[0002 - 04/08/2018] Vila Kobold 1- Bóia

Cada sessão de jogo terá 1 tópico.

Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.

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bichet
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[0002 - 04/08/2018] Vila Kobold 1- Bóia

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JOGADORES:
Davi, Gabriel T. e Grimm
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Gabrieltrevisan
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Re: [0002 - 04/08/2018] Vila Kobold 1- Bóia

Post by Gabrieltrevisan »

Sir Tayler Goldenstar:

Durante minha passagem na taverna soube de uma expedição para ir até a vila dos Kobolds que descobrimos outro dia, então prontamente me coloquei a disposição para integrar o grupo de aventureiros que já contava com conhecidos, o gigante Argok e o estranho Alp, ambos bons combatentes e úteis em nossa última aventura juntos.

Assim partimos apenas nós três para esta empreitada, seguindo pelo mesmo caminho que havíamos feito quando nos deparamos com a vila dos Kobolds pela primeira vez.

Desta vez o clima estava ainda mais frio, mas como éramos apenas em três, pudemos nos revesar em minha tenda sem que ninguém fosse prejudicado pelo frio, e durante a noite recebemos a visita de um estranho, ele aparentava ser um cavaleiro com seu porte nobre e trajes finos, porém possuía uma estranha aura sombria, mas foi muito educado e prestativo.

Em um primeiro momento fiquei contente em encontrar um companheiro de nobreza e cavaleiro, porém, após analisar melhor suas intenções no decorrer de nossa conversa, pude perceber seu intuito vil de nos ludibriar e se aproveitar de nossa hospitalidade, mas meu companheiros não acompanharam minha percepção e decidiram deixá-lo se juntar a nós para passar a noite.

Eu, obviamente, fiquei de prontidão durante toda a noite, sem dormir, para ter certeza de que o estranho não se aproveitasse da ingenuidade de meus companheiros, e durante o passar da noite em suas conversas o estranho se revelou um ser que já estava morto, um morto-vivo, que estava amaldiçoado a permanecer neste mundo sem poder morrer, quando então ele suplicou para que nós acabássemos com sua existência vil.

Apesar de desejar o fim da própria existência, o ser amaldiçoado não poderia cometer suicídio e nem mesmo deixar de livre vontade que lhe destruíssem, sendo preciso que fosse derrotado em combate, assim eu prontamente me coloquei a disposição para por fim a sua existência mas ele deixou claro que era um ser forte e antigo, com séculos, então seria preciso que nós três juntos o enfrentássemos para poder dar fim a sua maldição.

Meus companheiros ficaram relutantes em combater o estranho, mas depois de muito conversarmos na manhã seguinte, decidimos que o mais correto seria enfrentá-lo e livrá-lo de sua maldição, e assim fizemos.

Iniciamos o confronto com Alp usando de seus conhecimentos místicos para criar uma explosão de sons contra o estranho, o ferindo e empurrando para trás, mas este prontamente agiu em resposta derrubando o druida com um só golpe de sua espada, eu e Argok ficamos apreensivos mas nem por um momento recuamos, com o gigante Argok soltando toda sua fúria sobre o estranho que parecia nem sentir seus golpes.

Realmente, o estranho era muito forte, resistente e rápido, conseguindo algumas vezes até nos acertar duas vezes para cada ataque nosso, além de conseguir aparar alguns de nossos ataques. Incrivelmente o druida Alp se levantou sozinho e recuou, passando o restante do confronto auxiliando a distância, pois ainda estava visivelmente ferido.

O combate se seguiu comigo e Argok golpeando o estranho, acertando sua carne pútedra e seus ossos, mas este permanecendo de pé, em contrapartida a cada golpe certeiro dele Argok ia para o chão, sendo erguido de volta graças as magias de Alp, que ainda ajudava arremessando suas azagaias. Fui atingido algumas vezes mas minha armadura e conhecimento de combate para diminuir meus ferimentos me permitiram permanecer de pé, ainda que tenha sido muito ferido.

Apesar de toda a dificuldade, conseguimos vencer o estranho morto-vivo, caindo para nunca mais levantar depois de ter sua cabeça arrancada pelo golpe final do machado de Argok. O estranho nobre cavaleiro agora descansa em paz.

Com os ferimentos e exaustão do confronto, passamos mais um dia em descanso nos recuperando e então partimos para a vila Kobold, sendo que ao chegar nas proximidades, Alp e Argok usaram seus conhecimentos naturais, com o druida ainda conversando com animais próximos, para identificar os rastros dos kobolds e descobrir a rota usada da vila para o rio, assim montamos uma emboscada para confrontar apenas um pequeno grupo ao invés da vila toda.

