Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.
Mestre: Boia Aventura: O conselho deseja utilizar o forte recém descoberto para aumentar sua esfera de influência, mas primeiro ele precisa ser analisado e verifcado se pode ser usado ou não e se qualquer problema existe por lá e caso exista, que o perigo seja eliminado.
Haviamos descoberto uma fortaleza na nascente do Braço Médio aparentemente ocupada por paladinos de uma ordem que venerava um deus do combate bom. Quando primeiro explorei dentro das muralhas, vi que o local era repleto de corpos e bandeiras rasgadas, resultantes de uma grande batalha. O local parecia abandonado. Logo depois, vimos que el poderia ser usado como guarnição pré-construída para que FogoVivo aumentasse sua área de proteção, só precisavamos nos certificar de que ele estava de fato desocupado. Então parti junto com Sir, Argok, Emmeline e Capiroto para averiguar a situação da fortaleza.
A fim de ver se as pontes recém construídas pela Guilda dos Pedreiros estavam bem feitas, fizemos uma inspeção. Na ponte que cruzava o Rio Ruidoso, fomos surpreendidos pela guarda da cidade, que se defendia dos ataques de um troll. Quando paramos para conversar com o mesmo (eu e Argok usando a língua dos Gigantes), descobrimos que a besta era bastante inteligente e exigia pedágio para que pudéssemos cruzar a ponte, dizendo que ela agora pertencia a ela. Após tentarmos dialogar e tentar resolver as coisas de forma a evitar um confronto, ficou claro que não haveria outra maneira. Argok se lançando em sua direção, deu início ao combate. O troll se regenerava depois de cada série de ataques e a ponte estreita não permitia que mais de dois combatentes o enfrentassem. Depois de muita luta, a criatura quase derrotada resolveu fugir. Eu não iria deixar barato, e pulei no rio atrás do troll fujão, usando pela primeira vez minha forma de polvo, muito mais ágil que qualquer outra criatura ali presente. Argok com muita bravura e enraivecido, saltou logo atrás. A lâmina de seu machado cortando o ar enquanto caía e partindo as costas do troll ao mesmo tempo que atingia á água. Depois de resolver o combate, encontrei uma bolsa cheia de moedas de ouro embaixo da ponte. Seguimos então até a segunda ponte, que cruzava o Braço Próximo. Como esperado, lá havia outro troll, nem de perto tão inteligente quanto o outro, mas trabalhando em conjunto. Antes de sequer iniciar a briga, jogamos a cabeça do companheiro troll aos pés de criatura, que entendeu que não estávamos ali para brincadeira.
Essa luta foi mais organizada, mas complicou quando ambos Argok e Sir foram empurrados para dentro do rio. Felizmente, em minh forma de polvo e com as magias de Emmeline e Capiroto, derrotamos também este oponente.
Seguindo até a fortaleza sem muitos problemas, chegamos e resolvemos escalar as muralhas ao invés de tentar forçar o portão. Dentro das muralhas, não havia ninguém, nem mesmo os corpos que eu havia encontrado anteriormente. Nos preparamos para um possível combate com mortos-vivos. Entrando nos prédios, investigamos a fim de descobrir o que havia acontecido, mas nenhuma pista. Foi quando entramos no prédio principal que descobrimos uma sala com ícones religiosos e um homem de armadura ajoelhado. Quando o acordamos, ele não parecia saber onde estava, nem se estava vivo ou morto. No refeitório, corpos ainda sentados em suas cadeiras e o relato do soldado que dizia que alguém havia traído a ordem e assassinado a todos. O soldado andava de um lado a outro, como se estivesse sonâmbulo. Seguimos ele até o porão, onde ele disse que poderia resolver o problema. Lá encontramos quatro armários. O soldado pediu que pegássemos itens para que ele pudesse consertar o problema. Foi quando uma grande sombra apareceu, dizendo que foi o próprio soldado que matou a todos, traindo a ordem e causando a sua destruição. Parecia uma tentativa de nos enganar, então enfrentamos a sombra e seus fantasmas, conseguindo finalmente derrotá-los.
