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[0008 - 29/09/2018] Socorro, Aranhas 2 - Bóia
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[0008 - 29/09/2018] Socorro, Aranhas 2 - Bóia
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
1d12 slashing damage.
Re: [0008 - 29/09/2018] Socorro, Aranhas 2 - Bóia
Relato de Alp:
Dessa vez, Emmeline se juntou ao grupo formado por mim, Sir e Capiroto para tentar acabar com o mal causado pelas aranhas na Floresta Branca. Eu sabia que as aranhas estavam criando toda a teia, mas o problema real era a ruptura de linhas mágicas que encontramos tanto na floresta ao pé das montanhas, quanto na Floresta Branca. Essas quebras que faziam a magia penetrar nesse mundo não eram naturais e estavam por trás de todas aquelas criaturas super crescidas com as quais a cidade estava tendo problemas. Descobrimos que o mago na clareira estava usando as energias para suas experiências. Eu acredito que ele também é a chave para acabar com o problema.
Deixamos a cidade em direção ao sul, para ver os estado das teias. Felizmente, aquelas que cobriam os campos já começavam a se desfazer, já que as aranhas restantes provavelmente tinham de trabalhar dobrado para manter as teias que cobrem a floresta, já que o calor e chuvas da primavera as derretiam pouco a pouco. Caminhamos então até o ponto onde havíamos primeira entrado na floresta, duas semanas antes, a fim de chegar o mais rápido possível até a clareira onde se encontrava o mago. Capiroto agora tinha uma aranha pequena que o acompanhava e ele podia ver através de seus olhos, não necessitando mais que eu fizesse o trabalho de vigia e pudesse me concentrar em abrir mais do caminho.
As aranhas agora se comportavam de maneira completamente diferente de aranhas normais. Ao invés de se manterem sozinhas em suas teias, distantes umas das outras, as oito aranhas restantes se movimentavam rapidamente e em formação para proteger o domo de teias na clareira ou repelir invasores que tentassem chegar a ela.
Avançamos, dessa vez abrindo um caminho largo onde poderíamos enfrentar as aranhas sem que elas ficassem se escondendo nas teias. Agora com uma estratégia combinada, talvez seria menos custoso enfrentá-las, contanto que não atacássem todas juntas. Há quase uma hora de distância da clareira, uma aranha entrou em nosso caminho pela esquerda. Ela era toda branca, da cor das teias, mas um frio congelante emanava dela. Assim que a vimos, recuamos todos para o meio do caminho sem teias, todos juntos, preparados para o ataque. Eu conjurei um esfera flamejante como um pequeno sol que queimava tudo ao seu redor e assumi minha forma lupina. Sir a acertava com sua espada eletrificada enquanto os outros dois soltavam múltiplos raios mágicos em sua direção. Mesmo esta desferindo golpes de veneno e gelo, nossa formação estava dando certo. O problema foi quando apareceu uma segunda aranha branca, que com uma onde de frio, derrubou Emmeline e deixou Capiroto gravemente ferido. Arremessei minha bola de fogo em cima da segunda aranha, que agora tinha muita dificuldade para se movimentar. Se andasse seria atacada por aqueles que a ameaçavam, se ficasse, seria queimada pelo fogo. Rapidamente dando fim na primeira aranha, pudemos focar toda nossa ira contra a segunda, que mesmo derrubando Capiroto, ele ainda pôde se levantar e matamos ela finalmente, com um golpe cortante de Sir que a arremessou para dentro do fogo. A batalha foi dura e queriamos descansar, mas as outras aranhas avançavam para nos cercar. Não sobreviveriamos a mais um ataque desses em seguida, então corremos todos para fora da floresta, a fim de descansar e passar uma noita cuidando de nossos ferimentos na segurança da planície. Montamos acampamento com fogueiras acesas em volta do local para ver qualquer ameaça que se aproximasse.
Na manhã seguinte, decidimos tentar avançar mais. Sabendo que as aranhas eram atraídas por nossa presença quando interagiamos com as teias, Capiroto mandou sua aranha para andar fora do caminho e vigiar, enquanto nós avançávamos pelo caminho já aberto, cuidando para não enconstar nas teias e alertar as aranhas guardiãs. Conseguimos chegar até o domo, mesmo as aranhas aparentemente cientes de nossa presença (pois foi necessário abrir mais caminho até chegarmos), ela nos cercaram, mas não atacaram, e conseguimos abrir caminho até a grande clareira. As árvores lá dentro, sofrendo com a falta de sol e chuva, já começavam a amarelar, como se fosse outono. Parei para conversar com uma das pequenas aranhas que se encontrava por ali.
