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[0057 - 07/09/2019] Visitar o cemitério - Bóia
Posted: Sat Sep 07, 2019 4:08 pm
by longo
Mestre: Marcos Longo (Boia)
Aventura: Após recentes noticiais sobre a aparição continua de Mortos-vivos na região do cemitério de Fogovivo, Shagal chama a todos para analisar a situação e quem sabe por um fim a esse sofrimento.
Dia/Hora: 07/Setembro/2019
Timezone: https://notime.zone/Lml2thuzcenV7
Nível: Preferencialmente novatos e aventureiros
Tempo: Até as 14h. (6h de jogo)
Procurando por: Todos os tipos de personagens são bem vindos.
Saque: Todos os saques (magico ou mundano) será recolhido por Shagal, que irá vender tudo e dividir igualmente os ganhos. Caso alguém do grupo queira ficar com algum item, ele deverá pagar pelo mesmo (pelo preço de venda), para que o valor seja dividido entre os membros do grupo. Shagal não compreende questões como crédito, parcelamento de divida e coisas do tipo.
Formulário de feedback: https://goo.gl/forms/5hG2dTQYmV1rKhTD2
Grupo atual:
| Nome |
Classe |
Nivel |
| Shagal |
Druída |
2 |
| Lúthien Tinuviel |
Warlock |
2 |
| Lordrin Fireborn |
Sorcerer |
3 |
| Thorni |
Fighter |
1 |
| Moxt Aussir, O Branco |
Ranger |
1 |
XP: 466
Loot: 0
Re: Visitar o cemitério - 07/09/2019 - 8:00am - Sábado
Posted: Wed Sep 11, 2019 1:20 pm
by godoy159
Relatório Shagal
Nos juntamos na Forquilha da perdição, como de costume. O grupo se juntou rapidamente, todos já conhecidos, e logo nos dirigimos aos portões de fogo-vivo. O anão Thormy nos alcançou ainda na cidade e se juntou a mim, Moxit, Luthien e Lordrin. Descobrimos que ninguém do grupo já teve contato com criaturas desse tipo (zumbis) e que, conforme nos aproximávamos, a região ia escurecendo apesar de ainda estar de dia, claramente algo sobrenatural na região estava acontecendo. No caminho vimos uma forte luz vindo das montanhas ao norte, porém essa questão ficou para explorações futuras.
Ao chegar no local, aqueles que viam no escuro já avistavam as criaturas mortas andando. Estes não nos perceberam e nos organizamos para enfrenta-los. A batalha foi longa, com ondas e ondas de zumbis e esqueletos aparecendo. Thormy teve um papel fundamental em defender o grupo contra a maioria dos ataques, enquanto o resto do grupo como um todo fez sua parte em derrubar monstro após monstro.
Depois de abrirmos caminho pelo cemitério, Moxit percebeu pegadas indo em direção de uma construção de pedra maior, que possuía inscrições indicando ser o mausoléu da família Ashspeak. Essa família é conhecida em Fogovivo, e recentemente tiveram a perda de uma criança.
Adentramos o local, e em seu subterrâneo estavam as lapides, sendo que uma lapide menor, com a inscrição Leele Ashspeak, estava aberta. Quando chegamos próximos, mais mortos se levantaram de outras covas, sendo que estes estavam mal cheirosos e eram bem mais fortes que aqueles vistos na parte de cima da cidade. Nos exaurimos para derrota-los, e então descansamos brevemente enquanto entendiamos o que estava acontecendo.
Percebemos que haviam pegadas saindo do local, o que indicavam que alguém foi até alí e furtou o corpo da jovem nobre. Saindo do local percebemos que mais mortos voltaram a aparecer, e após derrotar estes, encontramos um bueiro, para onde as pegadas do sequestrador levavam. Acreditamos que lá se esconde o ser que está por trás dessas atrocidades com os mortos, porém estavamos muito cansados, e não teriamos como descansar em paz neste local, então decidimos retornar em outro momento para resolver este problema.
Re: [0057 - 07/09/2019] Visitar o cemitério - Bóia
Posted: Sun Oct 13, 2019 10:41 am
by Hélio
Relato de Moxt Aussir, O Branco.
Nessa jornada acompanhei meus companheiros habituais numa investigação ao cemitério de Fogo Vivo.
Primeiramente, não compreendo a função, bem a necessidade de um local para os mortos, já que eles deveriam se tornar comida, bens ou adubo ao morrerem. Entretanto estou perdendo o interesse em buscar respostas juntos a esses seres exóticos que são os humanoides de sangue quente. Desejo muito ter contato com os seres reptilianos, draconianos ou de sangue frio, porém vivos.
No cemitério encontramos uma magia poderosa que roubava o sol, sua luz e calor. Lutamos contra muitas criaturas nem mortas e nem vivas, que além do perigo, nada ofereciam. Sua pele era podre, seus órgãos internos apodrecidos e já não portavam mais nada, nenhum bem, ou seja, não havia quase para eu extrair.
Porém o combate incessante contra inúmeras criaturas serviu como oportunidade de aprendizado e aprimoramento de novas técnicas e habilidades.
Descobrimos que as criaturas pareciam ter algum vinculo com um último nome humano famoso na cidade de Fogo Vivo.
Se os humanoides de sangue quente dessem um fim adequado aos seus, talvez não tivessem tantos problemas. Exceto quando um Deus das Sombras decidi escravizar e tornar todo um povo em mortos vivos, mas não vejo sinais disso aqui nesse novo mundo.