[0028 - 19/01/2019] Expedição às Ilhas do Norte - Bóia

Cada sessão de jogo terá 1 tópico.

Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.

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bichet
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[0028 - 19/01/2019] Expedição às Ilhas do Norte - Bóia

Post by bichet »

Mestre: Bóia
Aventura: Procuro aventureiros experientes para uma exploração que tem se tornado muito difícil, uma expedição às misteriosas Ilhas do Norte! Será uma viagem longa e impiedosa, mas se chegarmos às ilhas poderemos descobrir o que há nelas.
Para a viagem, precisaremos de um grande navegador para desbravar as águas e eu só conheço um capaz.
Dia/Hora: 19/Janeiro/2019 - 8:30 AM BRASIL.
Nível: Somente aventureiros de nível 5 ou mais (com excessão de Aralan).
Tempo: 6 à 8 horas.
Procurando por: 1 Aralan e quem mais ousar!
ilhas do norte.png
Tempo estimado de viagem: 30 horas
Formulário de fedback: https://goo.gl/forms/5hG2dTQYmV1rKhTD2

Nome Classe Nivel
Alp Druida 6
Aralan Naïlo Paladino 4
Sir Tyler Goldenstar Cavaleiro 6
Capiroto Warlock 6
Emmeline Bard 6
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Mauarus
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Re: [0028 - 19/01/2019] Expedição às Ilhas do Norte - Bóia

Post by Mauarus »

Alp estava curioso para que fôssemos explorar as ilhas encontradas à noroeste de FogoVivo. Reunimos Alp, eu, Sir Tyler, Capiroto e Emmeline, sendo que Tyler só concordou em subir no barco depois que Capiroto conjurou sua magia de respirarmos embaixo d’água. Definimos também que eu navegaria a Dragão Tartaruga, por 16 horas consecutivas com a ajuda de Tyler, parando apenas para descansar; e eu não reclamaria disso nunca, estou onde eu sempre quis. Depois de discutir quem ficaria de vigia em que horários, decidimos partir, com a proteção do farol.

O frio ainda estava intenso e utilizamos nossas roupas de frio, enquanto navegávamos para fora do balneário de FogoVivo. Nos afastamos do farol e a tripulação observava por outros pontos relevantes no mar, caso aparecessem. Depois de três horas e alguns minutos, de fato o que nós percebemos foi uma melodia agradável vindo do mar… Emmeline adormeceu, mas foi acordada por Tyler e ao passo que avançávamos, avistamos numa ilhota, Zeboim e suas sereias, divina e livre, nos chamando para encontrá-la. Como disse, não teria outro lugar no qual eu deveria estar, então me lancei ao mar à seu encontro.

Ao chegarmos na ilha, eu e os outros, quatro imagens de Zeboim se aproximaram de Alp, que havia chegado primeiro por ter se transformado em polvo gigante. Elas começaram a atacar Alp e ele reagiu, ao que eu o segurei e disse que ele estava louco. Felizmente, por minha descendência élfica, percebi que na verdade eu estava enfeitiçado por essas criaturas, esqueletos humanóides com algas e restos de dejetos. Covardes, fugiram ao começar a combater conosco, mas eliminamos uma a tempo. Depois, numa rápida investigação na ilha, Tyler encontrou o mísero tesouro das criaturas e Alp incendiou o lugar.

Nos preparamos para voltar ao barco e alertei para a possibilidade delas estarem na água esperando para nos emboscar. Capiroto voou até a embarcação e vi ao longe as infelizes subindo atrás dele! Após lutar contra as mesmas sozinho, ele foi puxado pra água, mas Alp em forma de polvo o resgatou. Subiu no barco para dar-lhe um tapa divino, por Zeboim, para acordá-lo, depois voltei para a água para lutar, mas ao descer tudo ficou escuro na água e não consegui enxergar mais nada. Enfim, após voltas e tentativas, vencemos as impostoras, descansando logo depois e navegando por mais um dia.

Na outra manhã avistamos a praia e Capiroto, que havia ficado acordado, nos falou que ouviu combate durante sua vigia. Nos preparamos com o bote para ir à terra e assim que chegamos verificamos pegadas e sinais de combate, seguidos pelo surgimento de dois humanos perseguidos por Kobolds surgindo por de trás das árvores. Capiroto, como de costume, utilizou sua magia de bola de fogo para incinerar à todos, enquanto os mesmos lutavam entre si. A criatura que parecia líder dos pequenos lagartos conjurou uma magia que o protegia ao mesmo tempo que atacava seus inimigos e Alp fez com que o metal no corpo do humano esquentasse a ponto de queimá-lo. Eu me aproximei do xamã, exigi resposta para aquele combate e o mesmo respondeu apenas “humanos malditos”...

Após uma troca de espadadas, fogo e outros ataques, quase todos Kobolds morreram, sendo que um fugiu para dentro do mato e Alp foi persegui-lo. Tivemos tempo de descansar antes de Alp voltar, uma hora e meia depois, tempo que usamos para verificar os corpos em busca de informações e espólio. No retorno dos mesmos, nos organizamos para conversar com o responsável do acampamento Kobold e os abordamos, com Emmeline cavalgando Alp em formato de um grande alpe. O diálogo foi breve e após um encantamento, como o qual Azibu fez em Kulgan, aparentemente o xamã líder do grupo nos permitiu entrada à sua vila.

Nós fomos bem recebidos, com vinhos e comes, mas o que mais me chamou a atenção no acampamento foi uma estátua de Darlantan the Hornbearer, dragão prateado filho de Paladine e Tianaran, que foi destruído na Primeira Guerra Dracônica de Krynn. Aparentemente eles adoram este dragão e a missão deles nas ilhas é impedir que o mal maior, um dragão vermelho, saia de um vulcão no meio da ilha. Eles são opostos por um grupo menor mas mais bem organizado de humanos e elfos, marcados ou amaldiçoados com a marca do dragão, algo que podemos investigar melhor.

Acabamos acampando na vila de Kuzh, mas no outro dia marchamos até o pequeno forte dos humanos. Sinceramente, após este momento eu não prestei mais atenção, Sir Tyler entrou em contato com eles e se apresentou; eles não são de Krynn, não concordam com os Kobolds, mas estão dispostos a ter uma relação comercial com FogoVivo. Visualizamos uns 10 soldados, todos militares, entre humanos e elfos, circulando por ali, bem vestidos e armados, embora seus pertences estejam desgastados. Depois de mais algumas perguntas e contato estabelecido, decidimos voltar.
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