Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
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Mestre: Grimm Aventura: Vamos explorar o MAR! Quero mapear e explorar um pouco o mar. Talvez ir para as ilhas ou ver o que tem nas praias ao sul de FogoVivo. Dia/Hora: 28/Dezembro/2018 - 12:00 BR - Caso as pessoas acordem mais cedo podemos tentar mais cedo, se o Grimm puder. Nível: Qualquer, mas procuro desafios maiores, então niveis baixos devem ficar espertos. Tempo: umas 6 horas. Procurando por:
Tanque, Healer, cartógrafo e alguém que entenda de mar.
Grupo: Party
Nome
Classe
Nivel
Prospero
Palacombo
5
Capiroto
Warlock
6
Azibu Donkor
Cleric
3
Aralan Naïlo
Paladino
3
Argok
Barba
6
Gains & Losses
XP/jogador
Recompensa
Loot Total
Gastos
1790
-
200gp
4 rações de viagem/jogador
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If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
Com a conquista do barco, Próspero decidiu desbravar o mar, junto com Capiroto, Azibu e eu. Próspero, Capiroto e Azibu (esse que é também um navegador, que navegava o rio Nilo… acho interessante o nome desse rio) discutiram a rota com o capitão, mas eu apenas observei, pois estava feliz em estar em alto mar. Ao sair, conseguimos ver a orla e os costões próximos à FogoVivo. Em alto mar, avistamos o primeiro sinal da boa vontade de Zeboim, uma tempestade que nos fez ficar alerta por horas a fio. À noite, quando a mesma se foi, havia companheiros vomitando no andar de baixo, outros secando suas armaduras por conta de terem caído na água.
Ao amanhecer, fomos saudados por criaturas aquáticas e arpões. Uma delas atacou capiroto com seu arpão, arrastando o mesmo pra água e assim fizeram com Azibu, o qual me joguei na água para resgatar. O combate foi violento, mas conseguimos derrotar as criaturas. Amanhecendo, não sabíamos onde estávamos… mas eu sabia que estava no mar e nada mais importava. Navegamos e navegamos… batalhamos criaturas marinhas, livres como a Deusa desejou. Não acredito que há algo mais relevante que isso, mas se tiver, acredito que os outros que estavam presentes irão relatar. Eu voltei ao mar!
Começamos a aventura inaugural do Barco, que nessa época ainda não tinha nome, indo explorar as ilhas ao norte. Alguns marinheiros foram disponibilizados pelo conselho, mas nenhum deles era perito em teorias de navegação, somente entendo a prática de operar o barco. Felizmente Azibu era um conhecido navegador de um grande rio chamado Nilo, do qual eu nunca ouvi falar, mas que seguindo ele, teria lhe conferido excelentes habilidades de navegar - O que não se provou verdade, como vocês verão mais adiante no relato, embora Azibu culpe Aralan.
Antes de irmos, resolvemos que seria melhor termos habilidades de respirar na água, já que prevíamos que algo poderia dar errado - como sempre costuma acontecer quando saímos em expedições por esse mundo bizarro. Uma biblioteca recém criada na cidade tinha interessantes pergaminhos mágicos e um que permitia respirar em baixo d'água estava disponível. Capiroto, apesar de não ser um mago tradicional, conseguiu adicionar essa magia ao seu livro e usar para manter todo mundo, inclusive os marinheiros, livres para respirar tanto na água como ar, o que nos deixou mais tranquilos de nosso principal medo.
Fizemos uma rota que nos propiciava o melhor uso do vento e no primeiro dia tudo foi bem, salvo por ter que desviar de vômitos projéteis de Argork e Capiroto, que nunca tinha entrado antes em um barco pelo jeito. Não que eu tenha entrado, mas não é uma marolinha que vai me fazer ficar doente, já que meus poderes arcanos me protegem.