A aranha dizia que foi o “mestre” (presumidamente o mago) quem criou as aranhas grandes, mergulhando elas no lago mágico, matando as que ele não pôde controlar ou que não tiveram o resultado esperado. Esses experimentos macabros tinham que acabar! Aranhas são tão parte desse ambiente quanto nós e não podem ser tratadas dessa forma, deturpando suas vidas e mutilando seus corpos para o prazer desse ser. A pequena aranha parecia estar sob a influência do “mestre” e disse também que foi ele que ordenou que construíssem as teias e o domo, além de guardar o local contra qualquer um que chegasse perto. Segunda, ela, ele podia ouvir nossa conversa, então sabia muito bem tudo o que estava causando. Ela apontou a direção do mago e do gigante no meio da clareira e para lá fomos.
No caminho, nos deparamos com o lago onde Capiroto havia bebido o líquido mágico. Emmeline explicou que uma ruptura dessas na linha mágica só poderia ser resolvida de três formas:
1. Parar de utilizar a magia do local e deixar que a linha se reparasse normalmente, o que só poderia acontecer sem a presença do mago.
2. Utilizar e exaurir toda a força mágica do local. Mas isto poderia ter consequências imprevisíveis e talvez desastrosas.
3. Realizar um ritual para selar o vazamento. Mas infelizmente, Emmeline não conhecia esse ritual ainda e só poderia realizá-lo junto com um mago de grande poder.
Enquanto ouviamos a explicação, Capiroto não perdeu tempo e se botou a beber novamente a gosma mágica do lago. Mas dessa vez não teve um resultado agradável.
Ele começou a vomitar todo aquele líquido. Ele havia bebido apenas alguns goles, mas parecia vomitar muito mais líquido e também pedaços sólidos, e a pilha de material gosmento só aumentava e aumentava, chegando a ficar maior que ele.
De todo aquele material pútrido, se levantou uma enorme criatura vinda diretamente das entranhas do chifrudo. Tinha boca, braços, mas nenhuma perna. Era um horrendo monstro de vômito mágico!
Quando atacamos com nossas magias ou a espada eletrificada de Sir, o vômito sorria, como se estivesse se alimentando daquela energia mágica. Quando Sir, a acertou com sua espada sem os raios, o monstro não gostou, se jogando em cima do guerreiro e o cobrindo por completo sem que ele pudesse se livrar. Depois de algum esforço, Sir foi vomitado pelo vômito. As pauladas com os braçoes da criatura doíam muito e seu ácido queimava a pele. Capiroto foi acertado e teve de se afastar, enquanto Emmeline, também vulnerável, tomou distância. Minha forma de lobo não durou muito contra os ataques e logo estávamos perdendo, tendo sérias dúvidas se sobreviveríamos. Até Sir não aguentaria muito mais daquilo.
Foi quando Capiroto criou uma nuvem de escuridão que foi capaz de cobrir ele e Emmeline dos avanços da criatura. Entendendo a estratégia, criei também uma grande lufada contínua de vento que empurrava tudo para trás e dificultava o deslocamento da gosma. O combate se tornou uma repetição de bater e se esconder na escuridão. Com a minha forma de urso, eu ficava para fora, a fim de atrair a criatura, enquanto meu vento a afastava. Os outros deixavam o abrigo da escuridão para bater e depois recuavam pra lá novamente. Depois de muitas garradas e mordidas, golpes e flechadas, fomos capazes de reduzir bastante o tamanho da criatura. Nosso trabalho em equipe nos funcionou bem, ao ponto em que finalmente derrotamos o monstro. Mas não sem nos esgotarmos completamente, tornando impossível uma investida contra o mago e seu gigante. Não podendo descansar ali (e o tempo da aventura estar acabando), resolvemos que era hora de voltar para FogoVivo. Ainda teremos que voltar para derrotar o mago e seu guardião. Estou convencido agora de que esta é a única solução para o problema.
Dessa vez, Emmeline se juntou ao grupo formado por mim, Sir e Capiroto para tentar acabar com o mal causado pelas aranhas na Floresta Branca. Eu sabia que as aranhas estavam criando toda a teia, mas o problema real era a ruptura de linhas mágicas que encontramos tanto na floresta ao pé das montanhas, quanto na Floresta Branca. Essas quebras que faziam a magia penetrar nesse mundo não eram naturais e estavam por trás de todas aquelas criaturas super crescidas com as quais a cidade estava tendo problemas. Descobrimos que o mago na clareira estava usando as energias para suas experiências. Eu acredito que ele também é a chave para acabar com o problema.
