[0005 - 25/08/2018] Explorando lá fora 1 - Bóia

Cada sessão de jogo terá 1 tópico.

Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.

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bichet
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[0005 - 25/08/2018] Explorando lá fora 1 - Bóia

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Davi, Michele, Gabriel T. e Grimm
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Grimm
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Re: [0005 - 25/08/2018] Explorando lá fora 1 - Bóia

Post by Grimm »

Relato de Alp:

Acho que nunca passei tanto tempo com o mesmo grupo de indivíduos desde que deixei meu clã nas florestas para fazer minha peregrinação. Há muitos anos, desde que comecei a vagar pelos diversos climas e terrenos pelos quais pisei, sempre estive em contato com a natureza e os seres que compõe sua diversidade, mas não é bem o mesmo. Passei por grupos de humanos, anões, elfos e outras criaturas humanóides, mas nunca permaneci por tempo suficiente com os mesmos para ser capaz de entender um conceito bastante particular compartilhado por eles. Encontrando aos portões da cidade, Sir, Emmeline e Argok, senti que finalmente podia pensar neles não como seres que apenas compartilham esse mundo estranho, mas companheiros.



Partimos em nossa viagem, do modo como eu havia sugerido para Sir que fizéssemos. Andaríamos pelas margens do Ruidoso a fim de encontrar locais de travessia para que a cidade de FogoVivo pudesse construir pontes e facilitar a exploração e movimento nessas áreas. Além disso, Emmeline iria mapear a região entre-rios à leste da cidade e o espaço que fica do outro lado das montanhas ao sudeste da cidade. Me sentia mais seguro por estar junto de Sir e Argok, ambos excelentes combatentes e poderiam usar suas habilidades e força para proteger o nosso bando. Hoje Sir estava de roupa nova, uma armadura brilhante e lisinha.



Como havíamos cruzado o Rio Ruidoso diversas vezes, não foi difícil encontrar um bom ponto para lá construir uma ponte. O que foi interessante, foi ouvir as histórias das patrulhas da cidade. Segundo eles, as florestas ao sudoeste da cidade haviam sido cobertas por teias, impedindo a entrada de qualquer um que se aventurasse. Já que aquele era um ponto de conflito entre as Aranhas Gigantes e os Lagartos Gigantes, com o desaparecimento do segundo grupo, o primeiro floresceu e se espalhou por aquelas matas. É exatamente isso que acontece quando se tenta mudar o sistema de vida de um ambiente, mas infelizmente isso se faz necessário, pois nenhuma das duas criaturas está se comportando normalmente por causa das linhas de magia quebradas na Floresta Encantada. Nesse caso, se torna essencial que as duas espécies sejam controladas, de modo a retornar ao fluxo normal daquela região. O próximo passo será consertar o problema da linha mágica e lidar com seus efeitos até o momento, só assim retornando aquela área à sua harmonia original.

Seguimos até o Braço Próximo (rio afluente do Rio Ruidoso), onde identificamos outro local onde pudesse ser colocada uma ponte. Após Emmeline desenhá-lo no seu mapa, Argok cruzou o rio com muita habilidade e usando cordas, iniciamos a travessia. De repente, numa enxurrada de neve derretida das montanhas, a correnteza me tirou o equilíbrio e caí no rio. Argok, mergulhando na água com a habilidade de um ser que ali pertencia, me puxou para fora do rio. Todos cruzamos sem muito problema e continuamos nossa jornada na região entre-rios. A área toda, agora que as neves não a cobriam, era um pântano. Sir e Emmeline pareciam já ter descoberto isso, mas esqueceram de mencionar quando planejávamos a rota. De qualquer modo, a área precisava ser explorada.
 O dia já se aproximava do fim quando entramos no pântano, procurando áreas secas onde pudéssemos passar a noite. Uma ilha de terra mais elevada parecia servir perfeitamente e ali montamos acampamento. 

