Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.
Mestre: Guilherme Aventura: Temos a localização de um portal próximo à Fortaleza dos Paladinos e também o cristal necessário para ativarmos. Viajaremos até o local com uma rápida parada na vila de Evergreen para coletar alguns materiais. Chegando no local do portal, usaremos as runas antigas inscritas no portal e o tablete de cristal criado por Sergei para ativar o mecanismo e atravessá-lo, tentando descobrir onde fomos parar. Após a chegada, seguiremos com muito cuidado mapeando a área em volta do portal, evitando combates desnecessários.
1. Voar de FogoVivo até Evergreen. 2. Voar até o local do Portal. 3. Passar o restante do dia mapeando os arredores do Portal. 4. Atravessar o Portal na manhã seguinte. 5. Descobrir onde saimos. 6. Explorar/Mapear a região próxima.
Dia/Hora: 26/Julho/2020 15:00h Timezone:https://notime.zone/Lml2thuzcenV7 Nível: Não sabemos o que vamos encontrar, então apenas Heróis (com exceção para rangers ou clérigos Exploradores/Veteranos). Tempo: 6h de jogo Procurando por: Membros da Guilda dos Exploradores terão preferência, mas na minha experiência um Ranger nunca pode faltar (principalemente se for proficiente com as ferramentas de curteiro). Saque: Todo o saque (mundano) será recolhido pela Caçadora, que irá vender tudo e dividir igualmente os ganhos. Itens exóticos (incluindo materiais) e itens mágicos encontrados terão seu destino decidido pela Caçadora.
rota para o portal.png (1.88 MiB) Viewed 1117 times
caes fantasma.png (817.92 KiB) Viewed 1117 times
corvos.png (345.58 KiB) Viewed 1117 times
runas.png (15.85 KiB) Viewed 1117 times
caverna de gelo.png (341.59 KiB) Viewed 1117 times
lesmas.png (284.75 KiB) Viewed 1117 times
lobos.png (455.07 KiB) Viewed 1117 times
Grupo atual:
Nome
Classe
Nivel
Membro da Guilda
A Caçadora
Druid/Barbarian
12/1
Sim
Argok Ironfur Thorak
Barbarian
12
Sim
Lúthien Tinúviel
Warlock
11
Sim
Boi Xavante
Barbarian
12
Não
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
Boi e seus ajudantes resolveram atravessar os portais misteriosos espalhados pela porta do diabo. Após uma rápida viagem até um portal ao norte da vila de evergreen, perto do rio/lago.
Mapeamos a região, e lá enfrentamos alguns cães/esqueletos bem estranhos e uns corvos enormes e de três cabeças, mas que Boi Xavante derrotou com tranquilidade. Resolvemos descansar na região e apenas no dia seguinte ativar o portal.
Conseguimos ativar o portal, e então tínhamos que definir quais desenhos ativar para tentar descobrir para onde iríamos, depois de algumas conversas Boi decidiu que iriamos para o desenho que parecia uma montanha gelada. E assim que passaram o portal perceberam que a intuição do Bárbaro estava correta novamente.
O portal deu em uma pequena caverna, parcialmente congelada e com a entrada bloqueada por um grosso gelo, derrubamos na paulada o gelo e abrimos nossa saída. Encontramos uma região muito fria e bastante ventosa, e também descobrimos que era longe para caralho de fogo vivo, provavelmente teriamos que ter algumas semanas de viagem tradicional.
O acontecimento mais importante é que perto de onde fica o portal parece que tem o lar de um dragão branco gigantesco, provavelmente dos mais velhos e poderosos. Dizem que por ele ser dessa cor ele é maligno, mas isso tanto faz.
Destruímos algumas outras criaturas polares, mas como a região é difícil pra explorar acabamos não indo muito longe.
Dib: Sorry... I'm late... horrible... nightmare visions...
Ms. Bitters: It's called life, Dib. Sit down!
Resolvemos usar as chaves de cristal para explorar um dos portais que haviamos encontrado por essas terras. Para isso reuni os membros da Guilda dos Exploradores e também o bárbaro, Boi Xavante e Moxt, que viria a ser parte de nossa familia. Os problemas começaram antes mesmo de sairmos, quando Boi achou injusto como eu havia decidido pela divisão dos bens, mesmo ele sempre decidindo arbitrariamente sobre os bens encontrados em suas missões. Acredito que ele estivesse se sentindo solitário por não ter quem o protegesse, como uma familia de aventureiros, ou talvez isso fosse porque ele finalmente começava a perceber que a destruição que causava em nome de seu deus, nada de bom trazia a ele ou ao mundo a seu redor (visto que havia sido revelado a nós que os nossos feitos aqui nesse mundo, não alcançavam para fora dele). Para sua tranquilidade, disse que eu dividiria os bens conforme ele fazia, de modo a que ele se juntasse a nós sem grandes complicações futuras. Uma boa curteira não desperdiça seus recursos.
Após analizarmos as runas do portal, decidimos ir para a "montanha gelada" , já que parecia ser um dos lugares pelo qual ainda não haviamos encontrado um portal. No entanto fomos surpreendidos pelas almas penadas de câes fantasmagóricos. A batalha não foi simples e nem as que vieram depois, quando tirávamos seus crânios brilhantes. Aquela área parece ser mais perigosa até do que outras mais distantes. Pela runa do portal que estava marcada (um lago com uma caveira) talvez houvesse alguma influência de mortos-vivos naquele local, talvez até dentro do lago. Na manhã seguinte passamos pelo portal, ativando a runa com o que parecia um monte e um floco de neve. Moxt decidiu que ele não estava preparado para este nível de perigo e resolveu por bem voltar a FogoVivo.
No local havia uma câmara selada há muito tempo por uma parede de gelo. Estátuas que já não podiamos mais identificar, quebradas pelo chão. Nenhum rastro de qualquer criatura. Com magias e machadadas, quebramos a parede e saindo, nos encontramos numa grande escarpa coberta de neve e gelo. Ouvindo as vozes do vento, identifiquei que estávamos a 274 milhas a N/NE de FogoVivo. Nosso propósito era explorar e mapear, mas sem Moxt, foi bem demorado e tivemos que voltar para a caverna antes de terminar a exploração. Fomos atacados na volta por centopéias do gelo, mas o combate foi mais fácil do que eu esperava, com os dois bárbaros tomando a frente e eu envolto pelas chamas elementais. Carregamos elas de volta, mas infelizmente sua carapaça seria impossível de trabalhar. Descansamos e continuamos nossa exploração no dia seguinte.
Fomos mapeando e descendo até o litoral, que era completamente vazio e coberto por neve. Durante a noite, vimos um dragão branco gigantesco (um ancião pelo que Lúthien descreveu). Ele voava em direção ao mar. No dia seguinte, seguimos com cautela, a coruja de Lúthien tendo visto a criatura voando de volta para as montanhas com um tubarão gigante em suas garras. Sua caça da noite anterior. Seguindo o litoral, demos de cara com lesmas elementais que cuspiam a morte. Foi duro combatê-las, mas nosso trabalho em equipe não falhou. Assim também, enfrentamos lobos fantasmagóricos, diferentes dos que haviamos visto perto do portal do lago e muito mais perigosos. Ao final, decidimos retornar em froma de névoa para FogoVivo. Eu aproveitei para localizar alguns dos altos relevos nas terras do norte que não constavam em nossos mapas.
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.