Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.
Mestre: Guilherme Aventura: Na última semana, descobrimos uma caverna de goblins a leste da Floresta encantada. Só exploramos as primeira câmaras, mas vimos que ela se extendia muito mais fundo, montanha adentro. Quero levar um grupo para lá e explorar a caverna até o seu fim, desvendando todos os seus segredos e retornando com seus mais valiosos tesouros. De acordo com Moxt, haviam vários goblins vivendo lá dentro, mas também encontramos outras criaturas perigosas. Dia/Hora: 16/Maio/2020 08h30min Timezone:https://notime.zone/Lml2thuzcenV7 Nível: Preferencialmente Aventureiros, Exploradores e outros recém chegados a FogoVivo. Tempo: da 08:30 até as 14h. (6h de jogo, ou mais caso o grupo e o mestre tenham disponibilidade) Procurando por: Todo tipo de personagem é bem-vindo, mas clérigos e rangers são muito bem-vindos. Saque: Todo o saque (mundano) será recolhido pelo Fumaça, que irá vender tudo e dividir igualmente os ganhos. Itens exóticos e/ou mágicos, assim como minérios encontrados nas profundezas terão seu destino definido pelo lider do grupo.
Grupo atual:
Nome
Classe
Nivel
Fumaça
Rogue/Ranger
3/1
Mithreth Undómiel
Wizard
2
Garlak D'Kundarak
Artificer
3
Moxt Aussir
Ranger
3
entrada da caverna.png (1.65 MiB) Viewed 1289 times
goblin na coleira.png (531.8 KiB) Viewed 1289 times
bicho bom.png (928.55 KiB) Viewed 1289 times
duergar.png (785.17 KiB) Viewed 1289 times
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
Fomos até a caverna, o caminho entre a cidade e as montanhas foi bem tranquilo. Antes de entrarmos no local eu ajudei a elfa Mithrith nobre a se proteger, porém ela não quis retribuir o favor e carregar o Papagali. Mostrei pro gato fumaça como o Papagali é montado por dentro e dei pra ele uma engrenagem pequena, que não ia fazer muita falta. No fim a elfa Mithrith nobre aceitou levar o Papagali em seu ombro, antes que este ficasse mais irritado.
Após o papo, nós encontramos goblins que quiserem fazer gracinha e achar que eram alguma coisa pra cima da gente, todos queimaram pelo fogo infernal do Papagali que estava irritado do gato fumaça ficar cutucando ele.
Enquanto descansávamos, apareceu e se juntou a nossa aventura um camaleão e um gorila, os dois brancos, o camaleão branco falava estranho mas parece que o resto do grupo já conhecia a dupla dinâmica.
Entramos furtivamente, e o local possuía mais goblins e um hobgoblin, eles foram derrotados e um goblin sobrevivente virou nosso guia, sendo levado pela Mithrith.
Seguindo nosso guia, andamos por mais de hora pelas profundezas da caverna, até que fomos avistados por uma criatura diferente, um tipo de criatura flutuante e gelatinosa, que não bebe e se alimenta como planta, ela falava direto na nossa mente, eles foram amistosos e estavam presos, não conseguiam sair da entrada por causa das criaturas aberrantes. Eles se chamavam Flunphs.
No segundo dia de viagem, encontramos um bicho aberrante, o qual engoliu o um goblin. inteiro e era poderosa. Porém mantivemos distancia e atacando a mesma, e como era lenta as 3 criaturas apresentaram pouca resistência
Depois de uma boa janta, cerveja e bom descanso, continuamos indo em direção ao fundo da caverna.
Mais uma longa caminhada prosseguiu, até que o Gato Fumaça ouviu ao longe o som característico de picaretas. Fumaça foi esperto e fez um truque sonoro de moedas caindo no chão, e os picaretas caíram no truque e vieram correndo com suas armas em punho.
Foi uma batalha difícil, contra uns anões cinzas estranhos, que ficavam invisível e também grandes. Alguns caíram e outros saíram correndo, porém finalmente encontramos metais dignos de nota. Descobri que o gato fumaça sabe minerar, beber (e talvez picaretar também?).
