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[0052 - 21/07/2019] Faça-se a luz! - Grimm

Posted: Sun Jul 21, 2019 3:01 pm
by longo
Mestre: Grimm
Aventura: De acordo com o rumor, "o Farol da Ponta continua apagado e nenhum dos mensageiros ainda retornou com respostas. O Conselho de FogoVivo teme o pior." Sujiro sugere investigar.
Dia/Hora: 21/Julho/2019
Timezone: https://notime.zone/LkFdKH9hr6zD_
Nível: Qualquer nível aceito
Tempo: A aventura pode levar umas 5 horas, talvez? Ou até cansarem.
Procurando por: Qualquer personagem é bem vindo!
Grupo atual:
Nome Classe Nivel
Sujiro Kefuja Monk 1
Areas Winblade Monk 3
Jeudi Rogue 1, Paladin 4 5
Azibu Donkor Cleric 5
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Loot: 37gp, 8sp. Sujiro ficou com 1 quarterstaff
XP: 378xp por cada jogador

Re: [0052 - 21/07/2019] Faça-se a luz! - Grimm

Posted: Sun Jul 21, 2019 5:43 pm
by longo
Areas encontra conhecidos colegas, Azibu e Jeodi na taverna, se preparando para uma expedição preparada por um novato - Sujiro. Ele também é um elfo como Areas, um elfo das florestas. Ele utiliza as roupas comuns dos elfos das florestas, com enfeites de folhas e terra. Após decidir no trajeto a ser feito, que é seguir o rio até perto do farol, atravessando o rio e seguindo até a outra costa, ao norte, depois seguir até a o farol.

Partimos como de costume ao amanhecer do sol amarelo. Até a travessia do rio, o grupo não encontrou nenhuma dificuldade. Azibu com seus poderes místicos foi capaz de fazer o grupo andar sobre as aguas. O que foi muito conveniente, não só pelo rio, mas porque o terreno era todo pantanoso. Eventualmente quando o efeito da magia terminava, o grupo caia na água, mas nada que fosse muito problemático. Azubi logo usava o rial novamente e o grupo voltava a caminhar. Encontramos entrentanto Sapos gigantes que atacaram o grupo. Após derror os sapos, Jeudi tirou o couro deles, que achava que valia algum dinheiro ( e estava certa!)

Resolveram explorar bem os locais que viajavam, mas não encontraram nada de especial no primeiro dia e acabraram por descansar em uma caverna que encontraram, só que foram atacados por bandidos durante a noite. Areas até tentou manter um deles vivos, mas o Azibu terminou por mata-lo.
Acordando no dia seguinte, o grupo continuou a exploração e acabou por achar trilhas de pessoas com botas, levando até o farol. No meio da trilha foi encontrado vários ovos de sapos, que o grupo ignorou completamente. No final do segundo dia de exploração chegaram no farol. Com uma procura cuidadosa, encontrou mais dos ovos de sapos, algo estava ficando muito estranho. E do nada, vários homem-sapo surgiram de trás de madeiras e atacaram.
O combate por um instante foi complicado, mas Jeudi, com seus poderes divinos conseguiu dar um acerto bem colocado
no lider dos homem-sapos e o combate logo acabou. Explorando a área, o grupo encontrou vários outras pilhas de ovos de sapos. Azibu e Jeudi usaram óleo
e fogo para destruir os ovos. Aparentemente esse era o breeding ground deles. O grupo não se importou com isso muito.

O grupo então juntou o que conseguiu encontrar de riquezas, mas os homem-sapos era bem pobres e só acharam algumas armas e armaduras. No final
procuraram o farol e encontraram os corpos dos trabalhadores, que foram mortos com mordidas e estocadas de lanças, além de ter todos seus pertences removidos. No final, os aventureiros descobriram que o farol usa daquele combustível mágico igual ao da forja, mas nada dele foi encontrado no local.

Sem mais o que fazer na região, os aventureiros voltaram para FogoVivo para contar sobre a expedição

Re: [0052 - 21/07/2019] Faça-se a luz! - Grimm

Posted: Sun Jul 21, 2019 9:25 pm
by Willynone
Tendo recém chegado à este mundo, Sujiro, um monge ainda novato, e buscando seu pão de cada dia, quis logo mostrar serviço. Assim que ouviu rumores sobre o Farol da Ponta, ele decidiu organizar uma expedição que pudésse descobrir o que havia acontecido que deixara as luzes do farol apagadas. Para tanto, se juntaram a ele Areas, uma monja elfa, tal qual o próprio Sujiro; Jeudi, uma paladina surpreendentemente furtiva; e Azibu, um clérico com afinidade para levantar e balançar os braços.