Enquanto descansávamos, Sir contou uma história muito estranha sobre como ele havia vindo parar em FogoVivo, como eu, por acidente. No seu mundo, ele era muito “rico” (acho que isso é ter muitas moedas de ouro e não trocá-las) e como isso era uma coisa boa. Achei curioso.
 Ele havia encontrado uma fêmea para montar, mas por algum motivo ele só se interessava pela mão dela. Talvez para humanos as mãos representem uma qualidade desejável para sua prole, já havia ouvido outros soldados humanos falarem de como suas mãos também servem para aumentar sua virilidade. Mas segundo Sir, ele precisava sair para explorar e ter uma história boa para contar para os pais da fêmea, para que eles dessem a sua mão para ele. Não entendi se a fêmea perderia sua mão, mas decidi não perguntar. Acredito que em algum momento desta história eles cruzariam, mas ele não deixou claro quando. Com toda essa confusão, não sei como humanos são tão numerosos. Mas me ajuda a entender porque a guilda tanto quer que as terras sejam exploradas.

Eu e Sir vigiamos nas primeiras horas e quando eu estava demarcando a área do acampamento com meu odor, fomos interrompidos por dezenas de cobras que vinham depressa em nossa direção. Sir acordou os outros e o combate começou. Sir rasgava pelas cobras com sua espada de raios, Argok esmagava elas com seu machado e Emmeline tentou sair pra longe, mas foi coberta por serpentes que a derrubaram no chão. Eu peguei distância, e após reviver a barda, invoquei as forças da natureza para usar minha forma de urso para morder e rasgar as cobras com minhas garras. As cobras pareciam ser atraídas por Sir, talvez fosse a sua armadura nova, mas rapidamente conseguimos nos livrar delas. Pude usar o veneno das serpentes para melhorar o dano de nossas armas e também pegamos suas peles para vender na cidade. Quando algo é morto, sua energia retorna à natureza e todo seu corpo é reutilizado para o bem do ambiente, nesse caso, nós. 



No dia seguinte, seguimos andando perto do Braço Médio (o próximo afluente) para não nos perdermos, mas também procurando um caminho seco para que grupos futuros pudessem cruzar mais facilmente o Pântano das Cobras. Em contraste com o rio, as planícies que ficavam além não tinha muita mata e pareciam serenas e silenciosas.
Após alguma busca, Argok e eu encontramos uma velha estrada, toda coberta pela vegetação, que seguia ao longo do rio. Ela era antiga e bem arruinada, mas poderá servir de base para um futuro caminho construído pela cidade. Resolvemos seguir a estrada, abrindo caminho pela plantas que ali cresciam e em algumas horas, chegamos ao final do Braço Médio e à saída do pântano. Lá vimos uma pequena fortaleza, toda de pedra, cercada por muralhas e fechada com um grande portão de madeira. A estrutura toda parecia antiga e arruinada, com plantas crescendo e tomando conta daquele espaço, preenchendo o vazio criado pelo abandono dos antigos ocupantes. Em forma de aranha, escalei as muralhas e tentei ver o máximo que podia do lugar antes de anoitecer.

 As muralhas de pedra formavam um quadrado e cercavam a área inteira, com escadas em cada canto levando para a parte de baixo, próxima ao chão. O portão era barrado por um grande peso que teria que ser removido para permitir a passagem por ali. Na parte de dentro, corpos de humanóides e armas quebradas e enferrujadas cobriam o pátio e também o interior do prédio principal (de dois andares), no centro do forte. Estandartes rasgados, presos às paredes, me lembravam do símbolo de uma antiga ordem de paladinos no meu mundo que serviam à um bondoso deus do combate. Ao final, voltei aos companheiros e acampamos próximo à estrada, decidindo marcar a Fortaleza dos Paladinos no mapa para que pudesse ser explorada no futuro, talvez servindo de fortaleza para os soldados de FogoVivo. Mas o que será que matou todos aqueles soldados? E será que algo, além das trepadeiras e fungos, agora habita o local?



