[0093 - 31/05/2020] Pluma de Fumaça - Pedro

Cada sessão de jogo terá 1 tópico.

Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
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Grimm
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[0093 - 31/05/2020] Pluma de Fumaça - Pedro

Post by Grimm »

Mestre: Pedro
Aventura: Vimos uma mensagem colada no mural da taverna dizendo que a guarda precisava de ajuda no Forte dos Paladinos.
Dia/Hora: 32/maio/2020. 08:30h
Timezone: https://notime.zone/M8Wu2CgUZpCBr
Nível: Qualquer.


Grupo atual:
Nome Classe Nivel
Fumaça Ranger/Rogue 1/4
Mithreth Undómiel Wizard 4
Dallid Wizard 6
Turel Bardo 7
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If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
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Grimm
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Re: [0093 - 31/05/2020] Pluma de Fumaça - Pedro

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Relato de Fumaça:

Descobrimos na taverna um pedido de ajuda da Fortaleza dos Paladinos sobre uma grande pluma de fumaça avistada. Quando chegamos, vimos sinais de combate perto da muralhas que suspeitamos serem do avanço dos mortos-vivos. Fomos recebidos pelo Capitão John Smith que nos deixou a par da situação. Uma floresta estranha e densa apareceu ao Leste e com ela uma enorme coluna de fumaça. Patrulhas enviadas ao local não encontraram muita coisa e algumas foram emboscadas sem nem conseguirem ver seus atacantes. Partimos em direção ao local e chegando vimos uma área da floresta bastante desmatada, além da selva tropical que havia surgido ali, me lembrando um pouco da minha terra natal. Avançando com cuidado, encontramos um grupo de madeireiros que cortavam uma árvore estranha e de madeira azulada. Eles concordaram em nos guiar até sua vila, Evergreen. A vila e seus habitantes parecem ter sido transportados para Porta do Diabo e como tantos outros, eles nem sabiam disso. Me chamou a atenção que essa madeira exótica era bastante valiosa e podia ser usada como substituto do metal em armas e armaduras. Tentei negociar com a vila, mas o preço que pediam era mais do que eu tinha para gastar. Pelo visto, eles se orgulham do produto local e tentam vender a preços absurdamente altos. No entanto, também descobri que a madeira era estocada numa pequena casa no lado Noroeste da vila, o que me deu a idéia de retornar lá no futuro e conseguir a madeira a um preço mais amigável.

Seguimos mapeando a área em volta da fumaça, testando o território cuidadosamente para evitar emboscadas. Várias armadilhas pelo chão da floresta indicavam um sistema de alarme até que sofisticado, me fazendo mudar a minha idéia inicial de que esses criaturas eram de um povo primitivo que atacou a guarda. Após um descanso tranquilo a norte da floresta (também ao sul de um portal descoberto em expedições anteriores). Fomos chegando perto aos poucos e vimos que a fumaça vinha de dentro de uma cratera no chão e dentro da nuvem haviam 6 criaturas humanóides. Sem demora, elas viram Mithreth e começaram a atirar flechas. Fui derrubando uma a uma com minha besta até não sobrar nada. As criaturas pareciam perder o foco no meio da fumaça e diversas vezes percebi que sua guarda estava baixa e elas ficavam com um olhar vazio e um sorriso idiota na cara. Foi estranhamente fácil. Descemos até o fundo do buraco de onde vinha a fumaça e demos de cara com anões que se pareciam com Garlak e suas bujigangas. Foi complicado combatê-las num ambiente tão apertado, mas graças às magias de meus companheiros, várias delas ficaram incapacitadas. Mais pra dentro vimos a origem da fumaça. Piscinas de magma, como as que eu via na cratera da Montanha Azul, estavam sendo usadas como enromes forjas dessas criaturas. Ao fim dessas câmaras, encontramos uma porta com várias runas estranhas que Mithreth disse fazerem referência aos quatro deuses do caos. Turel resolveu abrir a porta, que era quente e queimou um pouco as suas mãos. Dentro, haviam celas e jaulas na beira de um precipício para um lago de magma incandescente. Não demorou para vermos o que nos esperava: um enorme centauro com corpo de touro se aproximava com ódio no olhar.

Julgando que um ser meio vaca não seria muito inteligente, criei a ilusão de uma parede com fendas para flechas, similar a de um forte e me escondi atrás para a criatura não conseguir ver de onde viria o próximo virote. Demos o nosso melhor, mas a criatura era muito forte e estava nos trucidando. Foi quando resolvi usar meu virote especial. Me concentrei, encaixando cuidadosamente o dardo na besta, mirei e sem pressa puxei o gatilho. O virote que alvejou o monstro chegou a perfurar seu resistente crânio e se alojou dentro do cérebro, impedindo-o de continuar o combate e caindo facilmente para os ataques dos meus companheiros. Foi um dos combates mais assustadores que já participei, mas no fim fomos vitoriosos. Cansados, mas curiosos, continuamos adentrando as câmaras. Após ver o que havia dentro da sala seguinte, pensei se foi uma boa idéia continuar. Um xamã anão tentava libertar um gigantesco mintorauro das suas correntes. A criatura era do tamanho de uma casa, mas decidimos que, se conseguissemos derrubar o anão antes de ele libertar o monstro, poderiamos sobreviver. Nos escondemos antes que o xamã pudesse nos ver e começamos a atacá-lo, apenas para ver que ele conseguiu soltar a criatura feroz momentos depois, que veio correndo em nossa direção. O anão foi morto, mas agora o desafio era sobreviver a esse gigante que, por onde passava tremia o chão e fazia ruir as pontes que nos dariam alguma rota de fuga. Nada parecia ser o suficiente e a besta só parou com as magias lançadas que a deixaram atônita por alguns breves segundos. Rapidamente pulei para uma ladeira próxima, por cima de um rio de lava e, aproveitando a cegueira da criatura, criei uma ponte ilusória cruzando a lava entre mim e o monstro. Despertei a besta com um virote e ela veio com toda sua fúria correndo para me esmagar. Sua fúria era tanta que pisou sem hesitação na ponte, só para perceber que ela não era de verdade. A criatura caiu dentro do rio incandescente e ainda parecia que sobreviveria, mas foi enfim consumida pelas chamas vulcânicas.

Após o combate, o grupo queria descansar, mas eu queria ver o que tinha atrás da última porta, essa nem quente nem cheia de runas. Quando abri, descobri um local que continha uma porta mágica para o mundo das fadas. Lembramos que havia uma fada presa em uma das celas e mudando seu tamnho, conseguimos torná-la menor ainda e o suficiente para que passasse pelo meio das grades. Ela nos agradeceu, dizendo que podia enfim voltar pra casa, mas disse que o portal para seu mundo só abre 2 vezes ao ano: no primeiro dia de verão e no primeiro dia de inverno. Como ela disse que poderia esperar ali sem problemas, deixamos ela e começamos a recolher todo o saque da exploração. Era tanta coisa que tivemos que alugar uma carroça na vila de Evergreen para poder carregar tudo de volta. A única coisa que não pude fazer foi comprar a madeira exótica da vila, mas deixei uma encomenda de 4 peças para meu retorno futuro.
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