Deixamos a cidade em direção ao sul, para ver os estado das teias. Felizmente, aquelas que cobriam os campos já começavam a se desfazer, já que as aranhas restantes provavelmente tinham de trabalhar dobrado para manter as teias que cobrem a floresta, já que o calor e chuvas da primavera as derretiam pouco a pouco. Caminhamos então até o ponto onde havíamos primeira entrado na floresta, duas semanas antes, a fim de chegar o mais rápido possível até a clareira onde se encontrava o mago. Capiroto agora tinha uma aranha pequena que o acompanhava e ele podia ver através de seus olhos, não necessitando mais que eu fizesse o trabalho de vigia e pudesse me concentrar em abrir mais do caminho.
As aranhas agora se comportavam de maneira completamente diferente de aranhas normais. Ao invés de se manterem sozinhas em suas teias, distantes umas das outras, as oito aranhas restantes se movimentavam rapidamente e em formação para proteger o domo de teias na clareira ou repelir invasores que tentassem chegar a ela.
Avançamos, dessa vez abrindo um caminho largo onde poderíamos enfrentar as aranhas sem que elas ficassem se escondendo nas teias. Agora com uma estratégia combinada, talvez seria menos custoso enfrentá-las, contanto que não atacássem todas juntas. Há quase uma hora de distância da clareira, uma aranha entrou em nosso caminho pela esquerda. Ela era toda branca, da cor das teias, mas um frio congelante emanava dela. Assim que a vimos, recuamos todos para o meio do caminho sem teias, todos juntos, preparados para o ataque. Eu conjurei um esfera flamejante como um pequeno sol que queimava tudo ao seu redor e assumi minha forma lupina. Sir a acertava com sua espada eletrificada enquanto os outros dois soltavam múltiplos raios mágicos em sua direção. Mesmo esta desferindo golpes de veneno e gelo, nossa formação estava dando certo. O problema foi quando apareceu uma segunda aranha branca, que com uma onde de frio, derrubou Emmeline e deixou Capiroto gravemente ferido. Arremessei minha bola de fogo em cima da segunda aranha, que agora tinha muita dificuldade para se movimentar. Se andasse seria atacada por aqueles que a ameaçavam, se ficasse, seria queimada pelo fogo. Rapidamente dando fim na primeira aranha, pudemos focar toda nossa ira contra a segunda, que mesmo derrubando Capiroto, ele ainda pôde se levantar e matamos ela finalmente, com um golpe cortante de Sir que a arremessou para dentro do fogo. A batalha foi dura e queriamos descansar, mas as outras aranhas avançavam para nos cercar. Não sobreviveriamos a mais um ataque desses em seguida, então corremos todos para fora da floresta, a fim de descansar e passar uma noita cuidando de nossos ferimentos na segurança da planície. Montamos acampamento com fogueiras acesas em volta do local para ver qualquer ameaça que se aproximasse.
Na manhã seguinte, decidimos tentar avançar mais. Sabendo que as aranhas eram atraídas por nossa presença quando interagiamos com as teias, Capiroto mandou sua aranha para andar fora do caminho e vigiar, enquanto nós avançávamos pelo caminho já aberto, cuidando para não enconstar nas teias e alertar as aranhas guardiãs. Conseguimos chegar até o domo, mesmo as aranhas aparentemente cientes de nossa presença (pois foi necessário abrir mais caminho até chegarmos), ela nos cercaram, mas não atacaram, e conseguimos abrir caminho até a grande clareira. As árvores lá dentro, sofrendo com a falta de sol e chuva, já começavam a amarelar, como se fosse outono. Parei para conversar com uma das pequenas aranhas que se encontrava por ali.
A aranha dizia que foi o “mestre” (presumidamente o mago) quem criou as aranhas grandes, mergulhando elas no lago mágico, matando as que ele não pôde controlar ou que não tiveram o resultado esperado. Esses experimentos macabros tinham que acabar! Aranhas são tão parte desse ambiente quanto nós e não podem ser tratadas dessa forma, deturpando suas vidas e mutilando seus corpos para o prazer desse ser. A pequena aranha parecia estar sob a influência do “mestre” e disse também que foi ele que ordenou que construíssem as teias e o domo, além de guardar o local contra qualquer um que chegasse perto. Segunda, ela, ele podia ouvir nossa conversa, então sabia muito bem tudo o que estava causando. Ela apontou a direção do mago e do gigante no meio da clareira e para lá fomos.