Após uma noite bem descansada, terminamos de mapear toda a área entre-rios e seguimos para o sul, acompanhando as montanhas a fim de demarcar a área e talvez encontrar uma passagem para o outro lado. A região tinha pequenas elevações mas nenhuma grande vegetação e logo encontramos uma grande caverna na face das montanhas. Tinha carrinhos e trilhos, todos completamente enferrujados, aparentemente uma mina de ferro, segundo Emmeline.
Como a cidade poderia se beneficiar de uma fonte de recursos, adentramos a Mina Enferrujada.



Seguimos os trilhos até uma pequena bifurcação. Foi quando assumi a forma de lobo para melhor farejar o nosso caminho na escuridão, enquanto Sir dava iluminação com sua espada que a baixinha tinha feito brilhar. Tudo por ali estava enferrujado e no túnel à esquerda, haviam carrinhos e mesas ao redor da sala, com corpos (provavelmente dos antigos mineradores) e seus potes de barro intactos. Parecia uma sala de refeições. Emmeline disse existirem bichos que comiam metal, enferrujando tudo que tocassem. Ouvindo isso, Argok encontrou uma clava de madeira e parecia tão pronto para o combate quanto com seu machado. Mais adiante, um cheiro muito ruim vindo de trás de uma porta. Nos preparamos para o combate e abrimos a entrada da sala. Era um tipo de dispensa, agora ocupada por quatro seres feios e bastante fedidos que pareciam não gostar da nossa presença ali. Começamos atacando e não foi difícil derrotá-los, mas cada um que morria soltava um fedor venenoso que nos atordoava. Depois de matarmos o último dos Fede-fedes, tudo que queríamos era deixar a sala o mais rápido possível.


Voltando à bifurcação, exploramos o caminho da direita, que era coberto de ferrugem. No meio da sala, haviam dois carrinhos virados, e de dentro dele saíram duas grandes Baratas de Ferrugem. Emmeline disse que esses bichos comiam metal. Por isso estavam aqui numa mina de ferro. Vendo a brilhosa armadura de Sir, os bichos partiram direto pra ele. Suas antenas o acertaram, danificando sua armadura nova e deixando ela parcialmente corroída. Ele então se afastou (e bem que o fez). Eu mordia, Argok cacetava e Emmeline atirava palavras que pareciam realmente incomodar as baratas. Sem mais problemas, derrubamos as duas. Essa sala se dividia em mais dois túneis: o da esquerda com cheiro de coisas mortas. Resolvi seguir por ele e tentei fazer com que o grupo me acompanhasse, não podendo falar a língua deles em forma de lobo.



Dentro desse túnel, uma grande centopéia melequenta, um Devorador, mastigava os corpos caídos de antigos mineradores ou outro ser ali no chão. Teríamos passado despercebidos, mas Sir, com muito barulho bateu sua armadura por todo lado fazendo um som estrondoso. O monstro não parecia ter nenhuma imunidade ou ponto fraco, mas tinha vários tentáculos. Quando atacamos ele logo subiu para o teto e lá de cima me atacou paralisando meu corpo com seu veneno. Enquanto lutava, Sir foi agarrado pelo bicho e erguido até ele (o que apenas o tornou um alvo mais fácil para o guerreiro que era o único capaz de alcançá-lo. Após me reconstituir voltei à minha forma original e tentei derrubá-lo com um ataque de trovão, mas ele continuava grudado, enquanto Argok enfurecido, atirava lanças em sua direção. Foi uma luta muito dura, mas Sir ao final desferiu um golpe fatal enterrando sua espada no corpo do monstro, os dois caindo ao chão completamente melecados. Vasculhando o local, Emmeline encontrou botas que não faziam qualquer barulho quando usadas. Seriam úteis para se esconder em encontros futuros.



