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[0013 - 17/11/2018] Gritos na floresta - Trevisan

Posted: Sun Nov 18, 2018 9:05 pm
by longo
Mestre: Trevisan

Aventura: O conselho da cidade quer que alguém investigue o que está acontecendo com a floresta ao lado do Forte dos paladinos. Parece que trabalhadores sumiram e barulhos estranhos vem de lá.


Jogadores:

Nome Classe Nivel
Prospero Espada Arcana 1
Alp Druid 5
Capiroto Warlock 4
Emmeline Funkeira 4
Argok Ironfur Thorak Barbarian 4
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Re: [0013 - 17/11/2018] Gritos na floresta - Trevisan

Posted: Sun Nov 18, 2018 9:35 pm
by longo
-- Capítulo 1 --
Prospero estava animado. Era a primeira vez que ele ia sair da cidade em aventuras. Morar em uma caixa de papelão é excitante, mas ir em busca de poder e glória é muito mais. Obviamente, algo iria dar errado e nesse caso, começou com o clima. Assim que Prospero saiu de sua toca de papelão, uma chuva torrencial começou. Ótimo, Prospero precisava de qualquer forma tomar um banho. Mantendo a positividade, ele foi em direção a Forquilha da Perdição, encontrar o resto do grupo. Todos eles estavam reunidos e já esperando Prospero. Pareciam muito descansados e prontos para ir. Prospero achava que daria tempo de comer um pão ou tomar um café, possivelmente pago pelo resto do grupo, mas eles já estavam prontos para sair. A fome e a falta de sono o deixaram muito cansado e com seu poder de combate reduzido, mas isso não iria parar Prospero.

Da porta da cidade o grupo consultou o mapa preparado por Emmeline. O plano era seguir a estrada até a ponte mais ao leste e depois seguir viagem até o forte dos paladinos. Se tudo corresse bem, eles dormiriam lá no forte para se abrigar da chuva. Com a rota tracejada, o grupo saiu em direção ao forte.
O objetivo era investigar o desaparecimento de alguns trabalhadores do forte, relatos diziam que três trabalhadores foram sequestrados e que gritos podiam ser escutados na floresta ao leste. Prospero suspeitava que os trabalhadores estariam somente querendo folga e cansados de trabalhar na chuva. Mas caso algo a mais estivesse acontecendo, ele gostaria de saber.

Prospero conversou muito com Capiroto, tentando entender seus poderes arcanos. Alp e Argok eram um pouco bárbaros para o gosto dele, mas pareciam bacanas. Argok em especial não falava muito, mas seu atos eram bem claros. Era um meio-gigante de ações, não palavras. Ao contrário, Alp falava bastante e se mostrou muito educado e preocupado com a natureza. Emmeline, a halfing lhes divertia com suas canções, mas Prospero percebeu seu poder arcano mais de uma vez em suas entonações musicais. Toda música é originária dos antigos poderes arcanos - mas nem todos sabem utiliza-la dessa forma.
Também estava no grupo Aralan, um elfo ou meio elfo e se dizia Paladino de Zeboin, ou algo assim. Prospero não se identifica com os mais religiosos, tendo ele mesmo abandonado a religião muitos anos antes, mas é capaz de apreciar o poder que os seguidores dos Deuses possuem. Prospero prefere lidar com entidades diabólicas do que os Deuses - Eles ao menos cumpre as suas palavras.
-- Capítulo 2 --
Ao chegar no forte, Prospero percebeu que precisava tomar a iniciativa na investigação. Estava frio e chuvoso, logo qualquer iniciativa teria que ser focada em entra no forte. Guardas fizeram as perguntas de praxe na entrada, mas logo reconheceram a fama de Prospero e dos que estavam com ele, liberando o acesso. Foram direto nos trabalhadores para ver se eles poderiam contar algo a mais sobre o que estava acontecendo. Eles relataram como os outros trabalhadores sumiram, cada um em um dia diferente. Dois sumiram na floresta, um dentro do próprio forte.
Prospero dividiu o grupo em dois, já que que sua visão arcana permitiria que ele descobrisse mais informações e o Paladino de Zeboin com seus poderes divinos conseguia fazer o mesmo. Mas aparentemente o que aconteceu por ali não era sobrenatural, ou pelo menos não a ponto de nossos sentidos descobrirem algo especial. Mas a sua seleção de companheiros para a investigação foi apropriada, já que o Drúida e a Barda eram muito perceptivos. Eles logo descobriram rastros de criaturas, talvez roedores gigantes, em vários lugares do forte. Os rastros infelizmente apareciam e paravam em lugares aleatórios, não lhes dando muito mais informações. Eles possivelmente voavam, teleportavam ou eram muito bons em esconder os rastros.
O grupo então resolveu ir descansar para investigar no dia seguinte a floresta. Durante a noite, no turno em que Prospero e o Paladino estavam de guarda, risos macabros ressoaram da floresta. Os dois correram para fora para tentar identificar se alguém se aproximava do forte, mas a chuva forte impedia qualquer tentativa de ver algo. Mais risos ecoaram. Prospero imaginou que seria uma armadilha e ignorou os risos, levanto todos a dormir novamente. Capiroto suspeitou que se tinham risos, alguém teria contado uma piada. Ele então contou uma das piadas mais engraçadas que prospero já tinha ouvido; (sabe o que a zebra falou para a mosca? "você está na minha lista negra"), utilizando-se de seus poderes arcanos para fazer sua voz sair mais alta do que os risos escutados antes. Prospero riu muito, mas ninguém mais riu, possivelmente porque estão todos mortos por dentro.
A noite passou sem mais incidentes e no dia seguinte partiram para a floresta.
-- Capítulo 3 --
Adentrando na mata, logo o druida e o bárbaro conseguiram achar os rastos das mesmas patas que vimos lá no forte. Sem muita demora encontraram uma velha no caminho. O que uma velha estaria fazendo na floresta? Obviamente era uma Bruxa. Prospero já foi acusando ela dos crimes que ele sabia que ela era culpa - Em uma demonstração de sua inteligência em uma troca de palavras, ele fez com que a Bruxa admitisse que os filhos dela eram os culpados. Ele sacou a espada e foi em direção da criatura, mas ela convocou enxames de criaturas da floresta para atacar o grupo. O combate não foi demorado graças aos poderes arcanos do Capiroto, capaz de soltar bolas de fogo com as mãos. Prospero ficou muito interessado nesse poder e espera um dia poder fazer o mesmo, mas enquanto isso, sua espada terá que servir. Ele desferiu alguns ataques contra os enxames e logo o combate tinha terminado.
A bruxa fugiu no meio do combate mas novamente Alp e Argok conseguiram encontrar seus rastros. Mais adiante, a bruxa colocou outras criaturas para atrapalhar o grupo, agora homens-rato. O combate com eles foi mais interessante e descobrimos que eles são imunes a armas que não são mágicas ou de prata. Isso foi um problema, mas Capiroto junto com Alp e Emmeline conseguiram eliminar as ameaças. Descobrimos que um dos homem-rato era um trabalhador do forte! Sem uma forma de acabarem com a maldição, tiveram que matar o coitado. Melhor assim do que ele viver amaldiçoado.

