Nas últimas semana do Inverno, o mês de Kuzimi trás ventos fortes e nevascas, com alguns dias de chuva que logo se transformam em flocos de neve. As temperaturas permanecem entre 5 e -30 graus, deixando a planície completamente branca novamente e dificultando a viagem de quem a atravessa. Roupas de frio e fogueiras ainda são muito necessárias para qualquer viajante que dorme ao relento e uma boa tenda é importante para se proteger das nevascas constantes. Os rios permanecem congelados, com exceção das fortes corredeiras do Ruidoso e a passagem pelas montanhas do Sul se encontra bastante encoberta e quase completamente bloqueada pela neve de avalanches. Como de costume, o Inverno também traz a FogoVivo a presença de indivíduos recém chegados.

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Pescadores na baía de FogoVivo passam a evitar a área e jogar suas redes apenas na foz do Rio Ruidoso, perto da cidade. Eles dizem ter avistado criaturas estranhas e enormes nadando nas áreas mais longes da costa e um pescador conta que teve seu barco virado e só se salvou porque Habakkuk fez um grande cardume tirar a atenção do monstro, dando tempo para desvirar o barco e remar para longe.
O mistério do desaparecimento dos gatos continua. Os únicos gatos vistos na cidade são aqueles trazidos pelo druída do bosque e outro de tamanho considerável que dorme perto da lareira na taverna.
A guarda da Fortaleza dos Paladinos informa que nas regiões ao Sul do forte, corpos ambulantes com garras horrendas e pele congelada tem sido avistados e enfrentados. Crescem rumores de que exista uma forte presença deste tipo de criatura nas terras ao Sul das montanhas.