O grupo já estava exausto e ferido, mas insisti que fossemos só um pouco mais adiante para ver que tesouro nos aguardaria na sala seguinte. Foi entrando, que a espada brilhante do cavaleiro assustou uma grande revoada de morcegos que passou por nós e em sua fuga, causou alguns ferimentos, mas nada fatal. O tesouro cobria a sala. Falei para meus companheiros dos benefícios alquímicos das fezes de morcego, mas não acreditavam em mim, principalmente Sir, com sua armadura nova corroída e melequenta, não querendo manchá-la mais ainda. Após alguma insistência, a barda me ajudou a coletar todo o coco que podíamos carregar. Voltamos então para a cidade pelo caminho que viemos, deixando o restante da mina e a passagem pelas montanhas para outra aventura.

Ganhos:
+85 gp por milhas exploradas
+50 gp pelo coco de morcego
+30 gp das peles de cobra
+Botas mágicas (Stealth Bonus)

XP total: 1.752
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
Gabrieltrevisan
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Re: [0005 - 25/08/2018] Explorando lá fora 1 - Bóia

Post by Gabrieltrevisan »

Sir Tyler Goldenstar:

Mais uma vez nos reunimos na taverna, dessa vez chamei os companheiros para explorarmos mais a região e os que atenderam meu chamado foram Emmeline a barda, Alp o druida e Argok o bárbaro.

Quando expus ao grupo minhas intenções de exploração, Alp começou a traçar rotas e discutir possibilidades de trajeto, eu sabiamente acatei as sugestões pois sou um excelente combatente mas nem tanto explorador, muito importante ter conhecedores da natureza e mundo selvagem, dessa vez ainda tive a sorte de contar tanto com Alp como com Argok.

Após traçarmos a rota saímos em nossa jornada, agora já não tão frio e com a neve derretendo, o que causou alguma dificuldade para atravessar os rios, pois mais volumosos com o derretimento da neve, mas Argok se mostrou um grande atleta, conseguindo cruzar o rio com uma corda que depois foi usada por todos, facilitando a travessia e mesmo quando Alp não conseguiu, Argok mergulhou em seu socorro e o levou a outra margem com facilidade.

Chegamos a agora região pantanosa, que antes era apenas gelo, e após algum tempo de caminhada paramos para descansar, com Alp a Argok conseguindo encontrar uma porção de terra seca em meio ao pântano para montarmos acampamento.

Eu e Alp ficamos de guarda no primeiro turno e logo após todos os demais dormirem fomos atacados, um enxame de pequenas serpentes veio em direção do nosso acampamento, se dividindo em dois montes de cobras, mas apesar de numerosas e suas mordidas serem venenosas, não tivemos muto trabalho em derrotá-las, até porque Alp demonstrou uma nova habilidade, se transformando em um grande urso e ajudando com o combate direto, e no final Alp ainda conseguiu extrair os venenos das cobras e fazer uma pasta para passar em nossas armas deixando elas envenenadas, bem como também pegou as peles de cobra que depois conseguimos vender na cidade.

No dia seguinte, após um término de noite tranquilo, seguimos nosso caminho e após algum tempo caminhando Argok e Alp encontraram em meio a vegetação uma antiga estrada, resolvemos seguir para ver onde ia dar e andamos até nos depararmos com um forte, na verdade as ruínas de um forte.

Alp mais uma vez mudou sua forma, se transformando em uma aranha, e foi sozinho até o forte enquanto o restante montava o acampamento nas proximidades. Lá ele descobriu que se tratava de uma fortaleza de antigos paladinos, mas que agora só restavam ruínas e esqueletos, depois de todos ponderarem, resolvemos deixar para explorar o forte em outro momento, em uma expedição específica, e mais uma vez seguimos nosso caminho na manhã seguinte.

Acompanhando as montanhas conseguimos descobrir uma entrada entre elas, aparentemente uma mina de mineração de ferro, com antigos trilhos e equipamentos, como se não fosse a muito tempo utilizado, e resolvemos entrar para explorar.