O grupo chegava cada vez mais perto da bruxa - Mas ela colocava cada vez mais empecilhos na frente deles. Na última vez, a Bruxa colocou uma espécie de fera do pântano, feita da galhos e pedaços de arvore. Felizmente espadadas afetavam a criatura e Prospero conseguiu desferir bons golpes contra ela. Mas novamente homens-rato atacaram o grupo e os lançadores de magia tiveram que matar os coitados.

Estando sem recursos disponíveis, o grupo decidiu voltar para a cidade para conseguir armas de prata e voltar mais tarde. Da próxima vez a bruxa não terá chance!

Re: [0013 - 17/11/2018] Gritos na floresta - Trevisan

Posted: Sat Nov 24, 2018 2:05 pm
by bichet
Depois de limpar o forte o pessoal da cidade está trabalhando por lá, mas agora pessoas estão desaparecendo. Os desaparecimentos foram uma noite depois da outra, agora só tem 3 pessoas lá. Dois sumiram na floresta e um sumiu dentro do forte, que não parece tão seguro assim. A chuva não dava trégua na região e os guardas não estão muito confiantes. Dentro do forte descobrimos rastros de criaturas, parecia ser algo como um roedor gigante, mas os rastros eram um tanto aleatórios, não pareciam direcionar para algum ponto exato.

No primeiro turno da noite, uns risos estranhos podiam ser ouvidos, eles vinham da floresta. Mas pensando que podia ser uma armadilha resolvemos ignorar os gritos. No dia seguinte seguimos para a floresta, conforme andamos o tempo ia piorando. Alp e Argok seguiram rastros iguais aos encontrados no forte, logo encontramos uma velha no caminho, ela tinha um rato nas mãos. O novato saiu com espada nas mãos para o lado dela, e a bruxa convocou enxames de várias criaturas. O combate foi um pouco chato por causa da quantidade de criaturas, mas logo conseguimos prevalecer. Enquanto isso a bruxa deixou o rato que estava no colo e foi embora.

Mesmo assim com seus rastros frescos conseguimos seguir a Bruxa, mas ela colocou vários homens-rato no nosso caminho, descobrimos que as armas não dão muito dano neles, aparentemente só armas de prata e mágicas. O combate foi difícil sem os homens de arma darem dano, mas conseguimos eliminar todos. Quando eles morrem voltam as suas formas originais, uma das criaturas era um dos trabalhadores do forte.

Continuamos atrás da bruxa, ela colocou um monstro cheio de galhos e depois mais ratos para nos atrapalhar. Sem muito recurso e cansados resolvemos retornar para a vila e voltar mais preparados outro dia.


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