[0006 - 02/09/2018] Vila Kobold 2- Bóia

Cada sessão de jogo terá 1 tópico.

Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.

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bichet
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[0006 - 02/09/2018] Vila Kobold 2- Bóia

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Michele, Gabriel T. , Davi, Mauricio e Grimm
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Grimm
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Re: [0006 - 02/09/2018] Vila Kobold 2- Bóia

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Nos encontramos todos na taverna a fim de ver o que podíamos fazer sobre o problema na Vila Kobold. No entanto, o que parecia ser mais preocupante para o povo de FogoVivo e o meu nariz era toda aquela teia de aranha no ar. Eu espirrava como um gato empoeirado.

Partimos na direção planejada, seguindo o conselho do anão Hans, para primeiro ver se as duas pontes estavam bem construídas. Na Ponte que cruzava o Braço Próximo, encontramos um anão que parecia responsável pela construção. Sir trocou algumas palavras com o sujeito na língua dos anões e parecia estar tudo certo.
Seguimos para a outra ponte ao norte, que cruzava o Rio Ruidoso. Essa também foi bem feita e atravessava agora facilmente o rio, sem nenhum troll vivendo debaixo dela.

Continuamos no caminho já conhecido seguindo a margem do Ruidoso na direção da Vila. No caminho, alguns guardas da cidade carregavam lobos que eles haviam matado. Fiquei um pouco preocupado, pois o povo das cidades tem a tendência de matar tudo o que vê sem respeitar os territórios de cada um. Segundo eles, haviam muitos lobos na área, então não era o caso.

Ao continuarmos, Argok viu algo que não estava lá antes, pelo menos não quando passamos há algumas semanas atrás. Era um rio com um dique, que Sir identificou como algo que ladrões faziam para construir seu esconderijo. Sir disse que viu um movimento nas árvores do outro lado do rio, ao mesmo tempo que Argok e eu encontramos pegadas mal escondidas de alguém que havia passado por ali. Então decidimos ver o que era. Argok tentou atravessar o rio, mas escorregou e teve que nadar até o outro lado. Quando ele chegou na margem, uma flecha enorme passou voando perto da sua cabeça, alguém estava nós atacando daquelas árvores. Pelo tamanho da flecha, talvez fosse um gigante e pedi para que não atacassem, ao mesmo tempo que pedi às árvores onde estavam, que prendessem os atacantes com suas raízes.

Avançamos todos em direção e descobrimos se tratar de ladrões, como Sir havia dito. Eles tentaram lutar contra nós, mas com a espada de Sir, o machado de Argok, as palavras de Emmeline, a perseverança de Aralan e o brilho violento do sol que me ajudava, os inimigos foram rapidamente dispersados. Foi quando resolvemos investigar e ver se encontrávamos a toca dos ladrões, já que havia algum tempo até precisarmos chegar à Vila Kobold. Encontramos uma escada de corda que levava à um parapeito de pedra debaixo de uma cachoeira. Descemos e entramos até a caverna dos ladrões. Lá dentro ela se dividia em dois caminhos.. Fomos pela direita, onde havia um túnel mais espaçoso, onde encontramos raízes de Vidalonga, uma planta cujas raízes tem poderes curativos em pequena quantidade, mas mortal se abusadas. Aparentemente os ladrões também estavam colhendo as raízes para vender como remédio para loucura. Argok aproveitou para colher algumas delas.

Na sala seguinte, fomos recebidos pelos donos da caverna, que nós atacavam com flechas grandes e pequenas, e lobos treinados. O combate foi muito difícil, ainda mais quando chegaram os reforços, primeiro caiu Argok, depois Sir. Parecia que seria nosso fim, então, vendo todos os inimigos em volta de Sir, chamei novamente os poderosos raios da natureza para cima dos inimigos e do companheiro caído. Ele poderia se queimar um pouco, mas nada que Sir não aguentasse. Funcionou! E com a ajuda de Argok agora de pé, demos fim nós inimigos restantes. Eu ainda corri atrás do último lobo que fugia para outra parte, talvez encontrariamos outra saída. Mas eu estava errado. Quando cheguei à sala seguinte vi lobos, flechas e todo se apagou.