Dentro da mina havia muito ferro corroído por ferrugem e Emmeline nos contou que provavelmente haviam monstros da ferrugem, aparentemente criaturas que consomem metal e o destroem se tocarem neles... nesse momento começou a me bater uma apreensão por conta de minha nova armadura, novinha que estava sendo usada em missão pela primeira vez, nisso Argok guardou seu machado e fez uma clava de madeira improvisada.

Seguimos pelos túneis da mina, encontrando mais ferro corroído e restos de corpos, até que começamos a sentir um cheiro horrível de podre e estragado atrás de uma porta, nos preparamos para enfrentar os ditos monstros da ferrugem e entramos na sala, mas lá dentro não estavam estes monstros e sim um bando de Trogloditas, eles eram criaturas ferozes, fortes e.... fedidas, mas muito fedidas.

Enfrentamos os trogloditas sem muitos problemas, apesar do cheiro nauseante deles chegarem a nos desconcentrar, mas não o suficiente para impedir que os vencêssemos e após derrotá-los deixamos a sala o mais rápido possível, o fedor era realmente horrível.

Seguimos andando pelos corredores da mina e chegamos em um caminho coberto de ferrugem, numa sala onde surgiram dois monstros, que pareciam baratas gigantes, eram os monstros da ferrugem. Assim que viram minha armadura nova, os dois vieram em minha direção, me atacando impiedosamente, tentando comer minha armadura, consegui me esquivar do primeiro mas o seguindo conseguiu arrancar um pedaço de metal de mim... maldita criatura.

Bati nos monstros da ferrugem mas em seguida me afastei, ou no fim não restaria nada de minha armadura, por sorte Argok e Alp, em sua forma de lobo gigante, conseguiram derrotar as criaturas com a ajuda de Emmeline que parecia desconsertar os monstros com suas palavras.

Após derrotá-las e ter minha armadura nova parcialmente destruída, seguimos a diante por outro túnel, quando então avistamos uma enorme centopeia gigante, de alguma forma ela percebeu nossa aproximação e o combate se iniciou. Assim que atacamos a criatura subiu pelas paredes e se posicionou no teto de cabeça para baixo, no atacando com seus tentáculos, precisei sacar minha lança para poder conseguir atacar a criatura do chão. Seus ataques eram venenosos e nos paralisavam, eu e Alp sofremos deste efeito, sendo que Alp conseguiu se recuperar em seguida mas eu permaneci paralisado com a criatura se aproveitando disso para me puxar para perto me envolvendo em seus tentáculos e começando a me devorar.

Argok ficou do chão atirando azagaias, enquanto Emmeline e Alp usavam suas magias para tentar ferir a criatura, apenas eu estava próximo o suficiente e quando finalmente consegui sobrepor o efeito de paralisia, já praticamento no estômago da criatura, saquei minha espada curta (que consegui na primeira missão na pirâmide) e abri o monstro de dentro para fora, acabando com sua existência e saindo de dentro dele coberto por suas entranhas e gosma nojenta.

Mesmo feridos, com armadura corroída e coberto de gosma nojenta, continuamos mais alguns metros, até nos depararmos com uma sala coberta de bosta de morcego, sendo surpreendidos por uma revoada deles que nos feriram, mas nada demais. depois disso resolvemos voltar para a cidade, já estávamos desgastados demais, mas não sem antes Alp e Emmeline juntarem o máximo de bosta de morcego possível, pois aparentemente tem algum doido na cidade que paga bem por isso.

Ganhos:
85 gp por milhas exploradas
50 gp pela bosta de morcego
30 gp das peles de cobra
Botas mágicas de Stealth (ficou com Emmeline)

41gp, 2 sp, 5 cp para cada

XP total: 1752 / 438xp cada
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Re: [0005 - 25/08/2018] Explorando lá fora 1 - Bóia

Post by bichet »