Dib: Sorry... I'm late... horrible... nightmare visions...
Ms. Bitters: It's called life, Dib. Sit down!
Fumaça reune aventureiros para explorar a caverna dos goblins, descoberta na semana anterior em uma expedição do druida Shagal para explorar a Floresta Encantada. Se reunindo na taverna esburacada, ele conta com a presença de Mithreth, uma elfa recém chegada à FogoVivo, e um anão chamado Garlak, que se recusava a revelar sua origem.
Anões não são muito comuns entre a população da cidade. Eu só conhecia o poderoso Hans e havia interagido com os bolsos de um grupo de 7 outros que haviam vindo à cidade alguns meses atrás.
O grupo se dirigiu diretamente até a entrada da caverna, próxima à cidade. No caminho, fiquei muito surpreso com o pássaro de Garlak que parecia feito de metal e rodinhas, não voando e nem andando, mas pedindo biscoitos. Após intenso interrogatório e manipulação do bicho, entendi que ele era algum tipo de mecanismo e as suas rodinhas eram o que lhe dava vida. A magia era estranha e o eu fiquei muito feliz quando pude extrair uma das rodinhas mágicas de dentro da ave, observando ela para descobrir tudo sobre aquele pequeno item especial. O anão insistia que queria colocar o pássaro no ombro de alguém que não fosse o seu. Tive minhas suspeitas e resolvi convencer Mithreth a levar o bicho estranho.
Na entrada da caverna, os goblins saíram para ver o que se passava e rapidamente me escondi entre os arbustos, cobrindo meus companheiros enquanto lidavam com os monstros, que queriam as armas dos dois. Assim que um dos goblins parecia avançar no grupo, lancei um virote certeiro entre os olhos do líder, derrubando-o ao chão. O resto do grupo foi fácil de derrotar, principalmente com a proeza da elfa com suas espadas e a ave de Garlak que cuspia fogo no grupo inteiro. Após um rápido descanso para formularmos nosso plano, eis que aprece o lagarto Moxt e seu companheiro macaco branco. Usando suas habilidades de batedor, eles seguiram nosso rastro até a caverna a fim de se juntarem à expedição. Me senti mais confiante com a presença de outro explorador dos ermos, mesmo ele não enxergando bem no escuro.
Entrando, fiquei na frente do grupo para ver o que havia na caverna e fazer o caminho seguro para os que vinham atrás. Logo percebi que mais goblins e um hobgoblin conversavam em um túnel próximo. Pedi para o Moxt (que fala a língua deles) tentar enganá-los dizendo que o chefe precisava de reforços. Funcionou e fomos derrubando os inimigos um a um a medida que saíam pelo túnel. Um deles se rendeu, então desarmei e amarrei uma corda nele para que nos guiasse silenciosamente pelos túneis. Se ele fizesse algum barulho ou tentasse armar algo pra nós, ele seria o primeiro a enfrentar o perigo, garantindo sua submissão. Partimos então para explorar o túnel longo da caverna que haviamos deixado pra trás na última expedição. O caminho continuava muito e descia cada vez mais às regiões profundas do subterrâneo. Em meu tempo com meu falecido mestre em Nexal, eu já havia passado horas e até dias no subterrâneo acompanhando suas negociações com os Antigos, evitando todo tipo de problema. Assim, reconheci que esse túnel era na verdade um daqueles pouco conhecidos acessos aos reinos subterrâneos.
Andamos por mais 6 milhas nos caminhos que, ao mesmo que tempo que não eram escavados, pareciam levar continuamente numa direção específica. Enfim, encontramos estranhas criaturas que falavam na nossa mente. Não pareciam ter intenções ruins e ofereciam seu conhecimento livremente, flutuando e se aglomerando ao nosso redor. Resolvemos que era um bom local para descansar, já que eles provavelmente nos alertariam para o perigo. Acordamos e continuamos nosso caminho até que, depois de alguma curvas e várias milhas a frente, a caverna se abriu para um câmara maior onde voltamos a enfrentar criaturas hostis. Essas eram grotescas, com várias bocas que balbuciavam numa língua estranha. Tanta era a confusão que alguns de nós ficavam confusos na sua presença. Novamente nosso trabalho em esquipe foi essencial para acabar com o perigo.