De qualquer forma, logo mais a noite, enfrentamos uma tempestade. Nos amarramos no barco para não sermos levados pelo mar, mas mesmo assim sofremos bastante, caindo do barco na água e passando por maus bocados. Mas nossa habilidade de respirar em baixo da água permitiu que mantivéssemos o controle e retornássemos para o barco. Após mais algumas situações indignas, a tempestade abrandou. Resolvemos ancorar pela noite para não nos perdermos, já que vimos que a luz do farol não mais chegava em nós, sendo inútil para a navegação ao norte.
Apos um pequeno descanso, acordamo sendo atacados por criaturas do mar, alguma espécie de homens-peixe, que nos atacaram com seus arpões, puxando Argok,Azibu e Aralan para a água. Mas como conseguíamos respirar na água, algo que essas criaturas não sabiam, foi fácil lutar. Nossas armas não eram muito efetivas, porquê elas não foram feitas para combate aquático, mas mesmo assim prevalecemos.
Continuamos na direção que Azibu apontava e logo quando achávamos que estaríamos quase chegando nas ilhas, percebemos que tínhamos ido para em algum lugar errado. Capiroto mandou sua coruja procurar terra, mas infelizmente não conseguimos. Resolvemos continuar em uma até encontramos terra, e por fim chegamos em uma praia. Se Zeboim protege os navegadores, tenho certeza que ela nos odeia - não estávamos nas ilhas, como logo descobriríamos. A praia era habitada por caranguejos gigantes, mas não foram páreos para as bolas de fogo de Capiroto. Com certeza jantaríamos caranguejo naquela noite. Mas fomos surpreendidos por um outro caranguejo, muito maior do que os que nos recepcionaram - Esse parecendo ser um combate dígno teve nossa atenção, mas não se mostrou muito complexo, já que morreu ao final de algumas espadadas. Sua armadura era forte, mas a carne após a armadura era macia e vulnerável.
Após o combate, explorando o lugar, queríamos achar um ponto de referência para poder voltar para FogoVivo. Ao norte, algumas montanhas se espalhavam e com seus olhos de águia, Argok viu que criaturas aladas residiam por lá.
Resolvemos então ir na direção das montas para tentar subir e ver se conseguíamos descobrir onde estávamos, mas chegando lá, as criaturas aladas começaram a falar conosco. Ainda não sei bem que criaturas são essas, pareciam Kobolds alados e eles falavam dracônico, mas eles não foram agressivos. Pareciam até um pouco assutados. Depois de subir a montanha e conversar com os nativos, descobri que eles eram um bando de idiotas pernósticos. Cansado deles, resolvi ser mais assertivo e conseguimos chegar a um acordo. Eles queriam que nós eliminássemos uma gigante que jogava pedras nas casas dos kobolds, que pela descrição era um Ciclope. Em troca, eles nos mostrariam onde estávamos. Fomos até o local onde eles afirmavam estar o gigante e encontramos lá essa criatura grotesca. Sem conversa, apesar da criatura tentar vocalizar algumas palavras, nós conseguimos atacar ela. Capiroto com sua escuridão e raios arcanos, Argok com suas espadas múltiplas, eu com a minha nova espada que somente minha força mística permite carregar, Azibu com seus poderes divinos e Aralan com uma arma de haste, acabamos com a criatura em pouco tempo. Foi um combate glorioso e dígno de nosso poder, mas saímos vitoriosos.
Voltamos para os Kobolds alados, que após receberem o olho do Ciclope nos mostraram um desenho do lugar que estávamos. Tínhamos chegado nas florestas ao norte de FogoVivo! Em direção completamente contrária. Mas ficamos felizes por termos encontrado criaturas díginas de nossos esforços, afinal saímos para explorar e enfrentar criaturas poderosas e conseguimos.
Navegamos até FogoVivo e terminamos nossa aventura pelo mar, agora com melhores idéias de como explorar o oceano ao nosso redor.