[0043 - 16/03/2019] Retorno ao Covil dos Bandidos 2 - Bóia

Cada sessão de jogo terá 1 tópico.

Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.

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bichet
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[0043 - 16/03/2019] Retorno ao Covil dos Bandidos 2 - Bóia

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Mestre: Bóia
Aventura: Já faz algum tempo que o covil dos bandidos existe e tem se aproveitado da falta de patrulhas nessa área para operar sem qualquer escrúpulo. Vamos acabar com a ameaça dos bandidos nessa área e controlar a produção de shalgam, para que quem sofre da doença dos mortos-vivos possa ter mais fácil acesso ao remédio.
Iremos seguindo o Rio Ruidoso a passo rápido, do modo que sempre fazíamos no passado. Mas ao invés de seguir diretamente ao local do covil, vamos tentar achar um caminho pelo outro lado, na esperança de surpreender os inimigos e não ter que sujeitar nobres cavaleiros a tentar atravessar um riacho profundo em meio ao combate.
Os bandidos tem barricadas e armadilhas dentro do seu esconderijo, além de balestras perigosas que protegem a área perto da entrada. Eles também usam lobos treinados para se proteger.

Dia/Hora: 16/03/2019 08:30 BR
Timezone: https://notime.zone/LSkMggPAx9xF1
Nível: Qualquer.
Tempo: 5 horas
Procurando por: Tanque, Healer, Controller.
Recompensa: Todo o loot encontrado será vendido e repartido igualmente. Se alguém quiser ficar com algum item específico terá que pagar o custo de venda no mercado (50% do valor no livro) e esse valor será distribuido entre os outros membros do grupo. Itens mágicos e poções que por acaso encontremos ficarâo comigo.

Nome Classe Nivel
Alp Druid/Barbarian 7
Emmeline Bard 6
Sir Tyler Goldenstar Fighter/Cavalier 6
Kulgan de waterdeep Cleric/Wizard 5
Hildrid Blackfyre Barbarian/Rogue 3

FORMULÁRIO DE FEEDBACK: https://goo.gl/forms/5hG2dTQYmV1rKhTD2

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Grimm
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Re: [0043 - 16/03/2019] Retorno ao Covil dos Bandidos 2 - Bóia

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Relato de Alp:

Como a loja andava meio vazia e eu precisava de algum estoque pra inaugurar o Porco do Olho Torto, resolvi chamar aventureiros para me acompanharem até o Covil dos Bandidos, onde eu sabia que haveriam várias armas, armaduras, venenos e talvez até algum shalgam. Me encontrei na taverna com Emmeline, Sir e Kulgan, pessoas com quem eu já tinha me aventurado antes. Além desses veio Hildrid, uma bárbara que me surpreendeu muito pela coragem e capacidade de aguentar combates mortais. Além de tudo, ela também falava a língua dos gigantes, então passamos a nos entender muito melhor.

Partimos com velocidade pelas terras ao sul das Montanhas Salgadas até o ponto em que o Rio Ruidoso recebia as águas do Braço Médio formando um grande lago. O plano era seguir por aquela área e depois dar a volta pelas montanhas, surpreendendo os bandidos pelo lado oposto ao que normalmente chegávamos. No entanto, logo que chegamos ao lago percebemos algo estranho. Os animais, grandes e pequenos se escondiam da forte luz vermelha que se via no céu escuro. Especificamente no meio daquele lago (que Hildrid veio a chamar de Dragon Fork), percebi que uma luz mágica vinha do ponto vermelho no céu e esquentava a água somente daquele lugar, formando também uma imagem estranha no seu centro. Quando finalmente vimos o que era a imagem, fomos transportados para um local diferente, aberto, com paredes flamejantes e um grande dragão de cor metálica no seu centro. Correndo para garantir o melhor resultado, nos espalhamos para evitar uma baforada da criatura (que eventualmente acertou Sir e quase o matou). Sir correu para enfrentar o dragão e proteger os companheiros com seu escudo, enquanto eu conjurei abutres gigantes para auxiliar no combate, me dando tempo para me transformar numa cobra gigantesca e enrolar o dragão, impedindo que ele voasse e nos matasse um a um. O brilho e beleza da halfling encorajando todos nós ao combate. O monstro era forte, mas com a combinação de abutres rasgando sua pele, músculos de cobra esmagando seus pescoço e a espada de Sir abrindo a sua barriga, o dragão não teve chance. Ele foi finalmente derrotado pelas palavras profundamente perturbadoras de Emmeline, que tiraram da criatura a vontade de viver.
Logo que o combate terminou, reaparecemos na beira daquele lago. Por medo de sermos emboscados aqui, apertamos o passo até a beira da montanhas e montamos acampamento em um local protegido perto das rochas. Hildrid dividiu conosco um pouco da carne seca de owlbear que tinha preparado. Eu não como muita carne, mas aquilo estava uma delícia. Infelizmente ela só deu uma prova, prometendo que o resto ficaria para o dia seguinte. Para prover sustância na noite escura, eu providenciei minhas amoras mágicas, enquanto Kulgan deu a todos a capacidade de enxergar no escuro (humanos...) e a noite passou tranquilamente.

