Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.
Mestre: Bóia Aventura: Como haviamos discutido no Pônei Saltitante, é hora de começarmos a ir mais longe e estabelecer uma base de operações que nos permita viagens para os locais mais remotos dessas terras. O plano é navegar diretamente até a junção dos rios (ao norte) e de lá explorar e mapear o terreno que acompanha os rios. O objetivo dessa exploração é encontrar um local onde possamos construir um Posto Avançado e futuramente um povoado com Docas para conectar à FogoVivo.
Exploração Distante.png (1.01 MiB) Viewed 993 times
Posso fazer a navegação por água e por terra, além de fazer mapas, mas toda ajuda é bem-vinda. Dia/Hora: 10/Agosto/2019 - 9:00 Timezone: https://notime.zone/LkFdKH9hr6zD_ Nível: Apenas Exploradores com bastante experiência e Veteranos (personagens de nível 5-9). Mas um Ranger de nível 2 ou maior também poderá ser considerado. Tempo: 5 ou 6 horas. Procurando por: Navegadores, cartógrafos, curandeiros e bravos guerreiros.
Grupo atual:
Nome
Classe
Nivel
Alp
Druida
7
Capiroto
Warlock
7
Sir Tyler Goldenstar
Fighter
7
Aralan Näilo
Paladin
5
1682XP
52gp,5sp
4 pedaços de cristal de lich.
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
Partimos de manhã cedo e correndo, chegamos em duas horas até as docas para embarcar no Dragão Tartaruga. Era bom ter Aralan conosco novamente, pois ele era o marinheiro mais experiente de todos nós. Enquanto nos preparávamos para partir e revisávamos os últimos detalhes do trajeto, Capiroto usou seu tempo para negociar uma varinha de pescar com um dos moradores e depois ficou balançando aquele negócio pra lá e pra cá como se tivesse poderes. Ele parecia um pouco distraído, mas logo que começássemos a viagem ele voltaria ao normal.
Como tinhamos 2 navegadores (Aralan e eu), resolvemos navegar em duplas a cada 8 horas. Sir observava o caminho enquanto eu e os marinheiros cuidávamos da direção do barco. Após passarmos Dragon Fork, começamos a ouvir gritos altos e barulhos de pedra vindo do Parapeito dos Gigantes. Pude distinguir a língua dos gigantes e percebi pelas suas palavras que participavam de disputas competitivas, costumeiras dessa estação, para acabar com a animosidade entre os clãs. Continuamos a ouvir o barulho quase até chegar nas proximidades do Lago Baróvia, onde sentimos o aroma sempre gostoso de comida vindo do Blue Inn (na margem norte). Como era hora de eu e Sir descansarmos, Aralan assumiu o leme, e por intervenção de Sir, sem parar na taverna fantasma. Fomos dormir.
Bum! Fui arremessado contra a parede me machucando um pouco e percebi que o barco havia parado. Um dos marinheiros que também dormia no porão do barco, estava caído no chão morto, aparentemente ele bateu as costelas na mesa quando o barco parou. Levando o corpo até em cima, percebi Capiroto vindo do porão, sem saber o que havia acontecido. Aparentemente a sua distração continuou e não percebeu que era sua vez de vigiar o caminho junto com Aralan.
Como se fosse obra do destino, encalhamos no mesmo banco de areia que da última vez que navegamos essa parte do rio. Felizmente, Capiroto rapidamente consertou a situação se transformando em mamute e puxando o barco pra fora do banco de areia. Aralan disse umas palavras sobre o marinheiro morto e seus companheiros ficaram meio tristes, mas Capiroto nomeou aquele ponto “Costa de Jack” em homenagem ao falecido. Ao que continuamos, fomos percebendo concentrações daqueles vermes malditos na superfície da água boiando rio abaixo e eu prontamente conjurei as nuvens do céu para que mandassem seus raios e queimassem os desgraçados. Após alguns minutos olhei para trás e vi apenas Aralan na popa junto com um dos marinheiros, dizendo que Sir e Capiroto estavam lutando contra algo debaixo da’gua. Fiquei um pouco surpreso, mas quando cheguei Capiroto voltando disse que tnha enviado um grande tubarão zumbi para outro plano. Acho que foi um jeito dele de dizer que o matou. Aralan disse que o barco estava pesado, então Sir desceu, constatando que havia um buraco no casco, resolvemos atracar para fazer consertos. Enquanto os amigos foram buscar madeira na margem, me transformei em polvo gigante e com meus oito braços alogados, fui tirando baldes de água que inundavam o barco. Graças ao trabalho rápido de carpintaria do Aralan, pudemos passar apenas aquela noite atracados e continuamos no dia seguinte com um conserto improvisado no casco. Ele aguentaria, desde que não batêssemos em mais nada e continuássemos tirando água do porão.
