Grimm rolled 1d6:
4
Grimm rolled 1d2:
1
Em FogoVivo, não se fala mais em céu encoberto, luz do dia, amanhecer ou entardecer. A noite tomou conta destas terras e não parece que terá fim. Todos que esperavam a primavera para trazer cores vibrantes a um mundo coberto de neve e galhos secos tiveram suas esperanças afogadas pelo breu da incessante escuridão. É como se um manto pesado cobrisse as alturas de Porta do Diabo, deixando apenas alguns pequenos vislumbres da luz da única lua destes céus noturnos e a ocasional aparição de rastros de luz no céu causados por grandes estrelas cadentes que duram vários segundos antes de desaparecerem. Terremotos fracos e fortes tem sido sentidos por todos os habitantes, mas eles parecem ter diminuido um pouco na última semana. O clima, continua igual ao de semanas anteriores, com a diferença da pouca variação de temperatura devido à falta de luz solar. Muito como as noites do mês de Di Yu, a constante escuridão mantém a temperatura entre -5 e 5 graus, e os ventos fortes ainda varrem essa região silenciosa trazendo um pouco de neve ou chuva. Como nem mesmo as patrulhas se aventuram para fora da cidade em tempos como esse, pouco se sabe de como as regiões mais distantes tem reagido às mudanças, ou se elas mesmo ainda existem da mesma forma que antes.
Rumores:
Poucos rumores chegam até a cidade, já que ninguém se aventura para fora. O que se ouve é que até mesmo as regiões próximas de FogoVivo se tornaram perigosas e sua geografia bastante desfigurada.
-----
Exploradores ao Sul contam que uma grande fenda ou cratera se abriu nas montanhas, revelando perigos aterradores e levando o local recém descoberto a ser chamado de Precipício do Desespero.
-----
Um estrela foi vista caindo dos céus. Diferente das outras, essa iluminou o céu como se fosse dia por alguns segundos, antes de atingir o chão de forma estrondoza em alguma região longe da cidade. O clarão de seu impacto no horizonte distante foi como o brilho do próprio nascente.
-----
Os poucos mensageiros que chegam da Fortaleza dos Paladinos dizem ter visto luzes de grande fogueiras queimando no Leste distante, visíveis apenas da mais alta torre da fortificação.