O curioso Alp mudou novamente sua forma, assumindo a aparência de um meio-dragão para tentar uma abordagem pacífica com os kobolds, enquanto eu e Argok, surpreendentemente, nos escondemos na mata e de forma muito eficiente. Quando o pequeno grupo de Kobolds chegou o meio-dragão Alp se apresentou a eles e conseguiu sua confiança, descobrindo que a vila apesar de numerosa possuía apenas uma parte como guerreiros, sendo os demais fêmeas e filhotes, sem o intuito de atacar a cidade dos humanos ou lhes prejudicar, desde que fossem deixados em paz em sua vila.

Alp ainda conseguiu que o levassem para dentro da vila onde ele conversou com a xamã (aparente líder deles), confirmando todas as informações passadas anteriormente, mas dali para diante não pude mais acompanhar o que acontecia, tendo permanecido escondido na mata para não estragar o disfarce do druida.

Não recordando o que mais aconteceu de importante (off: desculpa a saída repentina povo, advogado não tem descanso nem no fim de semana), voltamos para a cidade tendo cumprido a missão.
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Grimm
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Re: [0002 - 04/08/2018] Vila Kobold 1- Bóia

Post by Grimm »

Alp:

Fui ao encontro do grupo organizado pela barda para explorar a vila Kobold que havíamos encontrado uma mudança de lua antes, perto da pirâmide suspeita ao longo das Montanhas Salgadas. Ao invés dela, encontrei Sir e Argok prontos para partirem, sem sinal de Emmeline. Aparentemente seriamos apenas nós três e não parecia que os dois guerreiros estavam ali para uma empreitada muito pacífica com os lagartos.

Saímos então seguindo o mesmo caminho que havíamos feito antes, com uma única diferença. Com o frio mais intenso, as águas mais rasas do Rio Ruidoso que usávamos para fazer sua travessia estavam congeladas. Ficar molhado nesse frio não seria uma idéia muito boa, então Argok, com muita vivência em climas gelados, encontrou uma passagem onde o gelo não racharia com a nossa travessia. No restante do dia apenas caminhamos diretamente até o local onde havíamos encontrado os Kobolds.

Como já era noite quando chegamos, tentamos encontrar um local para dormir próximo às Montanhas Salgadas, nas proximidades da vila, mas com algum abrigo do frio. Tivemos que nos contentar com uma parte plana próxima da montanha, ao pé de um precipício nevado. Sem uma fogueira, erguemos a tenda de Sir, onde dois dormiriam enquanto o terceiro usaria meu cobertor de inverno para se abrigar enquanto vigiava. Já na primeira vigia, o gigante avistou um viajante trajado de roupas finas, sem sentir muito frio. Este era Alastor, um guerreiro humano que dizia estar viajando a muito tempo e pediu para ficar em nosso acampamento. Ele brilhava com uma aura mágica e parecia bem calmo, quase sereno. O estranho me pareceu sincero e não me incomodava que ficasse, mas Sir parecia muito apreensivo e ficava pedindo pra ver as armas dele. Será que queria comparar o tamanho de suas espadas? Não sei bem o que isso significa, mas lembro de ouvir humanos falando nisso muito tempo atrás, deve ser costumeiro. Decidimos que ele poderia ficar e voltei a dormir enquanto os outros ficaram conversando com Alastor.

Quando era minha vez de vigiar, Alastor veio até mim e conversamos. Dizia estar vagando à muitos séculos e finalmente veio para cá. Ele disse que veio à este lugar por um portal localizado ao sul de um lago formado pelo afluente do Rio Ruidoso. Lembro de ter visto algo parecido no mapa de Emmeline. Disse que lá havia todo tipo de criatura e planta, algumas bem grandes de perigosas. Parece valer uma exploração futura. Acho que a guilda se interessaria. Depois não conversamos mais e fui dormir, sendo substituído por Argok.

De manhã, levantamos e todos pareciam não ter dormido muito confortavelmente, principalmente Sir. Eles falavam de ajudar o estranho Alastor a morrer e explicaram que ele era um morto-vivo amaldiçoado à muito tempo que não podia tomar a própria vida, mas queria que nós o matássemos. O estranho confirmou. Nunca vi um morto-vivo tão amigável e útil, mas se ele queria, por que não?

Iniciei meu ataque com uma onde de trovões que arremessaram Alastor pra trás. Mas esse, voltando correndo, me rasgou o peito e fui ao chão imediatamente. Usando apenas das forças que tinha por estar em contato com o solo gelado daquele lugar, consegui me reerguer e recuei enquanto Sir e Argok atacavam e desviavam dos golpes deste estranho, extremamente forte e habilidoso. Percebi que estava todo ferido e ensanguentado e não seria muito útil em combate corpo-a-corpo dali em diante. Resolvi apoiar Sir e Argok, que lutavam furiosamente contra o desafiante. Argok foi ao chão, mas usando as forças da natureza através de mim, ele se recuperou e voltou ao combate. Joguei todas as minhas lanças, não causando muito dano, mas uma delas se alojou no crânio do morto-vivo e lhe tirou a concentração. Nesse momento, Sir mergulhou sua espada no peito do oponente, que se contraiu em dor. Argok em sua fúria, enterrou o machado na nuca de Alastor, e o decapitou. O morto-vivo, agora morto-vivo-morto se transformou em apenas vivo-morto, voltando a ser coberto por músculos e pele, para logo em seguida se tornar cinzas e ser levado pelo vento. Não entendi muito bem o que aconteceu ali, mas senti que havíamos feito algo que trazia equilibro ao universo.