No caminho, nos deparamos com o lago onde Capiroto havia bebido o líquido mágico. Emmeline explicou que uma ruptura dessas na linha mágica só poderia ser resolvida de três formas:
1. Parar de utilizar a magia do local e deixar que a linha se reparasse normalmente, o que só poderia acontecer sem a presença do mago.
2. Utilizar e exaurir toda a força mágica do local. Mas isto poderia ter consequências imprevisíveis e talvez desastrosas.
3. Realizar um ritual para selar o vazamento. Mas infelizmente, Emmeline não conhecia esse ritual ainda e só poderia realizá-lo junto com um mago de grande poder.
Enquanto ouviamos a explicação, Capiroto não perdeu tempo e se botou a beber novamente a gosma mágica do lago. Mas dessa vez não teve um resultado agradável.
Ele começou a vomitar todo aquele líquido. Ele havia bebido apenas alguns goles, mas parecia vomitar muito mais líquido e também pedaços sólidos, e a pilha de material gosmento só aumentava e aumentava, chegando a ficar maior que ele.
De todo aquele material pútrido, se levantou uma enorme criatura vinda diretamente das entranhas do chifrudo. Tinha boca, braços, mas nenhuma perna. Era um horrendo monstro de vômito mágico!
Quando atacamos com nossas magias ou a espada eletrificada de Sir, o vômito sorria, como se estivesse se alimentando daquela energia mágica. Quando Sir, a acertou com sua espada sem os raios, o monstro não gostou, se jogando em cima do guerreiro e o cobrindo por completo sem que ele pudesse se livrar. Depois de algum esforço, Sir foi vomitado pelo vômito. As pauladas com os braçoes da criatura doíam muito e seu ácido queimava a pele. Capiroto foi acertado e teve de se afastar, enquanto Emmeline, também vulnerável, tomou distância. Minha forma de lobo não durou muito contra os ataques e logo estávamos perdendo, tendo sérias dúvidas se sobreviveríamos. Até Sir não aguentaria muito mais daquilo.
Foi quando Capiroto criou uma nuvem de escuridão que foi capaz de cobrir ele e Emmeline dos avanços da criatura. Entendendo a estratégia, criei também uma grande lufada contínua de vento que empurrava tudo para trás e dificultava o deslocamento da gosma. O combate se tornou uma repetição de bater e se esconder na escuridão. Com a minha forma de urso, eu ficava para fora, a fim de atrair a criatura, enquanto meu vento a afastava. Os outros deixavam o abrigo da escuridão para bater e depois recuavam pra lá novamente. Depois de muitas garradas e mordidas, golpes e flechadas, fomos capazes de reduzir bastante o tamanho da criatura. Nosso trabalho em equipe nos funcionou bem, ao ponto em que finalmente derrotamos o monstro. Mas não sem nos esgotarmos completamente, tornando impossível uma investida contra o mago e seu gigante. Não podendo descansar ali (e o tempo da aventura estar acabando), resolvemos que era hora de voltar para FogoVivo. Ainda teremos que voltar para derrotar o mago e seu guardião. Estou convencido agora de que esta é a única solução para o problema.
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Gabrieltrevisan
- Campeão

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- Joined: Thu Jul 19, 2018 8:59 pm
- Location: Brasil
Re: [0008 - 29/09/2018] Socorro, Aranhas 2 - Bóia
Sir Tyler Goldenstar estava mais uma vez na taverna quando apareceu Alp reunindo novamente o grupo para tentar por fim mais uma vez a ameaça das aranhas na Floresta Branca, reunindo os mesmos da última missão: eu, Alp e Capiroto, com o acréscimo bem vindo de Emmeline.
Grupo reunido, seguimos o mesmo caminho da missão anterior, para tentar chegar ao domo no meio da floresta, e ao chegar à floresta percebemos que a quantidade de teias havia diminuído, provavelmente por conta das aranhas que matamos da outra vez, ainda bem.
Dessa vez Capiroto tinha uma aranha que andava com ele e que podia se comunicar com ele, então Alp não precisou ficar em sua forma de aranha gigante para sentir onde as aranhas estavam na floresta, com a aranha de estimação do Capiroto fazendo esse papel agora, o que facilitou as coisas pois assim Alp podia se concentrar mais em ajudar a abrir caminho e no combate.