Quando acordei, meus companheiros me carregavam pra fora da caverna, assim como um dos ladrões desacordado. Aparentemente eles fizeram um acordo com os ladrões para que todos pudéssemos sair ilesos. Muito feridos, voltamos à cidade onde entregamos o ladrão para que a guarda da cidade o interrogasse. Eles descobriram que o ladrão, assim como todos os seus 30 comparsas, assim como seu esconderijo inteiro e até a cachoeira à sua volta haviam sido transportados do mesmo mundo de Sir para cá. Então lembrei da história que Sir contara, que eu havia me esquecido porque não conseguia para de pensar na fêmea com a mão cortada fora. Segundo ele, aquele bando de ladrões era perigoso no seu mundo. Então, a fim de resolver esse problema antes que ele crescesse, prosseguimos novamente até o esconderijo.

Chegamos ao anoitecer, cobertos pelas sombras da noite, mas descendo a escada, fui percebido e atingido por uma flecha grande. Era evidente que estavam esperando por nós, pois haviam erguido uma barricada de madeira para nós barrar o caminho. Conjurei uma esfera flamejante a fim de queimar a barricada, mas meus companheiros não saíam da frente. Mesmo com uma bola de fogo queimando tudo a seu redor, os coitados insistiam em golpear a barricada com suas espadas e machados. Quando viram que se queimariam se não saíssem, deixaram o fogo fazer o seu trabalho... E em pouco tempo, a barreira era uma pilha de cinzas. Lá dentro, tudo era escuro e os bandidos estavam bem preparados demais para que pudéssemos enfrentá-los. Infelizmente essa batalha teria de ficar para outra oportunidade, então voltamos para a cidade onde sentamos cansados, frustrados e um tanto esquecidos dos pobres kobolds que até agora ainda nos esperavam.
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Re: [0006 - 02/09/2018] Vila Kobold 2- Bóia

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Sir Tyler fala com o anão, Glonion, sobre a construção e proteção da ponte, parece que tudo está tranquilo. O que está incomodando os cidadãos é a alergia, muita gente espirrando, parece que vem das teias de aranha que estão na floresta. Continuando o caminho encontramos alguns soldados, eles estavam matando os lobos, Alp não gostou muito.
O Argok andando mais para frente achou uma repreza, não parece ter sido feito por um animal, mas também não faz muito tempo. Ela não está mal feita, parece que nào quiseram trancar o rio todo, só diminuir a vazão da água. Sir Tyler avista algo numas arvores, Alp e Argol investigam que por esse caminho passaram humanóides de bota e eles obviamente tentaram apagar seus rastros.
Argok cai na água mas consegue se segurar, depois vamos passando aos poucos, alguém joga um pedaço de madeira no Argok, ele corre até lá e vê que não são gigantes, eu tb tento chegar mais perto, eles são humanos ou meio-elfos, ou algo do gênero, não tem armadura, mas tem espada e escudo, tento falar novamente com eles. Nenhum deles responde e obviamente entramos em combate com eles. Alguns caíram, um outro fugiu.Sir Tyler lembra de isso ser muito similar com outros ladrões que ele já enfrentou. Achamos a entrada pela cachoeira, mas era dificil escutar alguma coisa por causa da cachoeira. Fomos entrando pelo túnel, de uma sala vimos mais 2 túneis com luz, vamos pelo da direita, e encontramos 3 carinhas, começa a briga e então vem mais 3 pelos buracos no teto. Tamo tudo fudido.
No total derrotamos 9 e vimos mais 3.


Os caras não são nativos desse lugar, eles foram teletransportados todos juntos a pouco tempo atrás, foi tipo toda a galere junta. Pelo o que ele falou tinha uns 20 então sobrou 11 mais os lobos. Eles usam a raiz para fazer uma droga bem marota que é proibida.

Tentamos voltar, mas levou muito tempo para entrar, os caras tinham preparado e trancado a entrada.


Equipamentos:
-1 carga varinha


XP - 320 cada
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