Todos completamente exaustos e feridos, tiramos aquela manhã para descansar e nos recuperar.

Após as devidas preparações, retornamos ao Rio Ruidoso, onde havíamos primeiro visto os rastros de Kobolds. Resolvi perguntar pela vizinhança se alguém havia visto novamente os lagartos. Alguns roedores me contaram que vários dele vinham ao rio, carregando potes de barro e voltando com eles cheios de água para sua vila todos os dias. A vila, diziam eles, tinha uma cerca de madeira, mas com algumas aberturas. Eles juntavam os vasos com água todo juntos no meio da vila.

Vendo ali uma oportunidade de descobrir mais sobre essas criaturas enquanto ainda vivas. Pedi que o humano e o gigante se escondessem na mata próximos ao caminho para emboscar os Kobolds caso fosse necessário lutar. Kobolds de onde eu vinha acreditavam ser descendentes de dragões e veneravam os mesmos. Decidi assumir uma forma que melhor poderia conversar com eles, um meio-dragão. Quando um grupo se aproximou, fiz gestos pacíficos e me identifiquei como um parente vindo de longe. Quando falei que era meio-dragão, elas (eram todas fêmeas) prontamente me guiaram até sua vila. Vi que estaria perdido se os Kobolds resolvessem que eu era um inimigo, mas não me sentia preocupado pois sabia que dois grandes guerreiros acompanhavam meus passos o caminho inteiro.

A vila era cercada por paliçadas, com pequenos portões que abriam para permitir a entrada. Fui levado diretamente à xamã que liderava essa vila. Ela primeiro se dirigiu a mim numa língua desconhecida (deve ser a língua dos dragões), mas pensando rapidamente, disse que por uma maldição, não era mais capaz de falar na língua dos dragões. Quando perguntou meu nome, eu disse que não tinha mais meu nome, mas que me chamasse apenas de dragão. Vendo que ela parecia acreditar, mais por achar que eu sabia mais a respeito de tudo isso e não querendo perder a autoridade na tribo, resolvi ir mais adiante e me declarar mensageiro da profecia do grande dragão que viria por um dos portais para resgatar todos os Kobolds. Aparentemente essa profecia existia realmente (ou não), e a tribo concordou em não atacar os viajantes da FogoVivo que passassem por aquelas terras e que buscassem mais portais pelos quais o dragão poderia vir. Foi neste momento que a xamã falou sobre o mal que os assolava.

O necromante que vivia na pirâmide ali próxima (aquele das armadilhas) exigia que a vila lhe provesse seus filhotes para que não fosse destruída. Por isso haviam apenas fêmeas ali. A próxima oferenda era em 4 dias.
Prometi que traria ajuda dos habitantes da cidade e derrotaríamos o necromante quando houvesse uma próxima oferenda (a cada mudança completa da lua). Em troca, a xamã prometeu a unha de Yduss, O Insano (dragão venerado por aquela tribo) como prêmio.

Voltando à trilha perto do rio, me encontrei novamente com Argok e Sir, contando minha descoberta. Decidimos que não poderíamos fazer nada para combater o necromante nos próximos dias, apenas na oferenda seguinte, então voltamos à cidade pelo caminho que viemos.

Ganho para cada personagem:
+233 xp
+16 gp, 16 sp, 16 cp
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
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davidossantos
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Re: [0002 - 04/08/2018] Vila Kobold 1- Bóia

Post by davidossantos »

Andamos até perto do acampamento Kobold, chegamos no início da noite, encontramos um local para acampar e no início da vigia fomos abordados por um homem chamado Alastor Zane.
Alastor Zane - Robe fino combmarcações e detalhes(robe bem feito)
Tirou capuz, branco de frio aparentemente humano.
Cabelo curto e cinza prateado.

Alastor diz que não é mais vivo e que seu objetivo é morrer, que talvez nós possamos ajuda-lo.

Ajudamos Alastor a parar de existir.

Descansamos e rumamos para o acampamento Kobold.

Decidimos esperar kobolds ir buscarem água no rio para tentar falar com eles, Alp estava parecendo ser um DragonBorn e seguiu com o grupo
para a cidade deles, ficamos aguardando, eu a Sir Tyler.

Alp transformado em Dragonborn, vai com os Kobolds e aparentemente soluciona o caso, mas precisaremos ajudar os Kobolds a lutar com alguém da pirâmide.
Testador de WISDOM amador!

TESTA WISDOM!!TESTA WISDOM!!TESTA WISDOM!!TESTA WISDOM!!TESTA WISDOM!!TESTA WISDOM!!
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