Em questão de algumas horas, chegamos no ponto conhecido como A Chimera, simbolizando o encontro desses 3 rios com sua ilha misteriosa e sempre congelada no centro. De lá partimos para explorar as áreas no rio que seguia para o norte. Mapeamos boa parte do local e ficou claro que em toda aquela região a vida animal havia desaparecido sem explicação. Ao descer do barco para continuar mapeando, vimos um brilho no meio de um pequeno amontoado de árvores. Conversando com as árvores locais, elas disseram que árvores ambulantes havia levado o cristal para lá e que todos que tentaram removê-lo, foram forçados a fugir rapidamente. Chegando numa clareira onde o cristal se encontrava, sentado em cima de um grande cogumelo, Aralan disse ter visto pernas no cogumelo. Pernas num cogumelo? Uma emboscada! Criaturas meio planta, meio fungo nos atacaram de todas as direções, seus pedras de estilingue eram surpreendentemente perigosas e seu veneno, muito doloroso. Levantei uma barreira de vento para barrar as pedras que vinha na direção do grupo e virando uma cobra gigante, me lancei no meio das criaturas. Eu e Sir eramos golpeados de todos os lados por mais de 8 deles. Felizmente, devido a minha fúria, pude aguentar todos os ataques e vendo uma oportunidade de queimá-los todos de uma vez só, Capiroto fez explodir uma grande bola de fogo que cobriu até eu e Sir. Nós sobrevivemos, mas as criaturas não, então foi um bom risco. O problema era que depois que caíam, os monstros lveantavam de novo. Achando que poderia haver algo com o cristal, me movi rapidamente até o cogumelo, arrancando a pedra que pulsava com energia e corri para fora do bosque, esperando que isso impedisse os fungos de renascerem. Deu certo e todos nos encontramos no lado de fora, onde identificamos o cristal como um artefato usado por um grande morto vivo, um Lich, que continha parte de seu poder. Com meu corpo de cobra, espremi o objeto com força até que ele explodiu, se dividindo em 4 partes exatamente iguais. Temendo que o objeto pudesse novamente cair nas mãos do Lich, decidimos guardar as 4 partes (alguns de nós preferiram vender sua parte). Dos monstros de fungo, extraímos seus corações venenosos (que eu adquiri depois de vendermos para fabricar um poderoso veneno). Depois do longo combate, era hora de descansar e lamber as feridas para continuar explorando no dia seguinte.
Após terminar de mapear o local, navegamos mais ao norte, onde já no final do dia percebemos uma pequena colina com uma construção estranha sobre ela. Resolvemos descer o rio um pouco e acampar mas longe desse local, abrigados pela tenda mágica de Capiroto. Durante a noite, Sir disse que uma figura encapuzada pareceu flutuar acompanhando a margem do rio para o sul, largando pequenas larvas zumbi pelo seu caminho. Então de manhã seguimos a trilha de larvas rio acima, mapeando as áreas e vendo que aquela construção era um pequeno forte. A terra onde estava era claramente diferente do terreno a sua volta, como se a colina inetira tivesse sido transportada para lá (não muito diferente do caso do covil dos bandidos próximo a FogoVivo). Enviando sua coruja para ver mais de perto, Capiroto disse que haviam vários cadáveres dentro do forte, também parecido com quando encontramos a Fortaleza dos Paladinos. Talvez do mesmo jeito que limpamos a fortaleza e passamos a ocupá-la, poderiamos fazer com esse forte, futuramente fundando um povoado aqui. Claro, desde que não houvesse um poderoso Lich lá dentro. Marcamos a sua localização, continuando o mapeamento até encontrarmos mais uma habitação interessante. Era um sistema de domos feitos de galhos entrelaçados sobre uma área pantanosa, como casas ligadas por túneis, o tipo de lugar onde eu já havia visto homens lagarto habitarem. Depois de tanto navegar, o nosso pequeno conserto não duraria por muito tempo sem uma boa dose de piche para fechar o buraco, então decidimos voltar para FogoVivo com nossas descobertas. Ao chegar, todos contribuímos um pouco de ouro para a família do marinheiro falecido.
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.