Ao adentrarmos na floresta Capiroto logo nos avisou, através de sua aranha de estimação, do estranho comportamento das aranhas, que dessa vez não estavam espalhadas mas sim estavam concentradas em volta do domo onde ficava o mago e seu gigante, com essas 8 aranhas restantes reunidas fazendo uma proteção.
Nos preparando para a chegada em conjunto das aranhas, resolvemos abrir um caminho espaçoso, para que não sofrêssemos como da última vez onde elas ficavam sumindo entre as teias a nossa volta, agora tínhamos bastante campo livre para poder ver e enfrentar o inimigo de forma mais eficaz.
Quando estávamos a quase uma hora de distância do domo, surgiu uma aranha branca como a neve, ela nos atacou com uma onda fria que feriu a todos, ela se demonstrava muito forte e poderosa, mas conseguimos por nossa estratégia em prática, com Alp conjurando sua conhecida espera de fogo que causava grande dano a aranha, porém apareceu uma segunda aranha branca também usando um ataque congelante perigoso que derrubou Emmeline e depois Capiroto mas ele conseguiu com suas próprias forças se colocar de pé e nos ajudar a sobrepujar estas aranhas e derrotá-las.
Como terminamos o combate muito feridos e outras aranhas vinham em nossa direção, decidimos sair da floresta para descansar do lado de fora e recuperarmos nossas forças, conseguindo ter uma noite de sono tranquila sem ameaças do lado de fora da floresta, nos preparando para seguir nosso caminho dessa vez até o domo e assim fizemos, conseguindo dessa vez alcanças o domo sem ameaças no caminho.
Quando chegamos a parede do domo Capiroto com a ajuda de sua pequena aranha nos alertou que estávamos cercados, mas elas não nos atacaram, então resolvemos abrir caminho na parede de teia e entrar no domo, chegando a parte da floresta sem teias, sendo que lá dentro Alp usou suas habilidades para conversar com as pequenas aranhas que viviam lá dentro e descobriu que o mago que tínhamos encontrado da outra vez era o mestre delas e era ele quem tinha transformado elas nessas criaturas gigantes e mágicas, com as pequenas aranhas apontando para onde poderíamos encontrar o mestre delas.
Seguimos então em direção ao mago com o objetivo de impedir que ele continuasse com seus experimentos mágicos, porém no caminho nos deparamos novamente com aquele lago de água mágica e Capiroto não se conteve, precisou beber novamente daquela água, não satisfeito com um gole só, ele bebeu mais dessa vez, até passar mal ao ponto de vomitar e de seu vômito surgir uma grotesca criatura de gosma que nos atacou.
Essa criatura parecia se alimentar dos ataques mágico desferidos por Emmeline, Alp e Capiroto, assim como de meus ataques com a espada mágica em seu estado elétrico, então resolvemos mudar a estratégia a atacá-la com meios mundanos, com Emmeline e Capiroto usando bestas, Alp em sua forma animal e eu com a espada sem sua propriedade elétrica.
A criatura era muito forte, sendo bem resistente aos nossos ataques e, em contrapartida, os ataques da criatura eram poderosos, com danos ácidos que nos correiam, eu conseguia atrair a maior parte dos ataques para mim, protegendo meus companheiros, mas eu não iria aguentar muito tempo desse jeito, foi quando Capiroto criou uma área de escuridão que nos ajudou a nos protegermos da criatura, quando Alp também criou uma poderosa corrente de ar que dificultava o deslocamento da criatura.
Conseguimos assim, atacando e recuando para a escuridão de Capiroto, com a ajuda da corrente de ar de Alp que também assumiu uma forma de urso para o combate, ajustar nossa estratégia e passamos a ter alguma chance, eu cheguei a cair em combate pro três vezes e em todas elas Emmeline usou seus poderes mágicos para me levantar, o que foi essencial para nossa vitória e eu não morrer.
Com a criatura gosmenta finalmente derrotada, decidimos partir pois não teríamos condições de enfrentar qualquer outra ameaça, estávamos exaustos e com todos os nossos recursos gastos, e assim voltamos para FogoVivo para outro dia vir dar fim a ameaça do mago da Floresta Branca.
Grupo reunido, seguimos o mesmo caminho da missão anterior, para tentar chegar ao domo no meio da floresta, e ao chegar à floresta percebemos que a quantidade de teias havia diminuído, provavelmente por conta das aranhas que matamos da outra vez, ainda bem.