A nossa jornada continuou por mais várias milhas embaixo da terra, tão distante que julgo que poderiamos estar tão longe quanto a Fortaleza dos Paladinos ou mesmo a Floresta das Aranhas. Mas minha longa experiência nesse ambiente me ensinou que os mapas normais da superfície, não fuinconam do mesmo jeito no subterrâneo. Avançando à frente, avistei anões escuros, do mesmo tipo que nos atacaram a céu aberto durante a grande escuridão e quase acabaram comigo em nosso último encontro. Eles estavam minerando e novamente atraí os mesmo. Eu lembrava que eles tinham o poder de ficarem maiores, mas não que eles também podiam ficar invisíveis nas sombras. Quando avançamos, eles nos surpreenderam e emboscaram a nossa emboscada. Só consegui escapar graças aos meus reflexos felinos e o combate começou. Mithreth os golpeava simultâneamente com suas espadas, enquanto o pássaro de Garlak cuspia fogo no grupo de anões escuros. Moxt e o Grande Branco realizavam ataques à distância com pedras e flechadas. Em certo momento, consegui surpreender uma das criaturas, agora grandes. Tomando a mira de minha besta e alinhando com o alvo, respirei fundo e, soltando a respiração, espremi o gatilho liberando o virote. Aquela pequena flecha, zuniu pelo ar, passando por entre todos e se enterrando no centro da testa do grande anão. A criatura parecia estupefata, completamente surpreso. Suas pupilas vidrados subiram até ver o branco dos seus olhos e logo depois o seu peso inteiro veio ao chão. Os que sobraram saíram correndo da ferocidade do grupo, deixando tudo pra trás e recuando para seus túneis.
Depois de pilhar suas armas, resolvemos ver o que eles mineravam. Para nossa surpresa, lá haviam veios de Adamantine e o cobiçado Mithril. Felizmente, eu havia comprado uma picareta e pudemos colher uma quantidade suficiente dos metais para que eu e Garlak jorjássemos armaduras.
Voltamos à superfície cansados, mas vitoriosos. No entanto, aqueles túneis parecem ir muito mais longe e quem sabe quantos outros monstros e tesouros se escondem nas entranhas da Porta do Diabo?
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
Nessa jornada conheci uma anão com capacidades exóticas, que passei a chamar de Garlak o senhor das engrenagens. Havia também uma elfa nobre e humanoide gato chamado Fumaça.
No inicio da exploração o Grande Branco se sentiu incomodado e exigiu atenção. Brincamos por horas, até ele se acalmar, o que fez com que eu demorasse para alcançar o grupo.
Entramos na caverna do Goblins e a exploramos, descobri que a escuridão de lugares sem lua me incomoda. O Grande Branco também não gosta, mas nem longe como a água corrente. Diferente dos outros humanoides de sangue quente a elfa nobre bem vestida deu atenção ao Grande Branco e interagiu com ele. O gorila albino gostou da atenção, mas estranhou seu cheiro. Horas mais tarde o o senhor das engrenagens tentou ensinar o Grande Branco a beber, mas seu companheiro não gosta do gosto amargo da cevada.
Nessa jornada encontramos Goblins, Hobgoblins, Duegars e aberrações estranhas. Derrotamos alguns Goblins e fizemos um prisioneiro. Novamente minha capacidade de compreender o idioma goblínico foi útil.
De importante dessa jornada foi permite que assim como o elfos negros que conheci o Fumaça é um explorador que não hesita em agir de forma agressiva e egoísta. Gostei de trabalhar com o gato humanoide gigante.
Continuo sem entender os elfos da superficie. Sua forma de agir é muito diferente dos servos de Lolth.
Novamente fico encantando com o pragmatismo e atitude dos anões. Creio que Garlak será um ótimo companheiro de explorações.