Saímos da cidade indo pelo leste, encontramos com uma patrulha eleas falaram que na área que vamos está tranquilo, mas que a área de baixo das florestas tá foda, as aranhas gigantes estão se aventurando cada vez mais para fora e tem teias de aranhas visíveis. Procuramos um local propicio para fazer as pontes. O Argok consegue atravessar o rio sem problema e jogar uma corda, mas a correnteza o rio acabou levando o Alp, Argok teve que ir nadando e resgatar ele. Depois eu passei, mas o Sir Tyler teve dificuldade, por causa da armadura, mas conseguiu atravessar. Já se passaram 5 horas, e agora começa a ser pantâno, fomos andando com um pouco de dificuldade. Procuramos um lugar mais seco para dormir e montamos acampamento, no primeiro turno fomos atacados por muitas cobras, 2 montes de cobra, elas me derrubaram, mas a gente conseguiu matar todas.
No outro dia fomos mapeando todo o terreno da área para marcar um caminho seguro para os próximos grupos que fizerem a viagem. Conseguimos achar uma estrada de pedra abandonada, ainda tem muito mato por cima, mas para as futuras viagens vai ajudar a reduzir o tempo. Fomos seguindo o caminho e parece que a estrada dá numa muralha, o Alp foi investigar. Tem uma fortaleza, que lembra paladinos que um deus da guerra (mas bonzinho), tá abandonado a muito tempo, tem um monte de corpos. Decidimos deixar isso para depois e seguimos o caminho que pensamos antes, explorando área. Voltamos até o outro braço do rio e começamos a descer seguindo a encosta das montanhas, depois de um bom pedaço das montanhas Alp avistou uma entrada nas montanhas, mas não era uma simples caverna, ela não parece ter sido feita naturalmente. E na frente da entrada tinham carrinhos de madeira com suporte e rodas de metal. Na entrada da caverna tem um trilho. As partes de metal estão enferrujados dos carrinhos. Eles estavam minerando ferro no local.
Fomos entrando na mina e descobrimos que tem monstro ferrugem aqui, mas ele não funciona muito em arma mágica. Fomos andando e encontramos uma sala com 4 trogloditas, matamos os 4. Resolvemos ir pela outra passagem da direita. Chegamos numa sala cheia de ferrugem e lá tinha 2 monstros da ferrugem, Sir Tyler não gostou nada disso. Não foi fácil não, Alp em forma de logo e o Argok conseguiram bater nas criaturas, eu ajudei um pouco, mas nesse momentos já estava sem magias, Sir Tyler precisou se afastar. Fomos para mais uma sala onde tinha a porra de um monstro que subia no teto e tinha tentáculos, a centopeia basicamente engoliu o Sir Tyler, ela tinha conseguido deixar ele imóvel por um tempo. Por fim ele conseguiu cortar ela por dentro e finalmente a besta morreuuuuuu.
Estávamos pensando em ir, mas Alp achou que poderia ter algo na próxima sala, até tinha, mas não era tesouro nenhum, veio uma revoada dos infernos de morcegos, mas eles não fizeram nada contra a gente, mas a sala estava repleta de bosta de morcego e aparentemente alguém na cidade paga por isso ¯\_(ツ)_/¯
Depois resolvemos voltar para a cidade, ahhhhhh, achei uma bota mágicaaaaaaaaaaa, ela é silenciosa.



Equipamentos:
-1 poção de cura 1d8+4
-1 carga varinha
+1 Bota silenciosa

XP - 438 cada

Gold
050 - caquinha de morcego
030 - cobras
085 - milhas
165 - Total
41 gold 2 pratas 5 cobres para cada
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Re: [0005 - 25/08/2018] Explorando lá fora 1 - Bóia

Post by Grimm »

Sinto que devo lembra-los, Alp insistiu em ver a próxima sala apenas depois do monstro com tentáculos. Foi lá que encontramos a bosta toda.
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Re: [0005 - 25/08/2018] Explorando lá fora 1 - Bóia

Post by bichet »

Grimm wrote: Sun Sep 02, 2018 9:37 am Sinto que devo lembra-los, Alp insistiu em ver a próxima sala apenas depois do monstro com tentáculos. Foi lá que encontramos a bosta toda.
Valeu, troquei
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