No dia seguinte, começamos uma vagarosa, mas sorrateira, acensão das montanhas salgadas. Nem 30 minutos após começarmos a subida, encontramos um largo caminho que parecia receber muito trânsito de gigantes. O caminho seguia na direção de suas terras, no Parapeito dos Gigantes. Mapeamos o que podiamos da trilha, mas seguimos viagem até o covil. Pouco antes de chegar, usei as sombras e brumas das montanhas para envolver a todos nós, tornando nossa passagem muito diícil de perceber. Conseguimos nos aproximar despercebidos e, já encontrando as entradas secretas do esconderijo, seguimos a nos infiltrar no recinto. Infelizmente as entradas estavam agora guardadas por vinhas que nos atacaram, arruinando nosso ataque surpresa. Sir e Hildrid rapidamente mataram a planta guardiã e entramos, apenas para sermos furados por flechas envenenadas numa emboscada subterrânea. Percebi que não eram os bandidos que normalmente enfrentávamos, mas elfos negros com os olhos parecidos com os de várias criaturas que apareceram nessa longa noite. O combate não parecia que seria muito difícil, mas o veneno de suas flechas nos deixava inconsciente se não tomássemos cuidado. Logo percebi algo vindo pelo túnel. Além de mais elfos, uma elfa que manipulva as sombras para nos cegar completamente. Sem exitar, mandei meus abutres que apareceram do seu lado e em poucos segundos a transformaram em um amontoado de trapos e sangue. Se ela ficasse viva, essa história com certea não estaria sendo contada por sobreviventes. Reforços chegavam dos dois túneis e uma grande planta, do tipo que já haviamos enfrentado em outras terras nos atacou e tentou nos sufocar com suas raízes e galhos. A luta foi longa e diversas vezes duvidamos de nosso sucesso, mas aos poucos conseguiamos ganhar a vantagem. Mais reforços e aranhas gigantes vieram para ajudar nossos inimigos (le parecem conhecer muito sobre a manipulação de bestas, plantas e venenos, como se fossem druidas subterrâneos. Eles também usavam magias que deixavam tudo completamente escuro, mas quando usei a luz do sol para iluminar a área, eles pareciam sofrer e se escondiam com pavor. Ao final, Sir segurava um lado do túnel e eu o outro, nossos companheiros ajudando como podiam.

Depois de um combate muito longo e sofrido, conseguimos derrotar quase todos os inimigos, os cinco elfos restantes, correndo de volta ao seu túnel subterrâneo para se esconder da luz e tentar sobreviver mais um dia. Ao final, nos vimos em controle do covil, coletando vários barris de shalgam, além de muitos tipos de armas e armaduras dos que caíram. Também conseguimos recuperar um grande número de flechas envenenadas e poções explosivas que os elfos não tiveram muita chance de usar contra nós. Não tinhamos mais tempo para perseguir os que fugiram, mas estes também com certeza voltariam com reforços. Vendo que nossa vitória era temporária, coletamos o que podiamos e nos retiramos de volta para a cidade. Essa ainda não seria a última investida ao Covil.
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
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