Dessa vez Capiroto tinha uma aranha que andava com ele e que podia se comunicar com ele, então Alp não precisou ficar em sua forma de aranha gigante para sentir onde as aranhas estavam na floresta, com a aranha de estimação do Capiroto fazendo esse papel agora, o que facilitou as coisas pois assim Alp podia se concentrar mais em ajudar a abrir caminho e no combate.
Ao adentrarmos na floresta Capiroto logo nos avisou, através de sua aranha de estimação, do estranho comportamento das aranhas, que dessa vez não estavam espalhadas mas sim estavam concentradas em volta do domo onde ficava o mago e seu gigante, com essas 8 aranhas restantes reunidas fazendo uma proteção.
Nos preparando para a chegada em conjunto das aranhas, resolvemos abrir um caminho espaçoso, para que não sofrêssemos como da última vez onde elas ficavam sumindo entre as teias a nossa volta, agora tínhamos bastante campo livre para poder ver e enfrentar o inimigo de forma mais eficaz.
Quando estávamos a quase uma hora de distância do domo, surgiu uma aranha branca como a neve, ela nos atacou com uma onda fria que feriu a todos, ela se demonstrava muito forte e poderosa, mas conseguimos por nossa estratégia em prática, com Alp conjurando sua conhecida espera de fogo que causava grande dano a aranha, porém apareceu uma segunda aranha branca também usando um ataque congelante perigoso que derrubou Emmeline e depois Capiroto mas ele conseguiu com suas próprias forças se colocar de pé e nos ajudar a sobrepujar estas aranhas e derrotá-las.
Como terminamos o combate muito feridos e outras aranhas vinham em nossa direção, decidimos sair da floresta para descansar do lado de fora e recuperarmos nossas forças, conseguindo ter uma noite de sono tranquila sem ameaças do lado de fora da floresta, nos preparando para seguir nosso caminho dessa vez até o domo e assim fizemos, conseguindo dessa vez alcanças o domo sem ameaças no caminho.
Quando chegamos a parede do domo Capiroto com a ajuda de sua pequena aranha nos alertou que estávamos cercados, mas elas não nos atacaram, então resolvemos abrir caminho na parede de teia e entrar no domo, chegando a parte da floresta sem teias, sendo que lá dentro Alp usou suas habilidades para conversar com as pequenas aranhas que viviam lá dentro e descobriu que o mago que tínhamos encontrado da outra vez era o mestre delas e era ele quem tinha transformado elas nessas criaturas gigantes e mágicas, com as pequenas aranhas apontando para onde poderíamos encontrar o mestre delas.
Seguimos então em direção ao mago com o objetivo de impedir que ele continuasse com seus experimentos mágicos, porém no caminho nos deparamos novamente com aquele lago de água mágica e Capiroto não se conteve, precisou beber novamente daquela água, não satisfeito com um gole só, ele bebeu mais dessa vez, até passar mal ao ponto de vomitar e de seu vômito surgir uma grotesca criatura de gosma que nos atacou.
Essa criatura parecia se alimentar dos ataques mágico desferidos por Emmeline, Alp e Capiroto, assim como de meus ataques com a espada mágica em seu estado elétrico, então resolvemos mudar a estratégia a atacá-la com meios mundanos, com Emmeline e Capiroto usando bestas, Alp em sua forma animal e eu com a espada sem sua propriedade elétrica.
A criatura era muito forte, sendo bem resistente aos nossos ataques e, em contrapartida, os ataques da criatura eram poderosos, com danos ácidos que nos correiam, eu conseguia atrair a maior parte dos ataques para mim, protegendo meus companheiros, mas eu não iria aguentar muito tempo desse jeito, foi quando Capiroto criou uma área de escuridão que nos ajudou a nos protegermos da criatura, quando Alp também criou uma poderosa corrente de ar que dificultava o deslocamento da criatura.
Conseguimos assim, atacando e recuando para a escuridão de Capiroto, com a ajuda da corrente de ar de Alp que também assumiu uma forma de urso para o combate, ajustar nossa estratégia e passamos a ter alguma chance, eu cheguei a cair em combate pro três vezes e em todas elas Emmeline usou seus poderes mágicos para me levantar, o que foi essencial para nossa vitória e eu não morrer.
Com a criatura gosmenta finalmente derrotada, decidimos partir pois não teríamos condições de enfrentar qualquer outra ameaça, estávamos exaustos e com todos os nossos recursos gastos, e assim voltamos para FogoVivo para outro dia vir dar fim a ameaça do mago da Floresta Branca.
