia era interessante, mas exigiria que Prospero se equipasse melhor. Ele se dirigiu ao mercado da cidade para comprar uma espada banhada em prata. O preço chega a ser ridículo e aparentemente os artesãos da cidade se uniram em um complô, onde o preço de qualquer arma seria adicionado de 100gp. Uma faca de prata custa o mesmo que uma espada de prata. Prospero, sem escolha, vendeu sua espada anterior e juntou o dinheiro que havia guardado desde que chegou e comprou a espada. Sentido sua barriga roncar, ele não ficou feliz com a escolha, mas imaginou que poderia encontrar muito mais riquezas nas aventuras e sobreviver as aventuras era ainda mais importante. Comer carne teria que ficar para outro dia.
O grupo, desta vez composto de Prospero, Argok, Emmelline e Capiroto, saiu logo de manhã e foi em direção ao forte. O caminho agora já era bem conhecido e com muita prática eles chegaram lá antes do final do dia. As chuvas que nas semanas passadas pareciam ter sido convocadas somente para atrapalhar os aventureiros deram uma trégua e os dias estavam frescos e até bons de caminhar.
No forte, o grupo não perdeu tempo e foi logo dormir, para partir no dia seguinte de manhã cedo. Prospero decidiu pegar o primeiro turno de vigia enquanto os outros dormiam, tranquilos sabendo que alguém competente estava lhes protegendo. Logo na primeira hora, após olhar os arredores, prospero decide comer um pouco da sua ração de viagem. Assim que ele abaixou-se para pegar sua mochila, vários homens-rato saíram das sombras, como que se teletransportando em sua direção. Pego em desvantagem e ainda um pouco assolado pela fome, Prospero recebeu mordidas e espadadas das criaturas. Por mais que ele tenha se defendido, elas conseguiram coloca-lo no chão.
Prospero acordou alguns segundos depois, com Emmelline curando-o com seu toque e com o poder de sua música. Prospero sempre se sentindo traído pelo universo por nunca ter conseguido tornar-se um mago como os outros de sua família, sente-se atraído por toda forma de poder místico. Um dia ele descobriria mais sobre os mistérios arcanos. De qualquer forma, vendo que o comba tinha acabado, o resto voltou a dormir enquanto prospero terminou de fechar seus ferimentos com seu poder arcano. O Demogorgon sente cada vez que ele usa o poder, mas nada pode fazer contra Prospero. Interessantemente, uma das feridas do homem-rato não cicatrizou corretamente. Conhecidos por espalhar maldições, Prospero pensa que ele possa ter contraído a maldição dos homens-rato. Ele procura um pano para esconder a ferida para que os outros não vejam. Ele teria que lidar com isso mais tarde.
---Prospero continua a escrever depois de bastante tempo, não lembra mais de tudo o que aconteceu.
No dia seguinte, o grupo vai até a floresta, onde tinhamos parado da ultima vez. Fomos atacados por uma criatura invisível e muito forte. Capiroto resolve igualar o campo de jogo e utiliza seus poderes para deixar tudo escuro. Nós não vemos nada, mas aparentemente nem a criatura. Emmeline consegue eventualmente calcular a distância da criatura e usar um fogo faérico, que acaba por mostrar a silhueta da criatura. Os ataques físicos tem efeito eventualmente a criatura cai. Identificamos ela como um perseguidor invisível, criatura geralmente convocada para perseguir e rastrear , obra de bruxa malígna sem dúvida. Minha espada logo atravessará a barriga dela.
Argok seguiu no rastro mas novamente criaturas da floresta nos atacaram a mando da Bruxa. Desta vez era uma cobra e uma espécie de monstro-planta. Minhas espada tem muito efeito em cortar a parte planta da criatura, mas eventualmente sou derrubado - meus poderes ainda não se comparam aos de Emmeline e Argok. Felizmente os colegas de aventuras são vitoriosos e curam minhas feridas.
Fazendo um breve descanso, seguimos o rastro anterior até o covíl da criatura. Econtramos a bruxa, dois homens rato e um dos trabalhadores presos. A bruxa novamente convoca um monstro, desta vez um sapo gigante, que engole Emmeline. Argok entreteu-se com um dos homens ratos e partimos para cima do sapo, para ver se conseguíamos salvar Emmeline. Após algumas espadadas, ela foi cuspida e a criatura abatida, enquanto isso Argok causava graves ferimentos com uma espada de prata.
Partimos para cima da Bruxa e quase derrubamos ela, mas ela fugiu por um portal dentro do seu próprio caldeirão. Argok e eu conseguimos entrar no portal e perseguir a Bruxa, mas ela continuou a convocar árvores para nos perserguir. Tentamos nos aproxima e demos mais alguns ataques contra ela, mas as árvores acabaram por nos bloquear o caminho. Sem mais o que fazer, andamos até encontrar nosso caminho de volta até o forte, onde encontramos Emmeline e Capiroto. Voltamos para ver se tinha ficado algo no covíl da criatura e encontramos alguns items interessantes:
- Uma moeda que faz com que quem segurar ela ache que a moeda é muito importante (nem tão interessante assim)
- Um pode de vidro com um olho boiando - Detecta mortos vivos em até 30 metros
- Uma poça de cura retardada, quando você toma ela, ela cura 1d6 pontos de vida quando você chegar na metade da vida.
- Frasco com poção do gosto ruim - pode ser usada para fazer uma criatura te cuspir, caso ela te engula.
- Frasco de adaptação de dano - Você fica resistente ao primeiro tipo de dano que tomar, por uma hora.