Os aventureiros partiram da cidade de Fogo Vivo logo ao amanhecer, e não tiveram nenhum trabalho para seguir o Rio Ruidoso em direção oeste, e menos ainda atravessá-lo para as montanhas salgadas, já que o clérigo e seus braços agitados tinham como fazer com que os aventureiros andassem sobre as águas.

Aliás, sobre as águas e sobre o pântano, como vieram todos a descobrir a seguir, assim que chegaram ao Pântano dos Provérbios. Ali, encontraram dois Sapos Gigantes, que apesar do tamanho e do veneno, não foram um desafio muito grande. Mas esta luta, a primeira de Sujiro Kefuja, lhe deixou, e aos seus companheiros, um ensinamento muito valioso: "Há buracos que entra e sai". Os sapos também foram úteis para a economia do grupo, como viemos a descobrir depois da expedição, afinal suas peles e glândulas de veneno valem moedas de ouro.

Com exceção da fauna local, que parece ser basicamente composta de variedades de sapos, a região montanhosa não teve muito a oferecer, mesmo depois da exploração meticulosa feita pelo grupo no primeiro dia de viagem. Em preparação para o segundo dia, contudo, encontramos uma pequena caverna na costa norte, que serviu de abrigo para o grupo. Durante a noite chuvosa, na vez de Sujiro ficar de vigia, fomos atacados de surpresa, mas os atacantes não foram bem sucedidos. Assim que o primeiro caiu aos pés do monge, os outros dois tentaram fugir, mas foram logo detidos pelo trabalho em conjunto do grupo, e não sobreviveram. Mas suas memórias e especialmente suas moedas estarão sempre com o grupo! Ou pelo menos até algum item legal aparecer em uma loja...

Ao amanhecer do segundo dia, o grupo partiu em direção ao farol, mas lentamente o suficiente para explorar mais a fundo a região, algo que também não surtiu efeito. Bom, fora, talvez, por um ninho de sapos gigantes que encontramos na costa norte, e resolvemos ignorar... Ou melhor, fora o ninho e uma trilha de botas que levava para dentro da região montanhosa - que também ignoramos. Poderiam essas pegadas ser de um grupo como aquele que nos atacou à noite?

De qualquer maneira, o grupo seguiu em frente, resoluto. O templo ainda estava nublado e relativamente escuro quando alcançamos o nosso objetivo, o que fez com que Azibu e Jeudi precisassem ligar um farol próprio - uma lanterna superpotente. O grupo conseguiu dar a volta no Farol da Ponta, que, diga-se de passagem, é uma construção ainda bem recente, mesmo que abandonada. Um pouco mais à frente havia uma pequena casa, provavelmente o local de descanso dos trabalhadores que um dia estiveram ali, completamente deserta.

Foi apenas ao norte da casa que o grupo viu algo inesperado, um ninho gigantesco com centenas de ovos, todos anfíbios. Ao aproximarmo-nos do ninho, fomos pegos de surpresa pelos responsáveis, uma raça de sapos humanoides que carregavam lanças. Apenas um deles tinha um cajado e era de uma coloração diferenciada. A batalha que se iniciou de surpresa foi difícil. Sujiro caiu, ainda inexperiente. Mas pra sua sorte contava com Jeudi, que não somente foi capaz de curá-lo, como também deu o golpe final no sapo que segurava o cajado, o que resultou nos outros sapos fugindo de volta para o oceano.

Assim, o grupo teve tempo suficiente para queimar todas as ninhadas deste "berçário", bem como investigar o Farol em si, que por sua vez estava tão vazio quanto a casa ali ao lado, salvo pelos corpos dos seus antigos trabalhadores, definitivamente mortos pelos inimigos que derrotamos (os corpos mostravam sinais claros de mordidas e ferimentos de lança).

O problema da luz do farol não pôde ser resolvido, apenas relatado. Aparentemente, ele necessita de fogo mágico, o que não havia por perto. Bom, além do fogo, o Farol da Ponta também definitivamente precisa de proteção, para evitar que isto torne a acontecer no futuro.

Com a missão cumprida, o grupo retornou a cidade e dividiu em partes iguais todos os recursos conseguidos (Sujiro ficou com um Quarterstaff, além das moedas), bem como a experiência de uma aventura bem-sucedida e muitos ensinamentos que dela provém. Afinal, "Uma distância de 10 mil kilômetros não pode ser medida pelas ondas do mar".