Mesmo com a escuridão reinando, o clima ainda parece sofrer algumas mudanças perceptíveis. A temperatura geral parece ter subido um pouco e permanece por volta de zero graus, com a presença de fortes ventos. Não há mais qualquer sinal de neve ou chuva nas terras cobertas pelo manto da noite e várias das plantas que dependem do sol e chuva começam a morrer. A comida na cidade está sendo racionada para que ela dure o máximo possível, mas os suprimentos estão chegando a níveis alarmantes. A guarda ainda é capaz de manter a ordem, mas cada vez mais, tumultos e conflitos violentos irrompem na cidade, principalmente ligados ao desespero e à falta de comida. A caça se tornou muito perigosa, por envolver saídas da cidade, onde a patrulha não mais garante a segurança das planícies e florestas no entorno, e a pesca é limitada pelos relato de criaturas marinhas ameaçando a baía de FogoVivo. Devido à escassez, até o custo de 1 ração de viagem aumentou para 1gp.
Rumores:
Calamidade na estrada do Sul! Relatos chegam de uma criatura muito perigosa que atacou e matou muitos dos trabalhadores que construiam a estrada e os soldados que faziam a segurança. Os poucos sobreviventes do ataque retornaram à Fortaleza dos Paladinos trazendo notícias do desastre e toda a obra na estrada foi completamente paralizada.
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Algo está acontecendo no cemitério de FogoVivo. Com a escuridão, monstros tem aparecido por lá e dizem que os mortos estão se levantando.
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As reservas de comida da cidade estão em níveis perigosamente baixos. O Conselho está ficando sem opções e urge os bravos aventureiros de FogoVivo que encontrem soluções, mesmo que temporárias, ao problema da falta de comida.