Por fim, o soldado realizou seu ritual. E para nossa surpresa, a sombra estava certa. O soldado traidor, se transformou em um aterrador caveleiro da morte e sua armadura mágica o tornava forte além do esperado. Já no início, Emmeline teve a grande idéia de lançar uma magia que esquentava metal ao ponto de incandescer na armadura do cavaleiro. Esse não a podia remover, e recebia as graves queimaduras de novo e de novo. Depois de muitas batalha, amigos caídos e levantados, finalmente derrubamos nosso oponente e livramos a Fortaleza dos Paladinos do mal que a assombrava, também libertando qualquer alma que ali estivesse presa. A sala ainda continha uma parte guardada por uma barreira mágica que eu não pude desfazer, mas que atrás dela aparentava haver uma forja com equipamentos de ferreiro. Entretanto, haviamos terminado a missão e limpado a fortificação, liberando-a para que a cidade agora tivesse mais um local para proteger seus viajantes, então voltamos contentes para FogoVivo.
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
Estávamos indo de boa começando nossa viagem para o Forte dos Paladinos e deparamos com a porra de um Troll na ponte. Ele colocou na cabeça dele que a ponte construídade pela cidade é dele e queria cobrar pela nossa passagem. Depois ainda tentou negociar desconto se a gente acabasse com a concorrência dele, um outro Troll na outra ponte, mas olha que espurco. Resultado levou na orelha, agora tenho que admitir, a porrada dele dói, ou pelo menos pareceu doer, Sir Tyler pode descrever melhor. Mas ele arregou e pulou no rio para tentar se salvar, Alp se transformou numa lula e correu, melhor, nadou atrás. Argok não quis saber e pulou na água. A criatura não conseguiu escapar, por fim picamos e botamos fogo na criatura.
Sobrou só a cabeça dele e levamos para o Troll da outra ponte. Esse era burro que só, mas continuava bom de porrada, jogou o Sir Tyler e o Argok fora da ponte. Mas mesmo assim não foi páreo para nós. Seguimos para o Forte, descansamos no caminho. Ao chegar lá pulamos o muro e entramos, não tinham mais caveiras por ali. Entramos na sala da esquerda e tinham algumas caveiras. Aparentemente um dos baners era de um Deus anão. Tem diversas bandeiras, talvez paladinos de deuses diferentes viviam aqui. No prédio da direita parece ser um dormitório, com coisas meio podres.
Entramos pelo grande salão, estava tudo escuro, encontramos numa sala que com certeza é religiosa, pois tem uma altar, e parado no meio da sala tinha um cara, de armadura completa, ele parece estar rezando. O Sir Tyler encosta nele e ele começa a se levantar, a espada dele está cravada no chão. Ele começa a conversar com o Sir Tyler, parece que ele acha que está no passado, está com problema com as datas. Aparentemente ele que cuida desse lugar, pelo menos ele diz que é responsabilidade dele. O cara foi andando e saiu da sala, ele foi para um salão que parecia uma sala de janta grande, lá tinham mais 8 vestidos igual à ele, mas estavam largados, a grande lareira estava apagada. O paladino obnubilado só fica murmurando algumas coisas, ele achava que estávamos todos no mundo dos mortos, falamos que não, que era um mundo prisão, quando falo para ele levantar a viseira é um esqueleto com olhos brilhando. OK ele está morto.
O Sir Tyler consegue abrir a porta/parede, dei um pito no esqueleto e seguimos para a porta, que segundo ele leva a forja e que é lá que a maldição pode ser quebrada. Alcançamos a forja, lá tinha o fantasmão, ele disse que não é para ajudar a quebrar a maldição porque o paladino não merece ficar livre, é tudo culpa dele. Surgiu mais 3 fantasmas e começaram a nos bater, o paladino ficou parado sem fazer nada. Puta, como é chato bater em fantasma. Tentaram até possuir o Capiroto, mas ele conseguiu libertar-se. Por fim conseguimos acabar com os fantasmas e terminar a maldição, mas obviamente o esqueloto puto nos atacou porque ele é ruim mesmo, o que já era esperado porque era cuzão. Mas conseguimos acabar com ele também. O Forte está mais limpo agora e quem sabe pode ser usado pela cidade.